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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Contos: A PRIMEIRA VEZ DE UM HOMEM CASADO



            O conto que vou narrar aqui, aconteceu há alguns dias atrás, mas antes de começar, vou me apresentar: meu nome é Pedro, sou casado, pai de 03 filhos, Administrador de Empresas, 40 anos, branco, olhos azuis,  moro no interior de São Paulo, cuja cidade prefiro omitir o nome. Mesmo casado e levando uma vida tranquila, sempre tive muito tesão por homens, algumas vezes eu me surpreendia vendo aqueles vídeos pornográficos na internet e acabava por me masturbar.
            Uma tarde, entrei na net, naquelas salas de bate-papo, pra ver se encontraria  alguém que estivesse a fim de realizar todas as minhas fantasias e que não eram poucas, embora estivesse sem esperanças, porque sou muito tímido e como nunca tinha estado com um homem antes, não sei como seria. Conversei com alguns carinhas lá e cheguei a marcar com um ou dois, mas nada aconteceu. Porem numa dessas conversas, conheci o Carlos, nome que me deu no chat, de acordo com sua descrição, era branco, mas com a pele queimada pelo sol, já que ele trabalha em uma chácara nas proximidades da cidade, casado também, pai de 04 filhos, 45 anos, marcamos e fui era noite e confesso que estava meio receoso, já que marcamos na casa dele, que ficava longe pacas do centro da cidade, com alguns telefonemas me orientando, consegui chegar. Ao descer do carro, me deparei com um sujeito mais baixo do que eu, com uma camisa azul e uma calça jeans, que por ser muito larga, dava uma impressão de está caindo, não era bonito, o típico peão de roça, que foi logo me mandando entrar, os primeiros passos para dentro daquele barraco, me assustava ainda mais, meus pensamentos ferviam em minha cabeça, o medo tomou conta de mim, mas ao mesmo tempo, o que podia eu fazer?? Já estava ali mesmo, vestindo um terno cinza, com sapatos brilhantes, acho que quem olhasse, notaria imediatamente o contraste que se fez ali. Dentro do barraco ele mandou eu sentar num sofá que havia ali, enquanto ele foi para dentro, que não sei fazer o que, em alguns minutos ele voltou, e se sentou ao meu lado e com tom de voz baixa mas firme, disse-me: então você é virgem? eu balancei a cabeça afirmando, ele retrucou: hoje você vai sentir uma rola entrando em você, e ficou de pé na minha frente, com minhas mãos eu abracei-o pela cintura, já que ele estava em pé e eu sentado, fui direto ao zíper daquela calça e com muita facilidade a calça desceu, deixando a amostra, um belo corpo masculino, cabeludo e com uma cueca slip, apertadinha que mostrava o volume que se fazia ali, não me fiz de rogado, beijei a rola por dentro da cueca, acariciei por alguns segundos, senti que o volume ia crescendo em meu rosto, então com muita delicadeza e bem devagar, tirei a cueca dele e fui vendo, cm a cm o que ia surgir na minha frente, aquele pau, lindo, cabeça vermelha, comecei a chupar, parecendo um meninão que não via o bico há horas, quanto mais eu chupava, mais aquele pau crescia na minha boca, Carlos me pede para tirar a minha roupa também, pois eu ainda estava de terno, obedeci sem nenhum pudor, estávamos ali naquela sala humilde completamente nus, me esfreguei muito nele, chupei seu pau, que naquele momento tinha todos os sabores jamais imaginados. Depois de algum tempo, ele me perguntou como eu queria ser penetrado, eu respondi que deitado em uma cama, fomos a um pequeno quarto ao lado da sala onde estávamos, ele me colocou de bruços, pôs uma camisinha e passou um gel no seu pau duríssimo e no meu cu, que já ardia de tesão, mas quando ele forçou um pouco a entrada, a dor foi insuportável, pedi a ele que parasse, ele educadamente o fez, embora sua aparência de matuto, era um verdadeiro cavalheiro. Deitei de barriga para cima e pedi para que ele viesse para cima de mim, ficamos ali abraçados alguns instantes, enquanto eu tentava esquecer a dor que se fazia no meu cu, na mesma posição em que estávamos, formamos um papai-e-mamãe e de novo ele começou a penetrar, a dor era horrível e parecia que todo meu corpo estava sendo partido ao meio, pedi mais uma vez para ele parar, mas desta vez aquele cavalheiro parecia não me escutar, pois embora ele estivesse dizendo que estava parado, eu sentia aquela coisa imensa entrando em mim, ele ainda disse: você pode gritar a vontade, eu me senti como se estivesse sendo estuprado, mas ao ouvir aquela voz dizendo que não pararia, me rendi percebi que ele já estava todo dentro de mim, então ele começou o vai-e-vem, e a dor foi dando lugar ao prazer, ele disse depois de alguns instantes que já estava quase gozando, segurei ele pela bunda com uma mão e com outra fui me masturbando e gozamos juntos. O som que saia daquela garganta no momento do gozo, ficou perpetuado em meu ouvido, como musica.
                        Sinto muita saudade do Carlos, visto que não nos vimos mais, pois a esposa dele que estava fora da cidade voltou com os filhos e ele não quis ir comigo a um motel. Aquele peão que me fudeu como um cavalheiro, ficou com meu coração também, estou apaixonado por ele.
Se vocês gostaram me escrevam: umcaralindo@hotmail.com

            

Um comentário:

  1. ESTOU PRECURO PASSIVO DO RJ QUE TEM O CUSUPER GOTOSO QUANDO VEJO PASSIVO BUNDUDO FICOCHEIO DE TESAO QUERO AMAR O TEM CU ME LIGAR TEL 84032565

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