Uma quarta-feira perdida, perdida
mesmo, meu novo guitarrista ligou pra mim. Era bem cedo, umas sete horas da
manhã, atendi o celular meio zonzo. Ele perguntou se eu ainda lembrava que a
gente tinha combinado de descer duna. A gente tinha combinado mas não tinha
marcado data. É hoje, ele me disse. Te espero no Terminal de Messejana daqui a
uma hora, tô levando as pranchas. Disse isso e desligou. Não dei a menor
importância, virei de lado, voltei a dormir. Cinco minutos depois ele voltou a
ligar. Borá meu, ainda ta ai. Como sabia que ele voltar a ligar, peguei o que
era necessário, tomei banho, bebi alguma coisa, coloquei minha sunga, camiseta
e bermuda e fui pro encontro com ele. Moro perto de um dos terminais da cidade
então em menos de vinte minutos, tava dentro de um ônibus lotado indo pra outro
terminal me encontrar com ele. Ele tava lá vendendo simpatia pras meninas que
iam pra aula, eu tive que ri da cara dele. Duas pranchas de sand na mão e me
olhando com aquele sorrido de eterna festa. Olhei pra ele e foi logo com minha
simpatia de cara sem trabalho e com saco do mundo, porra meu me tirar da cama.
Ele olhou pra mim e riu, borá meu você vai se diverti. Tomamos um ônibus meio
lotado e mais alguns minutos depois estávamos descendo do ônibus na estrada, entre
as praias de Abreulândia e Sabiaguaba.
Era ali que eu gostava de descer
duna, entre as praias existe uma área com uma serie de dunas boas pra descer,
algumas até com ângulos quase retos, bons pra uma queda. A gente andou um
bocadinho até chegar à parte boa, sempre atento porque tem uns marginais que
adoram ver uns carinhas vacilando nas dunas, infelizmente é assim a coisa. A
gente pegou algumas dessas dunas boas, desceu, subiu, desceu e subiu até se
cansar, depois a gente partiu pra outra. A descida e sempre maravilhosa a
subida é dolorida, principalmente pra quem tirou férias desse esporte. Eu tava
enferrujado e meio, ele tava em forma e tirava sarro com as minhas quedas nas
manobras mais bestas. A gente ficou nessa por um bom tempo e depois lá pelas dez
horas desceu pra praia que também tava bem vazia. A gente deixou as pranchas,
as roupas na areia, de sunguinhas e cairmos no mar. Sol quente, areia e depois
um mar gostoso não tem cartão de credito que pague. O clima tava bom.
O mar tava calmo, onda baixa, a
gente ficou bem perto, rindo da cara do outro, jogando água um no outro, ele
chegou mais perto de mim. Apertou meu pau e o puxei pra mim, segurei pelas
costas e mordi seu pescoço, ele esfregava e roçava o pau na minha bunda, baixei
a sunguinha um pouco e alisei meu pau na bundinha dele. A água batia na nossa
cintura, a onda atrapalhava um pouco, mas o negócio tava bom. Eu metia meu pau
na bundinha dele, alisava seu pau, mordia o pescoço dele. Aumentava o ritmo com
que metia nele e aumentava a punhetagem também. Ele deu uma empinadinha pra
trás, eu beijava a boca dele, ele mordia meus lábios e me ajudava na
punhetagem. Ele me mandou ir mais rápido. Aumentei o ritmo, ele gozou apertando
meu pau com a bunda e eu dentro dele. A água continuava deliciosa.
A gente voltou pra areia, sempre
atentos a aproximação de estranhos. Por sorte não apareceu ninguém, o clima
tava bom. Sentados em cima das pranchas, eu tremia com aquele friozinho de quem
saiu da água. Ta com frio é Cacau? ele olhou pra mim rindo, chega junto aqui e
se aquece. Juntei minha prancha a dele e o abracei forte. Dois caras molhados
se abraçado, porra que doideira, que massa, rsss. Alisei seus cabelos e beijei
a boca dele, nossa a gente tava parecendo casal de namorados. Eu me levantei
pra dar uma olhada geral na praia, ver se tava tudo ok. Ele se aproveitou da
situação e deu uma mordidinha por cima da minha sunga. Tava tudo bem. Ele
continuava sentado em cima das pranchas, eu desci ate ele, fui baixando ate o
pescoço dele, gostosinho salgado, beijei o pescoço, fui descendo até o bico do
peito dele, mordendo com jeito pra não machucar, beijei a barriguinha dele, fui
me afastando, beijei sua cintura, dei uma mordidinha por cima da sunguinha
dele, fui beijando suas coxas, apertando sua bundinha. Suas canelas, limpei a
areia dos seus pés, comecei a massagear seus dedos, beijei seus dedos, ele
sentia um pouco de cócegas e ria um pouco, olhei pra ele, ri e fui roçando
minha sunguinha no dedão do pé dele, alisando suas pernas e apertando o pau
dele. Ele me olhava e sorria. Eu baixei minha sunga e deixei o dedão roçar
minha bunda, parecia a cabeça do pau dele. Eu tirei o pau dele pelo lado da
sunga e punhetava, ele metia o dedão na minha bunda e eu gemia com aquilo.eu
cheguei no pau dele e dei uma bela chupada, ele alisava minha cabeça e entrava
e saia com o dedão na minha bunda. O pau dele tava bem melado, ele olhou pra
mim e eu lhe disse, sua vez meu chapa.
Eu puxei a sunguinha dele fiquei
de pé e ele me deu uma bela chupada, fui descendo e ele foi beijando minha
cintura, o umbigo, a barriga, o peito, o pescoço, e quando a gente ficou cara a
cara, o pau dele tava alisando minha bunda pedindo pra entrar. Ele me segurou
pela cintura e foi me ajeitando no pau dele, que foi entrando com facilidade, e
quando chegou lá bem fundo, fechei meus olhos, mordi os lábios e comecei a
subir e a descer no pau dele. Caralho, ops caralho mesmo, aquilo tava muito
gostoso, ele me comia e me apertava as coxas, o peito, me beijava e me
punhetava. Ele ficou deitado na areia, olhando pro céu enquanto eu comia o pau
dele com minha bunda e alisava o saco dele. Eu parava e segurava o pau dele com
minha bunda, ele gemia me olhando nos olhos e eu voltava a punheta-lo, ele
batia uma bem gostosa pra mim. Ele disse que tava pra explodir, eu aumentei o
ritmo ele gozou dentro da minha bunda, e eu gozei na barriga dele com o pau
dele ainda dentro de mim. A gente se recompôs e depois de uns cinco minutos
caiu na água de novo. Nunca pensei que transar assim numa praia deserta, por
pura sorte, diga-se de passagem, fosse tão bom.
Ainda era cedo e a gente resolver
descer mais algumas dunas, a subida agora doía um pouco mais que a descida, mas
ainda assim a gente pegou algumas dunas maneiras. Até que a gente achou uma bem
legal. Ele olhou pra mim com aquele olharzinho safado, cara sempre quis fazer
isso, ele me disse, e eu perguntei o que. Primeiro ele se certificou de que
aquela duna era segura. O local tava tão vazio que dava medo. Ele deitou nossas
pranchas. Se ajoelhou na minha frente e foi abrindo o velcron da minha bermuda, mordendo meu pau por cima da
minha sunga. Abaixou minha sunga ate o joelho e foi chupando meu pau e lambendo
com gosto meu pau. Aquilo tava muito bom, apesar do vento com areia bater forte
na minha bunda. Ele tirou minha sunga, me deixando só de camisa, foi
lambendo meu saco, passando por baixo de
mim e lambendo minha bunda, eu apoiei
minhas mãos nos meus joelhos e dei uma empinada pra que ele entrasse com
a língua mais fundo. Eu fechava meus olhos e abria e tinha uma visão do paraíso
naquela duna. Eu ia por cima e metia minha mão por dentro da bermuda dele, ele
ajudou, tirou a bermuda e a sunga, eu alisava o pau dele agora enquanto ele
voltava a chupar minha bunda. Ele se deitou em cima das pranchas, chupava minha
bunda e eu chupava o pau dele. Só o sol quente de quase meio-dia via aquela
cena deliciosa. Ele metia o dedo dentro da minha bunda e voltava a chupá-la com
gosto, eu dava uns gemidinho enquanto lambia o saco dele.
Ele foi se saindo debaixo de mim
e se posicionou bem atrás me deixando de quatro, alisava minhas costelas,
ajeitou o pau na minha bunda e mandou ver, entrava e saia de dentro de mim com
gosto e força, depois me deitou nas pranchas e continuou me comendo e alisando
meu pau. Saiu de dentro de mim e começou a chupar meu pau deixando que ele
ficasse super melado, e quando achou que tava bom sentou em cima dele me
puxando pra cima e me beijando a orelha. Eu alisava o pau dele e ele subia e
descia no meu pau. A gente tava bem perto de gozar de novo, ele saiu de cima de
mim, se deitou em sentido contrario ao meu. Eu punhetava e chupava o pau dele,
ele fazia o mesmo comigo. Ambos aumentamos a velocidade e gozamos na cara um do
outro. Eu fui lamber o rosto dele pra não deixar escapar uma gota sequer de
gala. Ele fazia o mesmo comigo. A gente ficou nesse clima por alguns instantes
depois vestimos nossas sungas e bermudas, descemos a duna e fomos pra uns
últimos mergulhos. A fome tava batendo então a gente voltou á civilização,
achamos uma dessas bodegas de estrada que vende quase tudo, merendamos e depois
pegamos o ônibus e fomos embora. A gente marcou de qualquer outro dia repetir a
dose. Quanto a tocar, não deu a banda tinha tirado férias, alias continua até
hoje. Mas com certeza aquele dia na praia foi prazeroso e muito, rsss.
Bom tem sempre mais nas cronicas de cacau por ai, é só procurar na net, mande email pra mim cacau2504@gmail.com, valeu


Conto mtoo bom!! Gozei litros só lendo esse conto!! Daria tdo pra poder te conhecer!! Bjs nas pirocas!!
ResponderExcluirMuito Bom!!! Amei gozei junto com o enredo da história!!! Melhor conto que li até hoje!
ResponderExcluirvem pra fortaleza que a gente conversa rs
ResponderExcluirvm pra fortaleza
ResponderExcluirops tem sempre mais no meu blog
cronicas de cacau
vai lá e se divirta
Legal mtas gozadas gostei mto o segundo melhor q ja li.
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