Se alguém de Manaus quiser entrar em contato: malevolente.er@hotmail.com
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Contos: Perdi a virgindade com o funcionário do meu pai.
Olá, meu nome é Eric, sou universitário, tenho 21 anos e moro na cidade de Manaus, e é a primeira vez que escrevo um conto aqui no bigdotados, o que vou relatar aconteceu quando eu tinha 18 anos, e estava em uma fase de descobrimentos, fantasias e com muita sede de saborear um corpo masculino. Não sou afeminado, mas meu jeito, meu corpo, e talvez o fato dos meus pais saberem da minha orientação, me deixa mais confortável em ser e agir como quero e sou. Pois bem, Anderson, 27 anos, na época o maior pegador do bairro, bonito, magro, branco, cabelos pretos lisos e estatura média, era um funcionário da loja do meu pai que sempre vinha à nossa casa, onde tínhamos um pequeno depósito de produtos, o horário que ele costumava vir ao depósito era pela tarde, quando eu ficava sozinho em casa, e a secretária já tinha ido, certa vez, e para minha surpresa ele começou a me questionar sobre mulheres e puxar assunto sobre sexo, eu dava corda, mas sempre sem jeito, tímido. Mas ele de tímido não tinha nada, e começou a perguntar sobre mim, pois ele percebia meu jeito, e toda vez que ele vinha até minha casa eu estava conversando com um homem pela webcam, indagou-me sobre quem ele era, e eu aproveitando a situação assumi pra ele que era o meu namorado que eu conversava pela internet e que meus pais sabiam sobre tudo e aceitavam. Alguns dias se passaram e ele continuava a vir em minha casa deixar ou pegar produtos no depósito, até que um dia convenceu minha mãe de que o depósito precisava de uma limpeza e que ele demoraria um pouco mais fazendo este serviço, ele chegou em minha casa e abri a porta para ele, que foi logo tirando a camisa, ficando apenas de calça e tênis e se dirigindo aos fundos da casa, onde ficava o depósito. Anderson não era o que chamamos de um homem gostoso, mas sua fama de safado, suas histórias sexuais que acabou confessando para mim durante algumas dessas tardes com mulheres e até com outros homens "somente para sexo, eu sou fissurado em uma bundinha, amo comer veado!!" - explicava ele, com um volume por baixo da calça toda vez que começava a contar suas aventuras; eu o deixei fazer o serviço e voltei para sala de estar, para o meu computador, minutos depois ele veio por trás de mim e pediu que eu pegasse um copo de água para ele, eu me levantei, no mesmo instante ele disse: "sua bundinha é uma delícia, toda empinadinha, fico excitado toda vez que estou perto de ti", sem graça eu ri e fui para cozinha pegar a água, meus pensamentos borbulhando, eu sabia que era questão de tempo ele tentar alguma coisa, ele era cara de pau.... mas era safado, e gostoso, e estava me desejando, de pau duro atrás de mim, pensei comigo. Não precisei voltar para a sala, ele veio atrás de mim e enquanto eu abria a porta da geladeira, senti sua mão na minha bunda, não tive reação, deixei, ele acariciava e enchia as mãos com minha bunda por cima da bermuda e começou a beijar meu pescoço... "tu vai ser meu veadinho, cansei de bater punheta dentro daquele depósito pensando nesse cuzinho." - dizia ele, eu não conseguia pensar em nada, meu pau já latejava dentro da bermuda, o que meu namorado não conseguiu em um mês de namoro, ele estava conseguindo só com uma pegada, me deixando excitado, ele pedia:"rebola pra mim vai", eu rebolava e ele encostava seu pau dentro da calça na minha bunda até pegar minha mão e colocar em cima do seu pau, fiquei de frente pra ele e abri o zíper da calça, que desceu até o joelho, revelando suas pernas torneadas, sem cueca, sua vara pulou pra fora, era linda, branca, cabeça rosada e cheia de veias, devia ter uns 16cm, olhava fixo para o seu pau e segurava com minha mão aquele mastro lindo e quente, latejando... "chupa gostoso, põe essa boquinha linda pra chupar minha pica, comi uma mulher ontem, coloca toda na boca" - Anderson disse com a voz mais dócil possível, me senti como uma putinha sendo cortejada pelo seu macho em busca de prazer, obedeci, e passei minha língua em cada cm daquele pau maravilhoso, coloquei todo na boca, e ele suspirava fundo e empurrava minha cabeça contra seu pau, gemendo, ele gemia, eu gemia, eu estava entregue aquele macho que começou a fuder minha boca.. "que boquinha quente, que língua gostosa, já deve ter chupado muita piroca por aí..." falava enquanto virava os olhos e eu não parava um segundo de sugar, lamber e beijar aquele cacete, e ele tinha razão, eu já tinha pagado boquete pra alguns meninos da minha sala de aula, e atualmente era a única coisa que eu fazia com meu namorado; foram 20 minutos da minha boca no seu pau, no decorrer desse tempo ele já havia conseguido me despir todo e dava tapas na minha bunda, ele tirou seu pau da minha boca e mandou que eu deitasse de bunda pra cima e empinasse, o fiz, e chegou a hora dele colocar a boca no meu buraquinho virgem, beijava, mordia, e enfiava a língua de uma forma que eu ia à loucura, desejava ser penetrado ali naquele instante, por aquele macho, até que eu pedi "me come por favor, eu quero dar meu cu pra ti, mas vai devagar", é claro que esse era o objetivo dele, mas antes disso ele passou a enfiar um dedo, e já me causava dor mas o prazer era maior e eu já estava pra gozar sem ao menos encostar no meu pau, sem sequer ter sido penetrado, dois dedos, até que ele cuspiu no próprio pau e veio, encostou a cabeça no buraquinho do meu cú... "vou enrabar essa bundinha deliciosa, empina bem", forçou e entrou, eu gemi de dor, e quis me desvencilhar, mas ele me segurou pela cabeça e enconstou todo seu corpo no meu, eu quase chorei, senti muita dor, eu estava com aquele pau lindo, branquinho e cabeçudo todo enterrado na minha bunda, pedi pra que ele saísse mas negou "aguenta gayzinho, vai já passar, que delicia comer um cu virgem, apertado e quentinho", ele urrava de prazer em cima de mim, mas eu estava para não aguentar e me arrepender daquela situação, a dor de insuportável foi dando espaço para o prazer quando ele começou um vai e vem maravilhoso, o pau dele quase não saia de minha bunda e entrava novamente, devagar, lento, eu comecei a curtir aquele momento, eu estava sendo penetrado, ou vulgarmente... sendo comido, dando a bunda, eu dizia "continua gostoso, me come vai", e ele só falava: "que delicia de bundinha, o patrãozinho sendo enrabado pelo empregado na cozinha da mamãe, e implorou pra isso, delícia, vou te deixar arrombadinho", ele começou a socar com mais força e eu estava amando tudo aquilo, ele anunciou que ia gozar e forçava seu corpo cada vez mais forte contra o meu, eu me sentia uma putinha ali gemendo, sentindo o suor dele, o grande ovo dele batendo no meu rego, ele estocou bem forte e parou, estava gozando dentro de mim, deixando todo seu leite no meu canal anal, tirou sua rola e ficou de joelho, eu com mas sede daquilo fiquei de quatro pra ele e meu cu procurou sua pica ainda dura pra mais um vai e vem, ele levantou, foi no banheiro se limpar, voltou pro depósito pra terminar seu serviço, e eu fiquei ali sentindo seu esperma descer entre minhas pernas juntos com sangue, e com o cu ardendo. Depois desse dia, foram dois anos de pura sacanagem que talvez eu conte mais pra vocês.
Assinar:
Postar comentários (Atom)



"seu esperma decer entre minhas pernas junto comsangue"
ResponderExcluir"o grande ovo dele batendo no meu rego"
O.o NOSSA
Amei seu conto..eu tbem sou de manaus...vou te addc no msn..pra vc me dar contatos desse bofe
ResponderExcluir