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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Contos: O novo professor.


       Me chamo Enzo. Sou um gaúcho agraciado pela miscigenação desse Brasil. Em uma terra de pessoas com descendência alemã em sua maioria, chamo muita atenção por onde passo, pois sou o que chamam de mestiço. Cabelo castanho-escuro, olhos negros e uma grande boca vermelha. Tenho traços indígeno-africanos. Modéstia à parte sou muito bonito.
       A história que contarei aqui, hoje, aconteceu há uma semana. Estou no terceiro ano da escola e como todo estudante de escola pública, sofri com as greves no setor educacional brasileiro. Após as “férias” forçadas, descobrimos que nossa professora de sociologia não havia voltado, pois se aposentava este ano. No lugar desta professora, enviaram um professor interino, o Lúcio. O cara é lindo de morrer. Não muito alto; deve ter uns 1.70 de altura. Ele é bem branquinho, com traços bastante leves e barba por fazer. Suas bochechas ficam rosadas facilmente, o que tira suspiros de qualquer pessoa. Além disso, ele possui um corpo lindo. Tem uma bunda bem empinadinha e farta, além de aparentar ter um pacote bem interessante na frente. Enfim, um gato.
Em todo o meu histórico escolar, nunca ia muito bem em humanas. Sempre fui melhor em exatas. Em sociologia não era diferente. Era quase um fracasso. A professora também não ajudava; era toda estressada. Já o Lúcio não. Ele era bastante atencioso e paciente. Por ter dificuldade em sociologia e ter um ótimo senso de humor, fui me tornando amigo do cara, pois toda a vez que ele vinha em minha classe para me explicar a matéria eu fazia piadinhas e brincadeiras com ele. Às vezes, quando sabia a matéria, o chamava de propósito, pois assim podia reparar nos belos traços daquele homem. Sim, estava me apaixonando.
Semana passada, indo para casa depois da aula, qual foi minha surpresa ao ver Lúcio encostando o carro ao meu lado. Pediu se eu não queria uma carona, pois fazia muito calor e, segundo ele, não merecia derreter naquele mormaço. Fiz um pouco de manha, mas aceitei. No caminho, fomos conversando e ali finalmente pude conhecer mais dele. Dentre várias coisas, contou a mim que morava sozinho. Perguntei a ele em qual bairro e fiquei surpreso ao saber que era o mesmo que o meu.  Falei se ele já sabia e ele me disse que sim. Caímos na gargalhada, mesmo eu estranhando o fato dele já conhecer minha morada. Mais alguns minutos, e estávamos na frente do apartamento dele. Falei que podia deixar-me ali mesmo, pois da casa dele até a minha eram apenas algumas quadras. Já fora do carro, me pediu se não queria subir para tomar um copo de suco. Falei que sim, pois realmente estava com muita sede.
Quando entramos, fiquei observando todos os detalhes do pequeno, mas lindo apartamento. Era todo organizado, com quadros de pinturas por todos os lados, os quais eu deduzia que eram abstracionistas. Ele disse-me para ficar a vontade que já voltava, pois precisava tomar um banho. Enquanto tomava meu suco, ouvia o barulho do chuveiro e imaginava-me com aquele homem. Em como seria bom foder aquela bundinha branca, em como seria gostoso deixar marcas vermelhas por todo aquele dorso. Nisso, meu pênis deu sinais de vida. Estava realmente gostando das fantasias que a cabeça de cima estava confeccionando. Meus devaneios foram interrompidos pela saída de Lúcio do banheiro. Observação: ele estava só com uma toalha enrolada. Foi ali que meu pênis explodiu de tesão. O bumbum do cara realmente era gostoso. Não era grande, mas bastante empinado. A visão daquele homem molhado vindo em minha direção me fez ter espasmos que nunca havia sentido. Ele sentou-se em uma das bancadas da mesa e minha atenção foi toda direcionada para uma gota que percorria o pescoço, indo para o peitoral peludo, sendo contida somente pela barra da toalha. Foi quando vi que ele me observava. Fiquei constrangido, e penso agora que se tivesse uma pele clarinha como a dele ficaria com as bochechas ardendo. Ele percebeu, e disse que estava tudo bem. Que já havia percebido que eu era homossexual, apesar de não ser afeminado o bastante para demonstrar. Com bastante naturalidade, perguntei como ele havia descoberto. Disse-me que percebia minhas investidas, minhas artimanhas para chamar sua atenção. Muito envergonhado, pedi o porquê dele não ter se afastado ao perceber. Para minha total surpresa, ele diz-me que gostava disso. Que gostava de conversar comigo, de rir com minhas idiotices. Que amava quando eu sorria, pois eram ali que minhas covinhas se revelavam. Disse-me ainda que me achava lindo e que estava realmente interessado em mim.
Eu simplesmente não sabia o que falar. O homem por quem eu estava apaixonado estava dizendo que estava interessado em mim. Deus, que incrível. Ele estava realment... Meu mundo simplesmente parou quando senti os lábios dele tocarem os meus. Quando percebi o que estava acontecendo me afastei por reflexo. Dei a volta na mesa e fiquei em pé, alojando-me no meio de suas pernas ainda cobertas. A toalha dele e a minha calça impediam nossos sexos de se tocarem. Em meio a beijos, ele arrancou meu uniforme de cima e começou a beijar meu pescoço. Tremia de tanta excitação. Chupava meu pescoço, depois percorreu toda sua extensão para chegar ao meu ouvido. Disparei um gemido tão alto que ele se assustou. Nos olhamos e caímos na risada. Perguntou se não gostaria de ir para o quarto e o respondi com meu silêncio. Se fosse para fazer sexo com ele, o gostaria de fazer na mesa de escritório, iguais as minhas fantasias. Todavia, diferente das minhas fantasias, onde eu o comandava, ele estava tomando o comando para si. Puxou-me para a mesa de escritório, perto do sofá e abaixou-se rente à minha ereção latente. Abaixou minha cueca junto com a calça e meu pênis saltou frente ao seu rosto. Olhava para meu pênis como se necessita-se dele. De imediato, o engoliu por inteiro. Olhava-me de relance e quanto mais lambia, mais louco eu ficava. Sentia meu pinto ser sugado, as veias dele simplesmente pressionadas por aquela linda boca. Num movimento frenético, fodia sua boca com o meu caralho. Sugava e batia ao mesmo tempo, ora mais rápido ora mais lento. Parecia que queria que eu necessita-se daquilo, que implorasse pelo oral que me fazia. Fiquei surpreso ao sentir que todo o meu sexo fora engolido pela sua boca. Até um pouco preocupado, pois não sou nada pequeno.
Do caralho passou aos testículos, sugando levemente eles. Brincava com eles, fazendo de minhas bolas o seu maior entretenimento. Em certo momento, estava louco de tesão. Empurrava sua cabeça contra meu caralho. Aconchegava meus dedos naquele gostoso cabelo e o ouvia gemer de tesão. Ainda com meu caralho na boca, empurrou-me na mesa, esparramando todos os papéis, nossas provas, provavelmente. De ereto, passei a ficar arqueado, deixando meu caralho ainda mais exposto. Enquanto ele me chupava, o chamava de gostoso, de puto. Como resposta, sugava minha glande, parecendo querer tirar meu gozo à força. A ejaculação, após isso, não tardou a vir. Minha respiração ficava cada vez mais descompensada. Peguei sua cabeça e pressionei contra meu pênis, sendo que sua boca estava imóvel, mas sentia sua língua mexendo-se. Foi quando não aguentei mais e derramei todo o meu gozo em sua boca. Meus músculos pulsavam a cada jato de porra que descarregava nele. Não tenho como saber, pois meu pênis estava encoberto por sua boca, mas tenho certeza que foi a maior quantidade de sêmen que um dia já derramei. Simplesmente estava fora de órbita. Os dedos de Lúcio percorrendo meu corpo me tiraram do êxtase. Devagarinho, ele subia ao meu encontro. O abracei forte, querendo senti-lo ainda mais. Neste momento, senti que sua toalha estava toda melada; o cara havia ejaculado sem ao menos encostar no próprio caralho. Ficamos nos olhando, os dois com sorrisos bobos nos rostos. Sentia-me completo. Ficamos um tempo calados, sentindo nossos corpos. Quebrei o silêncio, falando que precisava ir, pois já se passava do meio dia. Ele falou para tomarmos um banho e lá fomos. Ele entrou primeiramente e eu o segui. Foi quando vi por completo o seu lindo corpo. Meu pênis, só de vê-lo, já se animava novamente. Ele sorriu sacana e eu, em seguida, também. Contudo, disse-me que eu mesmo havia falado que precisava ir para casa. Droga, Enzo.
No banho, nos ensaboamos e conversamos algumas coisas. Depois ele me secou e secou-se em seguida, levando-me ao seu quarto para pegar uma cueca para me emprestar. Pegou a cueca e abaixou-se para colocar. Disse que se ele fizesse isso, não me aguentaria e o foderia agora mesmo. Rindo, ele deixou-me sozinho no quarto dizendo que iria arrumar os papéis. Vesti a cueca e fui para a sala. Vesti meu uniforme e me despedi dele com um bom beijo. Ele parecia um tanto triste, mas não perguntei nada; fui.
No caminho para casa, resolvi colocar meus fones. Quando liguei o celular vi que minha mãe havia ligado cinco vezes para mim. Porém, outra mensagem chamou minha atenção. Um número desconhecido havia me ligado. Retornei e do outro lado da linha a voz gostosa de Lúcio se fazia ouvir. Falou-me que o que fizemos não era correto na sua posição de professor, mas que quando pensava em mim, tinha vontade de mandar tudo à merda. Disse a ele que respeitava sua posição. E que respeitaria sua decisão. Ele ficou surpreso, e disse que apesar de tudo, não tinha como negar que estava gostando de mim. Foi quando me pediu se não queria jantar com ele à noite. Disse que sim, que o esperaria na porta de seu apartamento.
Mal sabia eu o que aquela noite me reservava.







                        

23 comentários:

  1. gostei do seu conto, mas o que deu no jantar? rs fiquei curioso

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  2. Como é bom ler contos com uma boa escrita

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  3. Esse sim é um conto d qalidade, falta fogo, mas é bem melhor q aqelas coisas q publicaram aqi antes. 10

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  4. Isso que é conto bom! Você sabe escrever certo, coloca detalhes e consegue deixar o leitor com muito tesão!

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  5. Enzo, que conto foi esse? Simplesmente ESPETACULAR.
    São muitos os pontos positivos; a ortografia impecável, o vocabulário de alto nível, a coesão textual que fizeram nos prender a cada ponto e vírgula do enredo...
    A riqueza de detalhes com que a estória foi dissertada foi maravilhosa. O ponto a considerar foi o fim meio que de forma brusca, mas uma jogada de mestre pois finaliza com uma enorme sensação de quero mais, além de ficarmos imaginando "N" maneiras de como foi esse tão aguardado jantar.
    Enzo, tu deverías ser o autor oficial de contos do blog, pois estamos diante do "João Emanuel Carneiro" dos contos eróticos rsrs.:-)
    Novamente os meus calorosos comprimentos.
    Sou de Montes Claros/MG, me add pra podermos ter um contato maior: vickitor.7@hotmail.com ahh se tiver mais contos postados em outro site manda o link pra mim... #fãnúmero1 rsrs

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    1. Nossa, tua animação me contagiou. Essa empolgação é bem coisa de mineiro mesmo. haha Que bom que tu gostou, sério.

      E sobre a ideia, fica a dica pro idealizador do blog. Estamos abertos à propostas. haha

      Enfim, obrigado pelo feedback. Abraços.

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  6. Como faço pra enviar meu contoo?...

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  7. hâaaaaaaaaaaa, e dai?????

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  8. Gostei do conto, mas é um simples sonho de adolescente.

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  9. O MELHOR CONTO DE TODOS! Agora, dê-nos o prazer de saber sobre esse jantar RS

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  10. Porra tbm gosto de um professor gostoso,lutador de kung fu uma delicia de cara

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  11. Concordo com os outros leitores acima. Esse conto é digno de ser publicado. Quando as palavras são escritas corretamente, os contos ficam com emoções, enquanto aqueles contos que além de ter uma pessima pronúncia e escrita, não dá tesão nenhum. Parabéns pelo conto, nota 10 ;)!!!

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  12. O conto é bom,mas esse negócio de deixar a Foda pra depois é ridículo.

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  13. O melhor conto que eu já tive o prazer de ler. Bem escrito e com detalhações, enfim, maravilhoso e espero ver continuação.

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  14. se vc é ruim nas humanas, nao sei cmo escreveu esse conto. Vc é mto bom no português, então é bom nas humanas amor.

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  15. Cara não sei mais se sentir tesao com o conto ou com sua escrita. Parabéns, gozei muito lendo esse conto. O Blog deveria tomar esse conto como base, prefiro ficar uma semana sem contos e ter um dessa qualidades sempre a ter que ler certos "contos".

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  16. conto perfeito, português impecável, as pontuações e os detalhes dão muito tesão. Nota dez.

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  17. Que conto lindoo foi esse??/?
    cara parabéns maravilhora historia.
    Esperando a continuação.

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  18. Nossa seu conto foi muito bom tive um igual com meu professor de Educação Física, so que foi ao contrario, ele o qual se apaixonou por mim.
    Sua ortografia é bastante correta, todavia, prendeu minha atenção. Parabéns!

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  19. A Ortografia Perfeita e a história interessante me fez parecer que eu estava lendo um Romance Gay Erótico....muito bom...me deu vontade de te experimentar também!

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  20. Amei seu conto , muito bem escrito , com detalhes MA RA VI LHO SOS , um TESÃO . Você é o Manuel Carlos do erotísmo . Quero saber o que aconteceu nesse jantar , estou a espera !!
    Entra em contato comigo walacepopstar@hotmail.com , deu muita vontade de chupa seu pau GOSTOSO !!

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