Estou te enviando esse conto verídico que aconteceu comigo em 2005. Sou de São Luís - Maranhão, passivo, 22 anos.
Na época, eu tinha 18 anos. Prazer, meu nome é Henrique.
Bem, eu sempre fiz teatro na escola. Não sou afeminado, sempre procurei ser discreto pois, apesar de ser gay, assumido,
não ter vergonha disso, viver com meu marido, nunca gostei de causar polêmicas ou gerar comentários pelas minhas costas.
Eu poderia facilmente ser afeminado, mas preferi me forçar a não sê-lo.
Na minha época de teatro de colégio, eu era dirigido por um professor, porém outro professor, de Artes Plásticas, também
diretor de teatro, sempre gostou de mim enquanto ator e, após parar com o teatro na escola, fui convidado por este
professor para entrar em seu grupo profissional (recebendo cachê, inclusive).
Nesse grupo de teatro havia um rapaz. Seu nome era Augusto. Bem, eu nunca desconfiei de Augusto pois, junto com ele,
conheci sua namorada - que trabalhava na produção, nos bastidores, a convite do próprio Augusto.
Nos aproximamos muito rapidamente. Éramos um quinteto inseparável. Eu, Augusto, Alberto, Vitor e Taciano. Os três sempre
foram muito bonitos e tinham fama de ter um pau gigantesco, especialmente Alberto e Taciano (inclusive, eu cheguei a
"conhecer" o dote de Alberto uma vez, em sua casa, onde ele trocou de roupa na minha frente e eu pude ver aquela rôla que,
apesar da pela branca, era negra e gigantesca, mesmo mole).
Ainda antes de fazer qualquer trabalho com o grupo, em dezembro de 2005, no aniversário de Augusto, fomos beber na casa
dele. Mesmo com pouco tempo de amizade (eu havia entrado no grupo há menos de 3 semanas), Augusto fez questão de me ligar
e de me buscar para ir em seu aniversário, onde tocariamos violão, beberiamos e conversariamos muito.
A festa foi realmente muito divertida. Porém, alcoolizado, eu não poderia voltar para casa e correr o
risco de ser pego. Pedi para Augusto, liguei para minha avó e informei que dormiria na casa dele.
Lá pelas 3 e meia da manhã, após todos irem embora, Augusto resolveu tomar um banho para dormir, e eu mesmo pedi para
tomar outro. Fiquei esperando em seu quarto, que ficava de frente para a porta do banheiro da casa. Quando Augusto me
chama para me entregar a toalha, que guardavam dentro do banheiro. E lá estava ele, também bebado, só de toalha mostrando
um corpo, não malhado, mas muitíssimo gostoso. Ele é bem o tipo de homem que gosto. Pele morena, não negra, 1,70 de
altura, ombros largos, magro. A barriga não era definida mas o peitoral era um pouco malhado, daquele tipo de cara que
tinha parado de malhar há um ano, um ano e meio. Ele também tinha um rosto muito bonito. Cabelo liso, preto e a barba por
fazer, do jeito que eu gosto de usar a minha.
Não pude conter o olhar e vi aquele pau, uns 18 cm, marcando na toalha, junto daquele corpo. Meu pau subiu na mesma hora.
Ele me entregou a toalha e, aparentemente, ignorou que eu o estava olhando. Banhei e fui para o quarto, dormir na rede que
ele havia armado sobre sua cama.
Quando cheguei no quarto, vi Augusto com um daqueles calçõezinhos curtos, de tecido bem fininho e desgastado; um daqueles
calções que cada um de nós sempre teve e não largava por nada (como uma amiga fala: lava-enxuga-revira-e-veste).
Ele se deitou na cama, de barriga pra cima, pediu que eu ligasse o ventilador e desligasse a luz, e falou para eu deitar
na rede. Como a rede estava muito baixa e em cima da cama dele, pediu que eu jogasse aquele tecido que fica balançando na
beirada da rede para dentro dela, para não ficar encostando nele. No estado alcóolico que estávamos, ninguém conseguiria
fazer uma boca-de-lobo para aumentar a altura da rede, ou muito menos raciocinar; o tesão estava tomando conta de mim, e
pelo visto, dele também.
Não me pergunte de onde saiu essa idéia, mas com certeza o alcool ajudou bastante. Pensei: estou bebado e quase dormindo,
vou colocar a mão para fora da rede e tentar tirar uma casquinha desse macho bêbado aqui do meu lado, se ele se incomodar,
o máximo que fará é colocar minha mão pra dentro da rede de volta.
Pois foi o que fiz, coloquei a mão para fora da rede e fiquei passando o dedo bem de leve na barriga de Augusto, sem me
mexer muito, para ele achar que eu estava dormindo. Sentia, com o balançar leve da rede, o cós da bermudinha daquele macho
moreno.
Quando me espanto, algo de muito inesperado acontece. Acredito que, com a mesma idéia que eu, pensando que eu estava mesmo
dormindo, Augusto pega minha mão bem de leve e me coloca para segura seu pau, rijo feito pedra. Senti meu dedo encostar na
cabeça do pau dele, e depois ele me coloca para segurar seu pau e movimenta ele ao longo da minha mão bem de leve, como se
eu batesse uma punheta para ele.
Foram 2 minutos assim: eu, com o coração desparado, me aproveitando de um homem bêbado, e o homem bêbado se masturbando
com a minha mão, se aproveitando do boy bêbado que eu era.
Não deu outra, após muito pensar nas possibilidades e forçar meu cérebro enxarcado de alcool a raciocinar, pulo com tudo
na cama de Augusto, baixo o calção dele e começo um boquete, daqueles que eu tinha aprendido nos vídeos que via na
internet. Ele gemia na minha boca, puxava meu cabelo, fodia minha garganta. Não demorou até que ele falasse: "Vou gozar";
e eu respoder: "Goza na minha boca, safado".
Tomei todo aquele leitinho delicioso do jeito que há muito tempo eu desejava. Naquele dia, só rolou isso.
Após o recesso de fim de ano, nosso diretor, de emergência, me colocou para fazer uma esquete com Augusto, para um evento
que fariamos em uma escola na semana que se seguia. Sempre que ensaiávamos rolava mais chupeta de mim nele, sempre com
leitinho no rosto ou na cara. Por um bom tempo nos aliviamos um no outro até que tivemos que nos afastar.
Ainda hoje eu bato uma pensando naquela noite, naqueles meses, naquele macho.
*Essa é uma história verídica



Massa brother...
ResponderExcluirTambém sou do MA.
Estou querendo alguém pra marcar um encontro gostoso nesse feriado.
Add aí pra gente conversar.
tesudosacana@hotmail.com
o cara mora com outro macho é assumido e diz ser discreto...essa é boa!
ResponderExcluirUma coisa é ser uma BIG QUEEN e a outra é ser bem resolvido. Sou bem resolvido coma minha sexualidade, assumido para minha família, mas para evitar comentários desnecessários de quem não me conhece, ajo como macho, mesmo não tendo problema em falar que sou gay pra quem quiser me perguntar.
ExcluirÉ muito gostoso engolir um bom leitinho né?É isso bee!Bjss no úc!
ResponderExcluirQual a diferença de uma gozada no rosto ou na cara ? Como em 2005 você tinha 18 anos e em 2012 tem 22 ? e só pra nao colocar em outro conto, falar de mulher num conto gay é broxante
ResponderExcluirNa verdade, o 2005 foi um erro de memória. Aconteceu isso tudo em 2006/2007, não 2005/2006. E eu tinha colocado 16 anos, mas o dono do blog alterou a idade para 18, pois sexo com menor de 18 é crime, blá blá blá. e etc. Entende? E eu não falei de mulher, apenas falei que ele tinha namorada. Enfim...
Excluiracho é pouco pra esse que quer ser o mais inteligente.Adorei o conto...
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