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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Contos: O ROLUDO SILENCIOSO

Este conto foi enviado por um leitor o Big Dotados:
         Estava em minha casa e o tesão era demais, resolvi então dar uma voltinha na praia de Piedade. Tomei um banho gostoso, me perfumei e vesti uma sunguinha fio dental que de tão minuscula quase não acomoda todos os meus atributos. Sou moreno, algo, olhos claros, cabelos crespos, e uma bunda que tirar o fôlego, é um verdadeiro bundão, são 105 cm de puro prazer. Sou passivo, e não tenho namorado, logo o tesão as vezes fica incontrolável. Lá fui eu, tarde da noite passeando pelo calçadão, bermuda e camiseta coladinha, procurando uma rola gostosa para me satisfazer.
A prais de Piedade é um oásis, com vários pontos de pegação. A ferveção e orgia rola menos próximo à antiga igrejinha na altura do shopping, a areia ferve, é bicha chupando, dando, fazendo trenzinho, um paraíso, e eu adoro. Pessoalmente adoro ficar próximo da igrejinha, dá pra ver quem chega e quem está indo embora e quem sabe rola algo? O astral da praia de noite é muito bom, mas como eu disse a pegação rola em todo lugar, começa antes do Hospital da Aeronáutica e vai por toda a beira mar. Gosto também da área próxima ao relógio digital, já dei muito por ali. 
Mas vamos voltar ao tema do conto. Chequei no calçadão e andei um pouco, como estava escuro algumas sobras andavam sorrateriamente por entre os coqueiros, e outros massageavam suas rolas dentro das bermudas. Eis que um em particular chamou minha atenção, estava numa bicicleta, era magro, baixinho, e usava boné, do tipo cafucú, que eu adoro. Me aproximei dele, já que tinha parado perto de mim e esperava minha aproximação. Cheguei perto o suficiente para reconhecer o carinha, era um frequentador assiduo do local, nós já haviamos transado umas tres vezes se não me engano e eu até estava com saudades  dele. Sem dizer uma palavra e sem nenhuma expressão no rosto ele sempre esperou minha iniciativa para começar alguma coisa, eu olhei bem em seus olhos, pisquei, mordi meu lábios inferior e desci para a areia, ele me seguiu do calçadão até um lugar mais reservado na altura de um imenso terreno baldio, que na época estava montado as tendas de um famoso circo.
Ele desceu com sua bicicleta, ao chegar perto de mim, ele deitou na grama, e eu sentei ao lado dele, não perdi tempo e comecei a acariciar a rola dele sobre a bermuda,tinha esquecido como a pica dele era grande e grossa, mais grossa do que comprida, mas de uma beleza e perfeição, e o melhor, por mais que se chupasse ele permanecia sequinha, não gosto muito de picas que espelem muito sêmen seminal. Depois de muito apertar tudo aquilo, abri a bermuda dele devagarinho, do jeito que me lembrava que ele gostava, e fui mordiscando a piroca dele por cima da cuequinha azul de algodão, tirei ela com os dentes e deixei aquele pauzão à mostra, comeceei cheirando, adoro cheirar pau, observar, admirar os pauzões, beijei muito aquela tora magnífica, e comecei a lambê-la, tudo sempre olhando firme para seus olhos que fitavam-me sem tirar os olhos dos serviço que eu fazia em seu pau. Chupei muito aquele pauzão, só não fiz garganta profunda, era muito grosso para isso. Chupei o saco dele, pús uma bola, depois outra na boca, beijei mais aquela linda rola. Enquanto isso ele alisava minha bunda, e tentava abrir meu ziper, até que resolvi ajudar, levantei e abri o shorts e voltei pra chupar aquela vara, ele agora puxava meu fio dental, massageava meu cuzinho macio, e eu comecei a ficar afim de levar aquele pauzão no meu cu.
Levantei e abaixei mais minha bermuda, aproveitei que ele estava deitado, e sentei no pau dele ainda, esfreguei meu cuzinho naquele mostro ainda de fio dental, ia e voltava, enquanto ele segurava meus quadris para dar o rítmo, não aguentei mais, e tirei uma camisinha do bolso, vesti com muita dificuldade naquele pauzão, e tentei sentar em cima da pica dele, em vão, fazia tempos que eu não dava, e tava muito seco, passei um cuspi no meu rabinho, e tentei de novo, fiquei tentanto um pouco e começou a entrar, macio, e escorregou para dentro quando a cabeça passou, foi um deslizar gostoso, adorei, daí meu cu travou e passamos um tempo assim, eu esfregando minha bunda na  virilha dele com o pau atolado no meu cuzinho. Uma delícia, tentei tirar tudo e enfiar de novo mas tava doendo, consegui subir e descer algumas vezes. Até que ele resolveu assumir seu papel de macho da relação e me pós de quatro sem tirar, e começou a meter sem se preocupar se meu cu tava travado ou não, nossa que dor, começou a arder aquela tora me forçando e eu pedindo pra parar, mas ele sem esbocar nenhuma reação, uma pedra de gelo fudendo meu rabo, ele começou a me apertar e ficar frenético, nessa altura já estava gostoso e eu deixei rolar, até que ele gozou bem sentido e demoradamente no meu cu. Tirou com tudo o bruto, e tirou a camisinha, eu me levantei e me vesti enquanto ele olhava minha bunda. Afastei-me em direção à igrejinha, enquanto ele foi tomar um banho de mar com aquilo tudo pendurado.
Quem quiser uma aventura gostosa, meu nome é Freja e pode entrar em contato comigo por msn frejavy@hotmail.com    sou somente passivo, somente aos big dotados, adoro pissing.

4 comentários:

  1. Deu vontade de ir para a praia de Piedade, adoro bareback!

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  2. Gente essas bichas que gostam de pegação parem de fazerem sexo oral em desconhecidos, sexo oral tbm transmite AIDS ok ???

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    Respostas
    1. Que maravilha bee! Isso que tomar no cú, ser passivíssima e sem perder a linha hein? Essa dor é gostosa! É sinal de que vc não enganou seu cuzinho com pouca coisa.Vc sabe né? Cú é mudo, cégo e surdo. Picão grande e grosso é muito gostoso. Entra e sai detonando. Fina é catucar cú no inferno. Vc é das minhas. Gostei! Vc arrasou!! É isso ai. Bjss

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  3. comi um cara uma vez, de um jeito um pouco parecido! ki foda boaaaaa

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