quinta-feira, 30 de junho de 2011
Contos: TRANSANDO COM O SAPATEIRO DA MINHA RUA
Conto enviado por um leitor do blog, envie seus contos para bigdotados@hotmail.com
Na rua em que eu moro há um rapaz que trabalha em um quartinho e conserta sapatos. O Júnior é um cara simpático. É meio baixo, tem 23 anos, muito atencioso e dono de um sorriso gostoso. Conheci-o no colégio, onde trabalho e depois comecei vê-lo lá na minha rua, trabalhando com o irmão dele, como sapateiro. Então todo dia eu passava por ali, quando ia ao trabalho. E um dia levei um tênis para o irmão dele consertar. Quando cheguei lá, ele estava sozinho. Perguntei pelo irmão e ele falou que tinha ido a São Paulo trabalhar. Que agora ele era o responsável pelo estabelecimento.
Perguntei se ele sabia trabalhar direito que nem seu irmão e ele foi um pouco grosso, respondendo que “se eu não soubesse fazer este serviço, não estaria aqui.” Relevei. Respirei para não me estressar e pedi desculpas. Falei que a minha intenção não era magoá-lo, pois não sabia que ele era do ramo também, que via ele ali com o irmão, mas achava que ele estava aprendendo ainda. Ele também se desculpou, dizendo que não queria me ofender. Deixei o par de sapatos e sai dali, pensando no Júnior. Voz grossa de homem e ele todo bonitinho.
Voltei três dias depois para apanhar meus sapatos. Fiz o pagamento e me despedi com um aperto de mão meio exagerado. Ele correspondeu. E assim eu fiquei amigo do Júnior. Todos os dias quando eu ia ao trabalho, fazia questão de passar pela calçada da sapataria para saudá-lo com um bom dia e quando voltava também falava com ele. Tornaram-se rotina as minhas saudações. E sempre que a gente se entreolhava, eu deixava transparecer algo de diferente no meu olhar. Mas ele só fazia um ar de riso e pronto. O tempo passou e eu tentando criar uma situação para ver se ele era chegado a um pega com gay.
Um dia tive uma idéia e resolvi pô-la em prática. Cheguei à sapataria e havia umas três pessoas por lá. Esperei todos saírem para me dirigir a ele. Então ele me encarou com o sorriso mais bonito que já vi. Perguntou o que eu queria e eu falei que tinha uma coisa para falar. Ele ordenou que eu falasse. Então, meio trêmulo na voz, eu disse que tinha sonhado com ele e por isso estava feliz. Para minha surpresa ele perguntou:
- O que aconteceu neste sonho?
- Foi somente um sonho – respondi.
- Eu pensei que tinha acontecido alguma coisa de especial neste sonho.
- Bem... talvez você não goste de saber o que aconteceu.
- Diga – ele insistiu.
- Sonhei transando com você – falei de uma só vez.
- E a sorte que eu não tenho – ele foi rápido na resposta.
Daí o papo esquentou. Eu inventei detalhes do sonho. Disse que seu pau era grande e grosso no sonho e que ele me fodia muito gostoso. Ele falou que tinha umas fotos do pau dele no celular. Perguntou se eu queria que ele passasse para mim. Entreguei o celular e ele me passou as fotos. Me despedi dele e sai dali correndo para ver as fotos. Cheguei em casa e comecei a olhar as fotos. Ele nuzinho com o pauzão de fora em várias posses. Então tinha uma foto de ladinho em que a cabeça do pau reluzia, chapeleta grande e arroxeada, pois ele é moreno. Uma rola linda e a pentelhada me deixaram fascinado. Sou alucinado em pentelhos. Meu pau subiu a mil e eu bati uma punheta, olhando aquelas fotos.
Voltei a vê-lo uns três dias depois. Passei pelo outro lado da rua para ver a intenção dele. Um psiu despertou-me. Era o Júnior. Eu ri. Ele acenou com a mão e eu fui até lá.
- Desapareceu, foi rapaz?
- Não, é que ando atarefado – respondi.
- Pensei que não tinha gostado da minha rola – ele falou com a cara mais safada.
- Ela é muito bonita, Júnior.
- É mais bonita ao vivo – ele disse.
A partir daquele momento, conclui que ele estava na minha jogada. Eu falei que queria conheer o cacete dele. E ele me propôs que eu passasse por lá depois do expediente. Falou que sempre saía da sapataria depois das 18 horas. Então marcamos para 18 horas e 20 minutos.
No horário combinado, eu estava nas imediações da sapataria. Eu tinha passado meu número para ele e assim, eu aguardava sua ligação. O tempo foi passando, eu estava ficando muito ansioso para ver se ele dava um sinal. Pois se ele estivesse interessado na parada, ele ligaria.
O relógio já dava sinal de 18 horas e cinqüenta minutos. Ele não ligava. Claro que eu não tinha combinado para ele ligar, mas eu queria que ele ligasse. Assim, eu teria mais certeza de que ele estava interessado no nosso encontro. De repente a campainha do celular me assustou e o nome dele surgiu na tela. O nervosismo me dominou. Atendi.
- Alô – ele falou.
- Oi – respondi.
- Cadê você, cara? Há tempo que te espero. Você desistiu?
- Não. É que me atrasei. Já estou aqui pertinho.
Caminhei rápido e avistei o Júnior na frente da sapataria. A porta de rolo estava fechada pela metade. Cheguei e entramos. Ele fechou a porta e se dirigiu até a minha pessoa. Ele me abraçou e me deu um beijo. Eu retribuí. Parecíamos um casal de namorados. Ele começou a me apertar, a me abraçar mais forte, a fungar no meu cangote. Sua respiração era ofegante demais que me deixou com muito tesão. Meu cacete ficou duro na hora. Senti o pau dele roçando no meu por cima da roupa.
- Tu gosta de uma “frentinha”, meu gostoso? – Ele perguntou.
Tiramos a roupa e ficamos num sarro gostoso. Encostando um pau no outro. Uma delícia!
- Vamos botar as cobras para brigar – ele falou rindo.
Continuamos naquela agarração, beijos e abraços. Ele me virou de costas e ficou brincando por trás de mim. Eu sentia seu pau roçando na minha bunda. Ele brincava e me acariciava a região do tórax. Aquilo me enlouquecia. Ficamos nisso por uns longos vinte minutos. Naquela noite, o Júnior não foi ao colégio e como eu tinha trabalhado pela manhã e pela tarde, eu estava livre do expediente da noite.
Ele começou a lamber minhas orelhas. Ele me amava como se estivesse amando uma mulher. E assim, ele falou aos meus ouvidos:
- Coloca meu cacete na boca, meu amor. Me dá prazer.
Eu peguei no cacete lindo dele e comecei a acariciá-lo. Punhetava e acariciava o saco do Júnior. Ele delirava. Abaixei-me e coloquei seu pau na boca. Chupei vagarosamente para dá mais tesão ao meu companheiro. Ele encaminhou-se até a mesa de trabalho. Sentou-se e abriu bem as pernas, deixando seus atributos livremente para mim. Continuei chupando por mais uns dez minutos. Depois ele começou a ofegar e avisou que o gozo estava vindo. Fiquei ali e aguardei a esguichada do seu leite na boca. Saboreei e senti um gosto de conhaque com hortelã.
Quando se refez do gozo, Júnior foi até um banheiro que fica nos fundos da sapataria e lavou-se. Eu lavei a boca e dei um beijo na boca daquele monumento. Fomos para um quartinho apertado. Lugar onde ele descansa depois do almoço e nos deitamos, nos entregando as nossas carícias. Ele ficou duro novamente.
- Vamos transar – ele pediu com aquela delicadeza tão gostosa que eu não resisti.
Tasquei-lhe um beijo e disse que eu era todo dele. Ele lambeu todo o meu corpo. Acariciou minha bunda. Apanhou um potinho de creme de cima de uma mesinha e preparou meu cuzinho para aquela coisa bonita que ele carregava entre as pernas. Eu mesmo coloquei a camisinha naquele cacete lindo.
Fiquei de quatro e o Júnior colocou o pau de forma bem gostosa em mim. Senti ele todinho dentro de mim. Socou por momentos indeterminados. Depois fizemos de frango assado e de ladinho. Quando ele disse que o gozo estava se aproximando, eu fiquei de quatro para que ele tivesse um prazer longo e mais gostoso. E ele gozou urrando baixinho. Depois ficamos uns vinte minutos conversando e combinando para que aquele momento voltasse a se repetir outras vezes.
Sai dalí tão contente com a imagem do Júnior na minha mente. Na manhã seguinte, eu passei para trabalhar e ele estava lá, na labuta de sempre. Ri e ele correspondeu. Quando já ia adiante, o celular deu sinal de mensagem. Era ele que dizia:
“Espero que a noite passada não tenha sido simplesmente uma noite qualquer. Mas uma noite significativa na nossa vida. Quero você hoje novamente”.
FIM
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Gatos que acessam o Big Dotados: Diego Alves do Piauí
ola pessoal do big dotados, meu nome e Diego Alves, tenho 19 anos, sou do Piauí e adoro o blog big dotados se a galera gostar mandarei mais fotos.
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