Num belo dia, chego mais cedo do que todo o resto da minha turma e fico sozinho esperando na sala de aula. O pai do Alexandre o levava de moto e, por isso, quase sempre ele era o primeiro a chegar. Nesse dia ele foi o segundo. Fiquei um pouco nervoso quando o garoto passou pela porta, mas tentei o ignorar foi inútil. O moleque chato parecia ter me notado pela primeira vez, porém era como se já fossemos melhores amigos! Ele se sentou do meu lado, quis saber as músicas que eu estava escutando, começou a falar sobre games... Pareceu uma eternidade até alguém mais chegar. Eu, educado, tentei responder todas as perguntas, mas mostrando que não queria muito papo com ele. De nada adiantou... O cara continuou me enchendo o saco. Quando a turma chegou, ele logo saiu e foi pra perto dos amigos dele. Ufa!
Mais tarde eu iria ter aula de educação física. Oh, típica desculpa pra conseguir uma boa foda, né? Pois é, não comigo. Eu não fazia educação física porque simplesmente odiava e não era obrigatório. Sempre ficava sentado na minha ouvindo música. Já o Alexandre jogava bola. E como jogava! Ele era o melhor daqueles caras. Quando terminava, ficava ensopado de suor e ia direto para o vestiário. Como a educação física era a última aula, muitos garotos (porcos) nem tomavam banho e iam embora. Os poucos que iam só se molhavam e saiam logo. Mas não o Alexandre. Eu continuei sentado lá já que não tinha nada melhor pra fazer e logo vi um vulto no banheiro. Fiquei olhando e logo percebi que era o Alexandre, peladão, na porta, acenando pra eu ir até lá. Fiquei meio confuso, mas fui.
Chegando no banheiro, fiquei meio assustado. Nunca na minha vida tinha visto um cara pelado ao vivo. Já tinha batido várias pra pornô na net, mas nunca senti o que tava sentindo na hora. Meu pau começou a endurecer, mas eu disfarcei. Muito mal, acho. Comecei a tremer e gaguejar, e o Alexandre notou isso.
_Cara, eu esqueci a minha toalha na minha mochila, lá na sala... Será que você pode pegar pra mim?
Respondi que sim com a cabeça e fui correndo pra pegar a toalha dele. Fiquei meio confuso... O cara tinha levado toda a roupa pro banheiro, por que caralhos iria esquecer justo a toalha? Ta, voltei com a toalha e lhe entreguei. Ele colocou a toalha no ombro e deu as costas. Daí o cara do nada parou e olhou pra mim de novo e começou a se enxugar, me encarando. Já disse que eu tava nervoso? Pois é... Quando entreguei a toalha do cara, não aguentei e fiquei lá olhando pra ele sem perceber. E ele não é retardado pra não notar. O cara se enxugou todinho e deixou o melhor pro final, quando começou a roçar a toalha naquele pau e naquelas bolas. Ele colocou a toalha entre as pernas, e pegou uma parte por trás e pela frente e ficou fazendo um vaivém na toalha, como se estivesse metendo, mas estava se enxugando.
_Ta gostando, cara?
Fiquei pasmo e só respondi sim com a cabeça, trêmulo.
_É... Notei.
Ele disse isso apontando pro meu pau. Nem notei, minha rola já tava tão dura que marcava minha calça jeans!
Ele continuou fazendo aquela putaria com a toalha até que ficou duro e, colocando a toalha no ombro, começou a bater uma. Caralhowww, eu não tava acreditando!
_Porra, tira logo essa roupa e bora bater juntos, caralho!
Eu obedeci, ainda meio trêmulo. Em segundos já tava peladão do lado dele, batendo uma. Não desgrudava os olhos daquele caralho moreno e melado. Pois é, a cabecinha do pau dele já tava toda babada.
_Cara, teu pau ta meladão!
Ele olhou pra baixo e passou o dedo na pontinha do pau. Pra minha surpresa, o puto lambeu o dedo.
_Ah, eu amo isso... É salgadinho...
Comecei a punhetar mais e mais rápido, sem desgrudar os olhos dele.
_Experimenta, cara!
_Mas meu pau não tá babando...
_Pega do meu!
Fiquei meio receoso, mas ele me obrigou. Passou a ponta do dedo na cabecinha de novo e pegou o meladinho, me fazendo chupar o dedo. Meu tesão foi a mil enquanto ele ria.
_Aí, que boquinha gostosa... No meu pau, ela sofre!
Na hora me abaixei, não aguentei mais. Nem tremia mais. Abocanhei aquela pica. Ele ficou meio abalado no início, mas logo começou a dar uns gemidinhos. Quando vi, ele já segurava minha cabeça e me fazia chupar todo seu pau até o talo. E eu chupava tudo! Ele apertava minha cabeça e eu sentia seus pentelhos no meu nariz. Fiz uma forcinha e tirei seu pau da boca e comecei a lamber aquele saco. O garoto ficou doidão! Voltei a abocanhar seu pau e, pra minha surpresa, seu pau estava ainda mais salgadinho da babinha. Sentia que eu iria gozar sem tocar no meu pau, mas resisti o máximo que pude. O garoto começou a gemer um pouco mais forte e abafado até que enfiou seu pau na minha garganta e gozou. Mas não gozou pouco... O safado me fez engasgar de tanta porra! Quando terminou, eu me recuperei do engasgo e limpei toda aquela pica com minha língua, mas o garoto já não tava mais tão duro. Ele logo parou e foi se vestir e eu fiquei lá me punhetando. Ele viu que eu não gozava e, já com roupa, soltou um "Porra, vai logo" e foi até mim. Quase enfartei quando o cara se ajoelhou do meu lado e, passando uma mão por de trás da minha perna, começou a acariciar meu saco enquanto me chupava. Gozei em, sei lá, segundos. Só que o safado sentiu meu pau pulsar e tirou logo a boca da reta, deixando minha porra cair no chão. Quando terminei, ele simplesmente foi embora e eu tomei um banho.
Depois disso, o Alexandre passou a ficar muito mais tempo comigo. Não vou mentir e dizer que isso se repetiu várias vezes, o cara só quis amizade depois disso porque ficou com medo de que alguém descobrisse. Eu continuei me punhetando pensando nele, mas o cara saiu do colégio antes do fim do primeiro bimestre. Daí eu comecei a voltar meus olhos para outros caras da classe... Tipo, o Jonas. Mas isso é outra história! Espero que tenham gostado, é só o meu primeiro relato no Big Dotados... No próximo prometo que tento me lembrar de todos os detalhes possíveis, vlw? Boa gozada aí, galera!



guá continho tosco,igual a essa passiva-versatil nojenta, ate eu fantasio melhor que essa vadia
ResponderExcluirQue delícia de conto héin? Só não foi melhor porq o puto não deixou vc gozar na boca dele.
ResponderExcluirÉ uma pena que muitos dos contos que rolam por aqui são meras fantasias da cabeça criativa dos punheteiros por aí, mas, sabe? Eu acredito no seu.
ResponderExcluirEsse tipo de coisa acontece com tanta gente que vira e mexe aparece um conto real por aqui. Eu mesmo já mandei um que aconteceu comigo... Por que outras pessoas também não contariam contos reais também, né? Enfim. Você escreve muito bem e me fez delirar de tesão na história. Parabéns. Aguardo mais contos seus.
NOOOOOOSSSSSSAAAAAAA ADOREEEEEIIIIII, DANE-SE SE É MENTIRA OU VERDADE, SÓ SEI QUE FOI MARAVILHOSOOOOO *o*
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