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sábado, 31 de março de 2012

Contos: Um puto sedento numa tarde fria

Este conto foi enviado por um leitor do blog:
       Olá a todos do Big Dotados. Sempre tive vontade de narrar alguma aventura, e tentar vê-la publicada no Blog; então resolvi fazer isso hoje. Já fiz uma observação – nada científica, rsrs – de que dependendo da fase da lua, eu fico mais ouriçado, inquieto demais, procurando sexo em cada minuto do dia, em todo lugar que eu vá. Fico olhando os machos, seus corpos, suas malas, e por vezes alguns olhares se cruzam num circuito quase elétrico que faz a gente ter certeza: esse curte.
Eu estava assim dias atrás – coincidentemente bem nos dias de mudança de fase da lua crescente para lua cheia – louco e desvairado pra encontrar um parceiro. Visitei chats, aproveitei cada saída para azarar: no supermercado, na locadora, no parque, olhar atento e pronto para encontrar o cara.
Um cara que eu tinha conhecido há uns quinze dias, fisioterapeuta, me ligou marcando pra encontrar no meio da tarde. Um tipo tímido sedutor...rsrs... 38 anos, peitoral peludinho que eu adoro, um corpo todo proporcional e o pau grosso e reto, cabeçorra vermelhinha, muito gostoso, uma carinha de garotão carente e faminto que me faz ficar com vontade de abraçar e cuidar... hehe. Pena que, por gostar também de mulheres, achava que nunca iria querer namorar de verdade com um homem. Nem tudo é perfeito. Fomos a um motel – era nosso segundo encontro – trepamos gostoso por duas vezes: uma vez gozou dentro do meu cu, enchendo literalmente a camisinha de porra, e na segunda, pediu pra gozar na minha cara. Eu deixei e ele gozou me xingando e batendo com o pau no meu rosto.
Ele tinha plantão no hospital em que trabalhava e nem esperou para que eu gozasse. Tudo bem, eu também tinha que passar em casa e, mais tarde, ir à rodoviária esperar um parente que chegaria à noite. O tesão ainda estava alto. Já era final da tarde, e estava bem friozinho. Saí de casa mais cedo que o necessário com alguma desculpa de passar em outro lugar antes, e dei umas boas varreduras pelo terminal de ônibus, plataformas e saguões de espera, olhando, olhando...
Às vezes tenho sorte. Eram uma 18h00 e numa dessas idas e vindas, quando entrava no saguão de espera no desembarque, meu olhar cruzou com o de um rapaz de uns 25 a 30 anos (eu tenho 43, bem conservados). Olhos lindos o do moço... um tipo meio mauricinho, cabelo impecável e bem penteado, uma bermuda folgada, camiseta, e uma vistosa aliança na mão esquerda. Nos encaramos: eu fui para um setor mais próximo aos boxes de paradas do ônibus, ele se encaminhou pra saída. Dei uma olhadinha discreta, já meio de longe, e vi que ele também me olhava. Me distraí por uns minutos olhando os carros que chegavam e o movimento dos passageiros, e quando me virei lá estava o moço. Alisou o pau, discretamente, deu uma apertadinha, e eu olhando descaradamente, mas tomando o cuidado de vigiar as pessoas por perto, me certificar que não tivesse ninguém percebendo. Ele também, me encarando, se dirigiu para uma escadaria que leva a um mezanino onde quase ninguém usa. Dei um tempo e fui atrás. Posicionei-me no patamar olhando pra ele massageando sua mala e vi o volumão ir aumentando. Ao mesmo tempo ficava de olho pra ver se vinha alguém pela escada. Ele enfiou a mão na cueca e ajeitou o cacetão, que já estava bem inchado, e veio descendo até onde eu estava. Apertei seu pau sobre a bermuda e ele pegou e na minha bunda e apertou gostoso. Nisso vinha um cara mais velho subindo e sacou tudo, pois não deu tempo de disfarçar. O velhote deu uma ajeitada no saco também, mas eu segui o rapagão até o banheiro. Quando entrei, ele estava num mictório, eu fiquei ao seu lado e conferi o pauzão meia bomba na mão dele. Delicioso, cabeçona vermelhinha parecia bem grosso, do jeito que eu gosto.
Ele saiu do banheiro porque estava muito cheio, eu o segui e o vi próximo à entrada. Fiz sinal de jóia, ele retribuiu e fiz novamente um sinal pra que ele me seguisse. Fui até o estacionamento, entramos no carro e já tirou o pau pra fora, perguntando se eu queria conferir o tamanho que ele ficaria. Safado. O problema é que os vidros do carro são claros, sem filme, e bem à frente estava a calçada, com gente sentada, ou passando. Liguei o carro e procurei uma vaga mais afastada, sob umas árvores onde a iluminação era mais fraca. O cara mal esperou eu estacionar e já colocou o pau pra fora da bermuda, perguntou se eu gostei. Respondi caindo de boca naquela rola branquinha e grossa, enquanto ele vigiava se alguém se aproximava. Me xingou de safado, e me encheu o ouvido de mais putaria, enquanto procurava o meu cu com a mãozona dentro da minha calça. Falei, com dificuldade, enquanto mamava que ele poderia enfiar gostoso os dedos, por que estava limpinho, pois eu havia acabado de dar o cu. O cara pirou quando escutou isso. Eu mamava e ele me dedava, dizendo que meu cuzão era bem laceado e que eu agüentava dois paus. Perguntou se eu topava, eu disse que sim, e tentava rebolar com a mão dele na minha bunda. O clima foi ficando bem quente, ele ofegante, eu com a boca cheia, até que ele anunciou que iria gozar, e encheu minha boca de porra. Levantei meu corpo, me ajeitei, abri o vidro e cuspi a gala viscosa do macho. Trocamos telefone e ele prometeu que iria achar um parceiro pra gente fazer a três. Fiquei sem gozar de novo, e só o fiz mais tarde, no banho, lembrando dos dois machos com que eu havia tido momentos bem gostosos.
Se alguém quiser me adicionar no MSN, poderemos trocar umas idéias. Moro em Minas Gerais, no triângulo mineiro, e tenho 44 anos. dr.abobrao@hotmail.com.

2 comentários:

  1. É isso ai...dedada no furingo, gozada na boquinha e fica tudo combinado assim...

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  2. Volks_surf@hotmail.com

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