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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Conto - A volta da Festa‏




A volta da festa!

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Eu me chamo Eduardo, nunca quis aceitar o fato de ser gay, sempre imaginei que eu poderia controlar meus desejos, sou branco, olhos claros, discreto, tenho 1,79, 75 quilos, um corpo normal, cabelos bem curtos.
A história de hoje aconteceu há poucos dias, estava voltando de uma festa de rua que tem aqui na minha cidade, já era tarde da noite e como sou muito "corajoso" para não dizer louco resolvi voltar andando para casa, cruzando a esquina encontro um vizinho da rua de trás, nunca conversamos antes, apenas trocamos cumprimentos formais, mas como era perigoso para mim e para ele voltarmos cada um sozinho resolvemos voltar juntos e fomos conversando. Ele é moreno, corpo normal, um carinha gostosinho, jeito de malandro, deve ter uns 25 anos, é noivo e para minha surpresa é super simpático. Passamos boa parte do caminho comentando os shows das bandas daquele dia e as que teríamos na noite posterior. Em certo momento me deu uma súbita vontade de dar uma mijada (juro que foi sem malicia, eu havia bebido muita cerveja durante a noite) e ele veio junto, era uma rua escura e calma, tinha um beco entre duas casas que não tinha saída, entramos no beco, mas como estava cheio de lixo e fedendo saímos rindo e sem mijar, mas a frente encostamos no poste, eu de um lado, ele do outro e mijamos, reparei pela sombra que se projetava no chão que aquele moreno era gostoso também de rola, forcei pra terminar primeiro e dei um passo pra rua e pude ver ele mijando, pau normal, mas grosso, mesmo mole estava com a cabeça toda a mostra (devia ser circuncidado), ele percebendo que eu estava olhando apenas sorriu e continuou, terminou de mijar, mas não guardou a rola, desceu mais a calça e a cueca até a metade das coxas, nossa que coxas gostosas, um saco grande, bem volumoso, fiquei de pau duro na hora e ele pareceu também começar a se excitar, mas guardou a rola e continuamos nosso caminho.
Só que ele começou a me questionar sobre namorada, sobre sexo e tal, eu sempre me esquivando e dando uma de hétero, afinal já tinha dado bobeira sacando a rola dele, vai que ele fosse um homofóbico e quisesse me bater? Chegando na esquina da casa dele ele me olha nos olhos e aperta o pau, que pelo volume devia tá durão:
_ Tô doido pra gozar, vou ter que bater uma quando chegar em casa, senão eu num durmo.
Gelei na hora, me deu uma tremedeira, demorei um pouco a processar, mas consegui responder:
_ Pra que bater se você pode meter?
_ Meter em quem? - ele perguntou.
_ Sei lá, tua noiva, alguma amiga....
_ Você? - ele me interrompeu e eu não respondi nada de tão nervoso.
_Quer? - ele me perguntou abrindo o botão da calça.
Só balancei a cabeça dando sinal positivo. - Me segue!
Moro com meus pais, eles não sabem de mim, mas nossa casa é um prédio pequeno com dois andares, meus pais dormem no último e tem uma sala no térreo, naquela hora todo mundo tava dormindo e eu tive um surto de coragem e levei ele pra lá. Chegando em casa ele que estava tremendo: - tu é maluco, se alguém pega a gente?
_ Você que começou, agora tem que terminar, nada de barulho e vai dar tudo certo.
Ele entrou com cuidado, ficou em pé sem saber o que fazer, eu tomei a iniciativa e passei a mão no seu pau, estava mole - acho que de nervosismo - abri a calça, ele estava com uma sunga preta apertada, baixei a cueca, poucos pelos, um cheiro de macho, puxei mais sua calça até encostar no chão, ele só de cueca e com o pau mole pra fora, sua respiração foi ficando mais ofegante, percebi que ele estava muito nervoso, pedi para ele relaxar, ele cerrou os olhos e encostou-se na parede: - chupa...abaixando a cueca e colocando o saco pra fora.
Cai de boca naquela rola e ela foi crescendo na minha boca, ao som de gemidos baixos dele, aquele pau foi crescendo e como já suspeitava não era tão grande, mas grosso, cabeçudo e reto. Chupei muito e ele metia na minha boca como se fosse uma buceta, muitas vezes me engasgava e a baba escorria pelo pau dele todo, ele tirou o sapato a calça e camisa, ficando só com a cueca na altura das coxas, ele tinha um par de coxas e uma bunda linda, torneadas pelo futebol diário, ele mais relaxado começou a alisar minha bunda, eu arrebitei mais e ele abriu minha calça e ficou me dedando, cuspia no dedo e enfiava no meu cu sem pena que até doía. Ele sentou no chão, eu tirei a roupa e fiquei ajoelhado, de quatro, enquanto eu chupava ele brincava com minha bunda até que se levantou e perguntou: - quer levar rola?
Eu nem respondi nada, apenas virei a bunda e abri o máxi que pude, ele deu uma cuspida e encostou a cabeça do pau na entrada do meu cu, foi forçando, parecia que tinha algo me rasgando, fazia tempo que não era passivo e ainda mais sem gel, no seco, senti cada pedacinho do pau dele entrando, rasgando as paredes do meu cuzinho, aquele pau moreno ia forçando, eu mordia minha camisa de dor, ele cada vez mais forçava com força até que senti o saco dele bater na minha bunda, ele deitou-se um pouco sobre mim e disse no meu ouvido: - entrou tudinho vadia safada.
Eu não curto muito ser chamado de mulher, mas me deu muito tesão, ele me puxou pelos cabelos e começou a meter, caramba, a cada estocada eu ia no céu e voltada de dor, era muita dor, mas aquelas mãos fortes segurando meus quadris e fudendo estava me deixando louco. Ele me levantou e ficamos de pé, a dor deu uma aliviada, ele meteu um pouco e me puxou pra sentar em cima daquela pica, fiquei pulando naquela rola de costas pra ele, ele percebendo que estava de pau duro também pediu pra virar e falou: - eita que esse viado é macho mesmo, dá o cu de pau duro! Vira pra cá! Sem tirar  pau virei, ele ficou me punhetando, enquanto eu fiquei pulando naquela rola, quando não aguentava mais pedi pra ele me fuder deitado, fiquei de frango assado e ele veio por cima de mim. Como aquele homem fode bem, o rebolado dele enfiando e tirando a rola do meu cu me deixa louco até agora me lembrando. Meu pau já estava babando e ele metia cada vez mais forte, me dava tapinhas na cara me chamava de cachorra...me senti uma verdadeira puta e ainda mais vendo a aliança de noivado no dedo dele, aquilo me encheu de tesão, até que ele disse que ia gozar, bastou só tocar no meu pau pra os esguichos de gala invadirem meu peito, ele tirou o pau do meu cu, parecia que estava em brasas, ficou em pé sobre mim e começou a gozar, ele de pé e eu deitado no chão só recebendo gala na cara, nunca havia ficado tão submisso numa foda, mas gostei demais, ele ficou em pé me olhando e seu pau pigando gala ainda, eu com o cu todo lascado não conseguia nem me erguer, vendo que não me levantaria sozinho ele me deu a mão, ele nem quis tomar banho, apenas lavou a rola na pia do banheiro e se despediu, eu fiquei no banheiro vendo o estrago no meu cu. Fui dormir me sentindo uma vadia mesmo, mas satisfeito por ter provado um sexo diferente.
No outro dia nos falamos como de costume, mas seu olhar me desejava e a pegada que ele deu no pau me disse tudo, mas ainda não apareceu a oportunidade, espero ser a putinha dele mais vezes.
Se gostou deixe um cometário....tenho mais histórinhas pra vocês e será um prazer conta-las. galego.mil@hotmail.com

5 comentários:

  1. Gozei litros e litros com este conto.A se eu encontrace um vizinho gostoso desses em minha rua.

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  2. Olhar o estrago feito por uma pica no cuzinho depois de seu todo fudidinho é sempre bom.Isso é sinal de fartura.Delícia!Bjss.

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  3. Até que enfim um conto com pessoas normais. Muito bom o conto, realmente passa a impressão de ser verídico.

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  4. Gostei do conto uma verdadeira classe de realismo, já passei por fato semelhante a esse e quando eu criar coragem eu conto também como foi, e olha estou contigo esse negócio de chamar de mulher não ta com nada, porque vadia, puta, cachorra e outros adjetivos maldosos, sempre deixa uma impressão de insatisfação e de deboche com a nossa cara. Parabéns!

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  5. Delícia de conto.

    É de babar o pau...

    Escreva mais.

    Parabéns.

    atc.07@hotmail.com

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