Olá
pessoal vou me apresentar tenho 20 anos; 1,60 m de altura; peso 60 Kg, moreno,
corpo com definição natural. Não mim acho lindo, mas segundo as mulheres sou um
charme além de muito simpático, sou bissexual versátil, sendo que tenho
preferência pelo sexo masculino. Sempre sou muito discreto para que as pessoas
não saibam de minha orientação, poucos amigos sabem de mim, sou bastante
reservado além de não ser afeminado, tanto que fico com os meus parceiros em
local afastado da cidade, exijo deles bastante sigilo.
Tenho
uma namorada (ela não sabe e nem desconfia de nada), com a qual nunca transei
por respeito a ela que vem de uma família bem conservadora, onde o sexo só rola
depois do casamento, nossas brincadeiras nunca passaram de beijos e mãos na
buceta e no peito sempre por cima das roupas, eu tenho o maior tesão por ela,
para aliviar o meu desejo, fico com alguns rapazes, seja como ativo ou na maior
parte como passivo, adoro chupar um pau, receber uma língua no rabo, sentir o
caralho entrando em mim e depois receber leitinho na boca.
Enfim, nesse mês de outubro, mas precisamente
dia 12 realizei um grande desejo e um sonho para muitas mulheres do bairro,
fiquei com o agente comunitário de saúde, considerado o homem mais lindo do
quarteirão, era um Deus grego tanto que ele deveria trabalhar como modelo e não
como agente de saúde. Julio (nome fictício) é um jovem de 22 anos, alto,
branco, cabelos e olhos pretos e um corpo sarado de tanto frequentar a academia
do bairro. Ele é muito cobiçado pelas meninas do bairro, tanto que sempre que
faz visitas domiciliares as mulheres (muitas casadas) dão um jeito de dar em
cima dele, ficando com roupas curtas oferecendo sucos e bolachas, etc. Sempre
saia boatos dele, inclusive chegou a arrumar brigas por conta de algumas delas.
Bem, vamos lá, eu tinha o maior desejo de ficar com ele, mas faltava coragem,
eu sempre dava um jeito de passar pela frente da academia para ver aquele
monumento de homem, o short que ele usava para praticar exercícios denunciava
um grande volume dentro do mesmo. Apenas nos cumprimentávamos quando nos víamos
no dia anterior a nossa foda, marcamos eu, minha namorada e uns amigos de irmos
a um barzinho. Quando dou conta chega o Julio e senta-se conosco para tomar um
chopp, ele havia sido convidado por um amigo em comum. Ficamos até tarde no
barzinho, quando os amigos começaram a ir embora, minha namorada pediu para
levá-la em casa, pois no outro dia tinha aulas cedo na faculdade, ao levantar-me
para acompanhar minha namorada o Julio pediu que eu voltasse para conversarmos
mais, foi quando ele deu um sorriso malicioso e eu logo percebi sua intenção,
falei com ele que tudo bem. Mais do que depressa levei minha gata em sua casa e
voltei correndo para o bar quando cheguei todos já haviam ido embora, parecia
que tudo conspirava ao meu favor, sentei e conversamos sobre vários assuntos
até partimos para o melhor “sexo”, perguntei a ele como ele se sentia sendo o
mais cobiçado e o maior pegador do bairro, ele mim respondeu que havia meses
que não ficava com nenhuma mulher por conta das brigas que arrumou disse que
estava decepcionado com elas e que estava a fim de encarar coisas novas, notei
na hora a direta que ele havia mim dado, olhei para ele começamos a rir e disse
que ele estava de gozação foi quando ele mim disse que não, que realmente
estava a fim de experimentar algo novo que já estava cansado de meter em
bucetas que queria comer um cuzinho.
Ele
me olhou com a maior cara de puto, sem que eu percebesse ele começou a passar a
mão em minha perna por baixo da mesa fiquei sem reação, foi quando o dono do
bar chegou e cortou o clima ao disser que já estava tarde e precisava fechar o
bar por medo de assalto, pagamos a conta e no nervosismo peguei minha moto e
fui embora deixando para trás o Julio. Mal conseguir dormir pesando no que
havia ocorrido, no outro dia bem cedo meus pais viajaram para uma cidade
vizinha para visitar uma tia e eu fiquei sozinho em casa, mal sabia que aquele
dia 12 eu realizaria o meu maior desejo.
Passei
a manhã toda fantasiando com ele, quando lá pelas 9:00 horas da manhã a
campanhia toca quando abro o portão do de cara com o Julio mim perguntando se
eu estava com a chave da outra casa de meu pai da rua acima que estava
desalugada, eu disse que sim, ele perguntou se eu poderia ir até lá para ele
fazer o trabalho de prevenção da dengue. Respondi que sim, pedi para ele
esperar enquanto fui pegar a chave aproveitei para pegar uma camisinha, um
lubrificante e meu celular que estava cheio de vídeos pornôs já havia pensado
em como iria seduzi-lo. A rua não é movimentada, assim seria melhor para
ninguém desconfiar de nada. Ao entrarmos tratei logo de fechar o portão, ele
logo percebeu minha intenção, ele foi para o fundo enquanto eu abria a casa
para ele inspecionar, a casa havia acabado de ser desalugada por um pessoal de
uma firma que prestou serviços para a prefeitura, os ex moradores fizeram
questão de deixar uns colchões no local, o que fiquei agradecido. Fui para um
dos quartos e comecei a ver os vídeos do celular, quando ele entrou no quarto
eu já estava sem camisa e ele mim perguntou o que eu estava fazendo, o chamei
para ver, ele logo se animou ao ver os vídeos. Começou a se excitar e quando
menos esperei senti aquela língua percorrer meu pescoço tremi feito gelatina,
sua língua percorria todo meu corpo, ele levou sua mão a minha bunda, meu pau
ficou duro como uma barra de ferro e o dele nem se fala. Levei a mão na
ferramenta e comprovei o que já havia visto na academia seu dote era de 20 cm
um belo pênis, mim levantei e ele mim puxou e demos um longo e profundo beijo,
levei a mão em sua calça e ele pegava e apertava minha bunda, nossos corpos
vibravam, o desejo falava mais alto, abri sua calça e tirei seu pênis. Agachei
e abocanhei aquele membro grande, grosso, lisinho e com uma grande cabeça
vermelha, chupei com maestria, chupei as bolas, chegando a por duas na boca,
dava leve mordidas, chupava como se fosse um sorvete pegava do começo até a
cabeça, passei a chupar somente a cabeça, enfiava a língua no canal e só
escutava o gemido intenso do Julio, que estava curtindo o momento feito louco,
o suor que descia de nosso corpo aumentava ainda mais o tesão.
Ele
pegou o caralho e forçou minha cabeça mim obrigando a engolir tudo, fazendo uma
maravilhosa garganta profunda, pegou a pica e começou a bater ele com força em
minha cara e depois no peito, logo segurei o caralho de novo e tomei o controle
de novo, voltei a fazer o melhor boquete que já ofereci a meus parceiros. O
corpo do Julio estremecia com as minhas mordidas intensas, ele me mandava
chupar todinha, dizia que era o melhor boquete que alguém já havia feito nele,
mim chamava de minha putinha e de boquinha de seda, foi quando ele não
aguentando mais anunciou o gozo, pressionou minha cabeça forçando a pica a
entrar no fundo da garganta, foi quando eu senti os primeiros jatos daquela
liquido quente, saboroso e em grande quantidade, quantidade essa que nunca
havia visto alguém esporrar antes, fiz questão de beber todo aquele liquido o que
ficou no canto da boca ele pegou com o dedo e enfiou na minha boca numa cena
típica de filme pornô. Veio e mim beijou novamente sentido o gosto da própria
porra.
Ele
mim levantou, tascou um tapa na minha bunda e mandou eu ficar de quatro no
colchão ele veio e com toda força de macho dominador abaixou minha bermuda com
força e enfiou a língua no meu rego, a sensação era única e indescritível ,
coisa que nunca senti antes, ele dava leves tapas e mordidas na minha bunda,
sua língua percorria todo o meu rego, dava cuspidas no meu rabo e fazia o
movimento de vai e vem como se tivesse comendo meu cu com a língua, abaixei
totalmente deixando o rabo bem empinado e arregacei com as mãos, foi quando
sentir o dedo entrando, primeiro um, depois dois e quando dei por mim eu já
estava com três dedos atolados no meu cu, ele gemia e mim perguntava se eu
estava gostando, e eu respondia que sim, passou a mim dar tapas na bunda com
uma força maior, depois levantou-se e com a pica já dura novamente passou a
bater com ela na minha bunda que já estava vermelha de tanto apanhar, passou
então a percorrer meu corpo com aquele mastro como se estivesse reconhecendo o
terreno, pergunta se eu queria receber pica no rabo e eu respondia rebolando a
bunda. Foi quando ele mim puxou pelo cabelo, me jogou contra o chão e mim
obrigou a tirar seu tênis e abaixar sua calça, fiz tudo como ordenado estava
adorando a sessão de masoquismo, tudo aquilo me deixava mais excitado, ele
pegou o cinto de sua calça e amarrou em meu pescoço passou a me chamar de
cadelinha e me pedia para implorar para chupar sua pica, eu obedecia a tudo,
voltei a chupá-lo e dizia que aquele era sem dúvida o melhor e mais gostoso
caralho que já enfiei na boca, ele pegou e mim deu os dedos para chupar também.
Ele deitou no colchão mim puxou pelo cinto até a sua boca onde voltamos a nos
beijar enquanto isso sentia seu caralho no meu rego, suas mãos percorriam meu
corpo começou pela cabeça até chegar a bunda onde voltou a dar tapas e enfiar
os dedos. Quase gozei na hora. Sai de cima dele, e ele mim deitou na cama e
voltou a chupar meu rabo, ele pegou o lubrificante que eu trouxe e passou nas
mãos foi quando eu senti os 4 dedos dentro do meu rabo, ele enfiava e tirava os
dedos do meu rabo, brincando com meu rabo, mim xingava de viado, mandava eu
gemer e era o que fazia, dizia que hoje iria mostra como se arromba um rabo de
verdade.
Ele
mim pediu para implorar para ser enrabado, eu implorava como a verdadeira
putinha que eu havia mim tornado naquele momento. Até que ele pegou a camisinha
e depois de envelopar a caceta e deixar bem lubrificada, ainda de 4 começou a
enfiar o cacete bem devagar, apesar de meu ânus já está dilatado foi barra para
aguentar aquela cabeçona entrar foi ai que de uma só vez ele enfiou tudo, puta
dor sentir achei que ia desmaiar pois apesar de meu rabo já ter passado por
várias rolas aquela era a maior tanto em tamanho quanto em grossura, o volume
preencheu todo o meu reto e a dor era insuportável só não era maior do que o
tesão, era maravilhoso ver aquele mastro em meu rabo. Ele ficou parado um tempo
até eu me acostumar com o volume dentro de mim, logo depois começou a fazer um
vai e vem bem devagar para que eu não senti-se dor , mas aquele momento eu já
havia perdido todas as estribeiras. Mandei ele meter sem nenhuma dó, ele logo
atendeu tirava toda a pica dentro de mim e enfiava tudo de uma só vez, e eu só
gemia, ele passou a bombar forte, dava tapas em minha bunda, me chamava de
gostoso e putinha. Pediu para descrever sua caceta e eu respondi e grande
grossa, com uma cabeçona vermelha além de gostosa. Eu deitei na cama e ele veio por cima,
metendo com um grande apetite sexual, a foda era intensa. Depois ele saiu de
cima de mim e me ordenou que cavalgasse naquele pica, sentei sem nenhum pudor e
comecei uma longa e gostosa cavalgada, ele segurava-me pela cintura e me
pressionava para baixo contra seu sexo. Meu pau começou a jorrar um leite
intenso, ele pegou com as mãos e passou em seu peito e eu olhava com admiração
aquela cena sem acreditar no que estava acontecendo. Transamos em várias
posições: costa quente, cadeira safada, coladinhos de lado, doce gangorra,
mulher no comando, ascendente, tigre branco, tigre e dragão, lótus, cadeado, o
barco bêbado, a bomba, isso é bom (para essas 4 últimas usamos uma mesa e uma
cadeira também deixava pelos ex moradores), algumas bem perigosas mas
divertidas pois facilitavam a penetração e também o tesão como carrinho de mão,
congresso suspendeu (união suspensa), bigorna, enfim foram várias posições,
algumas que não recordo o nome.
Ele
sempre arregaçava o meu cu e olhava para o estrago que fez, cuspia dentro,
enfiava os dedos, mostrava como meu ânus estava dilatado, e falava que hoje eu
senti o que é ter um macho de verdade na cama (e era verdade, nunca tive uma
transa, como essa), logo depois ele gozou dentro de mim, eu claro não podia
desperdiçar aquele líquido tirei a camisinha e engoli toda a porra peguei seu
pau e deixei limpinho, ele adorou ao ver que curtia muito seu sêmen. Não
aguentei também e gozei numa força e em grande quantidade, coisa que nunca
fiz. Continuei chupando ele por uns 5
minutos até sentir o pau amolecer em minha boca. Caímos desfalecidos na cama,
os dois molhados de suor, não falávamos anda apenas nos olhávamos e riamos e
concordávamos que essa transa tinha sido a melhor de nossas vidas, uma transa
inesquecível.
Descansamos
por uns 20 minutos quando ia mim arrumar para ir embora ele mim puxa pela
cintura mim joga no colchão de novo e mim dá outro longo beijo, levei a mão ao
seu sexo e senti ele já ereto (nunca vi um homem com esse fogo), veio por cima
de mim e colocou para fazer um novo boquete, chupava e punhetava ao mesmo tempo
não demorou muito e ele logo havia gozado, mas dessa vez ele não deixou eu
engolir veio e me beijou ainda com a porra na boca, nossas salivas se
misturavam com o gosto de sua porra, enquanto nos beijávamos ele mim punhetava
logo havia gozado na minha barriga e ele espalhou com a mão a porra sobre todo
meu abdômen o resto que ficou na mão dele ele mim colocou para lamber. Fomos
tomar um banho, enquanto estávamos debaixo do chuveiro ele lavava meu rabo e
enfiava os dedos para ver o estrago, meu rabo estava muito ardido parecia que
havia enfiado uma brasa dentro, pois nunca havia sido penetrado por um pênis
tão grande. Terminamos o banho e fomos nos vestir, trocamos os números de
celular, e disse que ele poderia ligar a qualquer momento para repetimos a
dose, ele disse que com certeza que adorou comer um cuzinho pela primeira vez.
Ele saiu na frente, para ninguém desconfiar, passou uns 10 minutos e sair
depois. Ninguém nos viu, voltei para casa com a sensação de realizar o meu
maior sonho, nunca podia imaginar que eu ficaria com o homem mais cobiçado do
bairro. Encontramos-nos outras vezes, mais isso são outras estórias que fica
para a próxima.



Bom conto brother!
ResponderExcluirNa próxima troque o "mim" pelo "me", pois o pronome "mim" não conjuga verbos!
Abraço!
Anônimo anterior, muito legal seu comentário. Não é por ser um blog adulto que a norma culta deve ser desrespeitada.
ResponderExcluirAbraço.
=)
Ele é índio? "Mim"?
ResponderExcluirConto interessante, mas o português acabou com o clima. Enfim...
ResponderExcluirQuanta imaginação!!
ResponderExcluirMim não conjuga verbo²
ResponderExcluirNossa adorei o conto. Uma delicia, as posições,a dedada, e fiquei baita tesão no "Julio", pelo que o autor contou, ele é uma deliciaaaaa. E o autor também é uma delicia, só de ficar com um macho desse. Enfim, amei o conto, atiçou mt a minha fantasia e minha imaginação. O melhor conto que eu ja li. Beijos Big Dotados, melhor conteúdo a net S2.
ResponderExcluirmim... corta o clima!!!
ResponderExcluirmim gostei... pena q o uso dos "mins" cortou o clima - como já disseram!
ResponderExcluirmim ser índio....mim não faz nada
ResponderExcluirMim quer goza.
ResponderExcluirKkkkkkkkkkkkkkk:-P
Mim ficar mto chateado com esse português.
ResponderExcluirMe colore que eu tô bege com tanto mim.
ResponderExcluirBom conto! Mas vi tanto mim que quase mim matei! Mas o conto eh bom.
ResponderExcluirmim achar estranho,ser bi, e ter preferência por homem,e ainda gostar de ser "passivinho" assuma logo que é gay,e adora sentar e mamar em uma rola
ResponderExcluirmim não conjuga verbo.. faltou na aula de português????
ResponderExcluirEste comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirKkkkkkkkk... Apoiado!!
ExcluirMim nunca mais vai falar mim
ResponderExcluirOie Alex, moro em caetité, te adc lá no msn. Que tal marcarmos de nos encontrar? Ai aproveito e te ensino português, tá precisando viu. Sou passivo, discreto e tenho 18 anos. Só transei uma vez só.
ResponderExcluirEsse povo foge da escola e depois não sabe escrever. Parei de ler no começo pq não aguentei tanto "mim". Perdi todo tesão de conhecer o gatão do bairro. Aff.
ResponderExcluirmuito bem descrito, dava pra sentir tudo isso nas entrelinhas
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