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terça-feira, 31 de maio de 2011

Negão roludo metendo muito gostoso




Publicidade: Deleite-se, Juninho 19 anos


Juninho é um garoto de apenas 19 anos de idade, paulistano. Descobrimos esse gatinho em um barzinho no centro de São Paulo e seu sorriso e rostinho de bebê foi contagiante desde o início. Ele tem um bumbum perfeito.Veja o ensaio completo em Mundo Mais.

Troca-troca delicioso


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Gatos que acessam o Big Dotados: Anônimo dotadão






Contos: Aventura na lan hause

Conto enviado por um leitor do blog, envie seus contos para bigdotados@hotmail.com
Ola sou Eduardo super fã deste blog.
Preste a casar, resolvi montar uma lan hause no bairro para complementar a renda. Trabalhava no horário comercial e ficava na lan ate às 23 horas. Logo a lan foi um sucesso, era tudo organizadinho, a garotada que gostava de jogos on line adorava. Ate que um final de semana os garotos insistiram para virar a noite. A principio não concordei, tinha medo da violência mas logo deram a idéia que poderia fechar as portas que eles acessariam e jogavam tranqüilo.  De acordo com a sugestão dos garotos comentei que só ficariam os maiores de idade.  Ao todo eram 11 garotos, dois respeitando as regras e tinham menos que 18 anos saíram e os outros nove ficaram. Dos que ficaram, surpreendi com Ícaro, para mim ele não tinha mais que 14 ou 15 anos, moreno claro, cerca de 1,80 de altura, magrinho, mas com cara de menino. Chamei sua atenção, mas logo ele me mostrou o RG que comprovava seu 19 anos.
 Providenciaram lanches, cobertores, pois fazia muito frio, o que me deu a idéia de colocar um colchão em um canto qualquer e tirar meu cochilo. E assim o fiz, todos na maior distração no PC e eu me deitei para descansar ate a hora combinada para encerrar a sessão.  Já deitado o sono fugiu, e as idéias maliciosa começaram a surgir, Ícaro com sua carinha de menino, mas sempre comentavam de sua jeba criada, Paulinho boyzinho branquinho tesudinho, Yan moreno cabo verde malhadinho, Wallace negão definido dava maior tesão, e os outro não era de se jogar fora.  Mesmo com as idéia maluca, tinha que me segurar, preste a casar, os boatos poderiam acabar comigo. La pelas 2 horas da madruga, me levantei de fininho quando me deparei com os garotos dos últimos PC se masturbando assistindo vídeo pornô. Fiz de conta que não estava vendo e deitei novamente tentando achar uma posição que pudesse tirar uma lasquinha dos moleques se punhetando.  Para minha surpresa Ícaro mentor da idéia do pernoite comentou que estava com sono ia parar um pouco, perguntou se podia tirar um cochilo no colchão junto comigo, permitir que de atrevido, aproveitou nem só o colchão, mas caiu debaixo da coberta junto comigo. Sem cerimônia comentou no meu ouvido que tinha percebido eu tentando ver a pica dos carinhas, no que falava guiou minha mão ate seu cacete que estava duríssimo, incentivando que eu o punhetasse. E assim o fiz de forma bem carinhosa que ele começou a demonstrar seu prazer em voz alta, chamando atenção de todos. Ai o bicho pegou. Quando a galera perguntou o que estava acontecendo ele me colocou na sinuca de bico, comentando. __Eduardo é especialista na parada aqui, to gozando gostoso. Fiquei de cara no chão, e quando o retomei já estava peladinho embaixo da coberta roçando aquela pica maravilhosa na minha bundinha. Não resisti me virei para ele buscando um beijo e o moleque se entregou, e atracou por cima de mim. Em poucos segundos o colchão estava rodeados com os boyzinho tudo pelado querendo tirar uma lasquinha.  Eu todo envergonhado, mas com o cacete vidrado feito pedra me entregue e deixei que eles conduzissem a situação. Tiraram toda minha roupa, Ícaro se levantou me guiando ate uma cadeira onde se sentou me posicionando de costa pra ele, lubrificou bem meu uzinho com saliva e me fazendo sentar naquela pica imensa, grande mais não muito grossa o que me ajudou a não sofrer visto que todos estavam determinados. Enquanto cavalgava na pica gostosa de Ícaro com movimentos controlado o garoto delirava de prazer me deixando maluco de tesão. Enquanto era fudido por Ícaro, os outros garotos se posicionavam na minha frente cedendo as picas para deliciosos e intermináveis boquetes. Eu aproveitava cada segundo como se fosse o ultimo, chupava como se fossem as ultimas picas do mundo, e o momento marcante foi quando boqueteava o Yan o moreno cabo verde, a pica parecia um batom gigante de chocolate.  Paulinho com seu cacete branquinho forçava de lado para que eu chupasse as duas ao mesmo tempo, e para completar a ousadia Yan ficou de lado, Paulinho do outro e Fernando forçou a barra e pude contemplar três cabeças de pica na boca ao mesmo tempo. O momento incrível fez com que Paulinho e Fernando gozassem ao mesmo tempo enchendo minha garganta de mel, Fernando gozou pouquinho, mas Paulinho gozou feito cavalo, nunca tinha visto ninguém gozar daquela quantidade.  Enquanto isso Ícaro me colocou no colchão de frango assado e em poucas metidas forte encheu meu cuzinho de porra, em seguida os garotos se enfileiravam a experimentar meu cuzinho, que na posição de frango assado, eles puncionavam minhas pernas a descansar em seus ombros e em fortes estocadas esguichavam suas porras em meu cuzinho. Ícaro era o guia, assim que ele gozou no meu cuzinho, ainda com o cacete vidrado montou em meu peito fazendo com que chupasse seu cacete ate ele gozar novamente. E todos os garotos fizeram a mesma coisa. Terminado a rodada onde todos gozaram duas vezes uma no meu rabinho outra na minha boca, exceto Paulinho e Fernando que gozaram três vezes, Yan começou a me beijar loucamente enquanto Ícaro me punhetava. Gozei feito um louco, parecia que todo esperma que a garotada tinha esguichado em meu cuzinho tinha saído pela minha pica. Já quebrado de tanta foda apaguei, e com todos em volta que deixaram o jogo de lado e se juntaram a mim no pequeno colchão. Todos pelado. Amanhecemos o dia atracado na melhor noite de minha vida.
Sou Eduardo, do interior da Bahia, hoje tenho 28 anos, e esse momento inédito aconteceu comigo a 6 anos quando morava no subúrbio da capital. Nesse período me casei por cinco anos e no final do ano passado abandonei tudo para viver em um pequeno sitio no interior. Vivo tranqüilo na natureza, o trabalho no campo ajuda a deixar meu corpinho mais excitante “rsrsrsr” Sou super fã deste Blog. Boa sorte a todos e desculpe a falta de experiência. Ainda prcuro minha alma gêmea para jutos vivermos felizes para sempe.

Mega rolas















segunda-feira, 30 de maio de 2011

Big Dotado da Semana

Dotadão na punheta

Contos: Dei pra galera


            Para quem ainda não leu nenhuma de minhas histórias, meu nome é João , Tenho 22 anos,  sou português, (mas  escrevo com palavras do Brasil, para os leitores perceberem melhor). Sou  gay não efeminado, e vivo numa cidade perto de Lisboa. Sou louro e branco, 1,75 m e 74 kgs., bonito, sarado, e com uma bunda bem gostosa. Por isso tenho sempre oportunidade de transar.
Vou contar a continuação de uma história que aconteceu  quando eu tinha 17 anos, e estava de férias na quinta (fazenda)  de meus avós, no interior de Portugal.
Eu tinha dado o cu, pra  um caipira  gostosão e troncudo chamado  Tó.  Ele era uns meses mais novo que eu, e uma pica de uns  17 ou 18 cms,  grossa que nem  um nabo.
Eu tinha pedido a ele pra não contar nossa transa pra galera dele, e ele falou que não ía contar, mas contou pra um primo que depois contou pra todo o mundo.
Dois dias depois da transa, eu fui no campo pelado onde a galera jogava futebol. Meu caipira não estava lá pois tinha ido na cidade com o pai ajudar ele a carregar uns troços pra ganhar uma grana extra.
Como eu já disse antes, na outra história, eu não gosto de jogar futebol , mas curto ficar vendo  os machos correndo em short, e tronco nu, com as picas balançando dentro dos calção, todos suados, falando palavrão e por vezes se agredindo . Enfim … coisas de macho.
Nesse dia, eu achei eles meio esquisitos comigo. Me olhavam diferente, e coxixavam uns com os outros.
Fiquei com medo que o caipira tivesse contado pra eles como eu era viadinho, e tinha chupado seu pau  e dado meu cu pra ele.
Quando o jogo terminou, o cara mais velho, o Ruben, que tinha  dezoito anos, me chamou e  falou  que  os pais tinham ido pró Porto no funeral de uma tia, e a galera  ía na casa dele  às 8 horas  ver um jogo de futebol, beber umas cervejinhas, e fumar cigarros e que eu podia ir lá .

Eu fiquei meio desconfiado, mas disse pra ele que ía.
Me despedi. Fui pra casa tomei um banho, me vesti  , jantei e fui ba casa do Ruben.
Bati na porta, ele abriu de cueca “samba canção” e me dirigiu na sala.
Quando entrei na sala, vi  toda a galera sentados em sofás e no chão, só  de cueca, bebendo cerveja e vendo vídeo de putaria. Eles me olharam de um jeito tão safado que  percebi que o Tó tinha contado pra eles e eles iam aprontar algo comigo.
Aí,  Ruben,  baixou seu calção exibindo seu cacete meio molenga, e falou pra mim:
-  Tá vendo esse pau  aí ? È pra você  chupar. E tem mais 9 picas esperando.
Eu fiquei com muita vergonha, e falei :
- Cara, eu não sou viado.  Não vou chupar.
Ele aí falou . - Cala essa boca  boiola. A gente sabe que você fez boquete pro Tó, e deu pra ele seu cuzinho branquela. Agora vai  ter de dar pra galera.
Até que eu topava chupar e dar pra ele. O cara  era magro e sarado e era o chefe da galera, mas eu não queria meu cuzinho arrombado por 10 boys no mesmo dia.  E aí falei baixinho no ouvido dele:
- Outro dia, eu dou só pra você Ruben, mas não dou pra mais ninguém.
- Olha… eu já falei, você vai dar pra todo mundo. Tá tudo com tesão pra comer seu cu. Se não dá a bem, vai levar uns tapas e vai dar a mal. Você escolhe.
Aí , ele me pegou,  me empurrou no chão e logo agitou seu cacete molenga na minha cara, dizendo abre essa boca e chupa direito.
Comecei a chupar o cara pra não levar tapas, e aí todo mundo rodeou a gente. Os outros alisavam seus caralhos por dentro da cueca.
O cacete dele aos poucos foi ficando um cacetão. Tinha mais de 19 cms, mas não era grosso.  O cheiro dos colhões  dele era bem forte,  e comecei a sentir prazer.
Enquanto eu lambia os colhões de Ruben, Júlio, um negão gostoso,  foi-se chegando a nós , já baixando a cueca ,  liberando uma verga escura que nem tição, bem grossa e maior que a de Ruben, que enfiou na minha boca, falando:
- Chupa bichinha … já viu pica que nem essa ? …engole ela toda …
A jeba do cara era tão grossa que eu tinha de abrir bem a boca pra fazer chupeta naquele rolão.
Nessa altura  todos os boys estavam, empunhando seus cacetes,  assistindo o boquete  , e punhetando.
No vídeo uma garota  também fazia  boquete em 3 varas grandonas.
De repente, Júlio tirou sua mangueira de minha boca e quatro ou cinco rolas gostosas ficaram balançando na minha cara. Eu fiquei com o maior tesão, só com o cheiro de macho dessas picas gostosas.
Aí, Fernando, leke magrela, mas cacetudo e roludo, agarrou minha cabeça e me fez engolir sua vara até ao talo.
Quase engasguei mas aguentei firme. Agora eu não queria mais saber. Eu queria aqueles cacetões todos na minha boca e chupava com vontade.
Lambi as bolas peludonas do leke, e logo outro cara se posicionou pra botar vara na minha boca.
Era o Jorge, o cara mais gostoso do grupo. Parecido de cara e corpo com Cristiano Ronaldo, mas mais macho e safado. Muitas noites na cama eu batia uma bronha pensando nele, imaginando ele me comendo. O cara era bom de futebol e de briga. Um macho com M grande. Diziam na aldeia que ele andava comendo a mulher do Dr. Jerónimo, o médico da aldeia, uma quarentona toda gostosuda.
Nossa… chupei ele com muito carinho e tesão. Dei um bom trato no caralho dele, que embora fosse de tamanho normal era bonito e gostoso.
"Tá gostando, né safado? Chupa meu saco também?" – disse ele.
O saco dele é que era grande mesmo. Cada ovo que só vendo. Lambi e chupei com tanto gosto  que o cara começou a gemer de tesão.
O Leke botou novamente seu pintão na minha boca e Jorge fez o mesmo com o seu.
Agora eu tinha duas varas na boca pra chupar. Que delicia.
Pouco depois, Ruben falou pra eu me despir e ficar peladinho.
Eu recusei, mas ele aí me deu um tapa com força, e eu tirei a roupa direitinho.

- Se não obedece vai levar tapa.. ouviu cachorra… . Agora vem cá. Vou arregaçar seu cuzinho .


O Leke e Jorge se afastaram e um outro cara, sentou no braço do sofá  segurando um mastro pequeno mas bem grosso, e me chamou pra mamar ele. Era Manuel, o mais peludão e musculado do grupo. Seu pau já estava bem duro e eu comecei a chupar ele. O bofe gemia de olho fechado a cada carícia de minha língua. Aí , Ruben veio por trás e meu deu uns tapa fortes  na bunda. Gritei… e… o cabra riu e falou…
- Vai piranha toma … aí mais uns tapa pra foder gostoso…
Depois o cara cuspiu no meu rego e passou os dedos nele.
Eu tava excitado mesmo, e a fim de dar feito uma cachorra no cio.  Meu cú estava piscando , louco por um cacete.
Quando ele me penetrou com um dedo eu empurrei meu bumbum contra ele, fazendo enterrar todinho e depois comecei a bambolear meu cu.
-  Eh… cara… tá a fim de levar mangueira mesmo. Eh… pessoal o viadinho está louco pra ser arrombado.
Quando senti a cabeça daquela rola enorme roçando meu cú, quase pedi pra parar, mas a vontade era muito mais forte. Com jeito ele foi colocando o caralho no meu buraquinho e aí soltei a vara que tinha na boca, e gritei  de dor.
Manuel empurrou minha cabeça me fazendo chupar de novo, e Ruben começou a bombar forte no meu cú.
Comecei a gostar. Meu pau ficou duro de novo, e Fernando falou.
- Vejam como o cara adora levar cacete na bunda. Tá de pau duro.
Nesse momento, eu gemia de tesão, não querendo mais saber de vergonha. Eu queria aqueles pintões todos na boca e no cú . Manuel me socava com seu pinto na cara e eu falei pra ele..
- Me bate com esse mastro … macho gostoso … me humilha.......Vai…
Manuel  me puxou para chupar sua pica já prestes a gozar:
- Toma meu leitinho agora, sua putinha. Engole toda minha porra, viadinho da merda.
Que prazer quando senti na boca o  leite delicioso  dele. Engoli tudo.
Aí, veio o negão ocupar o lugar dele, que botou logo a jeba na minha boca e começou a socar.
Ruben quase gozando falava:
- Caralho… puta… toma minha porra  nesse cú… Ahhh…Ahhhh….
Logo depois, senti um jato forte no meu cuzinho. O volume de leite era tanto que começou a escorregar por minhas pernas. Eu não estava mais aguentando e gozei também.
Aí , eu  queria parar um pouco mas eles não deixavam. De repenti senti alguém me agarrar  os quadris com uma força danada e uma pica entrando até ao talo no meu cu  cheio de gala. Era  Vitor,  que os outros chamavam de gordo. Ele começou logo dando forte e a galera incentivava ele.
- Vai gordo…fode essa cachorra…bomba forte nesse cu … vai caralho…
Meu cú agora já tava se acostumando  e a porra que tinha dentro fazia eu não sentir mais for.  Meu pau depressa ficou meio duro , e comecei a gemer com o pau do negão,  Júlio,  na boca e o do gordo no cú.
- Vou galar essa tua cara de viado. Vou me vir… toma gatinho… toma porra do seu macho. Disse o negão esporrando na minha cara uns quatro jatos fortes de leite quente.
Senti a gozada dele escorrendo na minha cara até  minha boca e lambi tudo o que pude, o que deu tusa pra todo mundo, e depois limpei minha cara na camiseta que tinha a meus pés.
- Vejam como o boiola gosta de porra. Disse Jorge, enquanto Vitor  urrava feito um urso despejando seu leite no meu cuzinho.
Aí Jorge tomou o lugar dele, e começou a me foder bem devagar, me fazendo gemer e suspirar que nem uma colegial na sua primeira vez. Depois, veio André e me fez chupar seu saco e meter ele todinho na boca. O safado tinha só 14 anos, mas era coxudo e sacudo e me dava um tesão danado, com seu cabelo comprido e cara de cabra safado.
-  Chega de chupar o saco… agora mama meu bezerro. Capricha nessa chupeta… vai . Olha pra mim quando chupa… isso …: Falava o safadão me dando uns tapinhas na cara.
Enquanto isso, Jorge tirava a rola toda e voltava a enfiar tudo de uma vez, até que acelerou as estocadas bombando com brutalidade e falou.
- Vou gozar no seu cu arrombado. Vou apagar seu fogo de pica … toma viado … ahhh…
Doido de tesão, empurrei meu  cu na vara dele, e logo senti  mais um monte de gala invadir no meu cu.
André que se masturbava no meu rosto , gritou: Vai porra…caralho.. e logo um jacto forte veio directo no meu olho me fazendo berrar de dor. Ele não quis nem saber, botou a vara na minha boca me fazendo engolir o resto. Mesmo  aflito assim, chupei ela bem chupadinha até ficar bem limpa .
Nesse momento, Iuri, um cara que veio da Ucrania ou da Russia, com os pais, tomou o lugar de André. Ele era o mais alto de todos, devia ter mais de 1,90 m, louro, olho muito azul, branquinho, nariz grande, cabelo raspado, corpo sarado, e o maior caralho que eu já tinha visto. Mais de 25 cms. e  grosso como pau de bandeira. Nossa, naquele tempo eu nunca tinha visto uma rola desse tamanho. No inicio, eu só consegui colocar na boca a cabeça vermelha, mas depois entrou quase mais 15 cms.
A vara estava  meio mole, e não ficava dura nem com meu tratamento especial, passadas de língua, chupadas fortes, punheta, nada.
Minhas pernas tremiam, pensei se a vara fica dura, meu cú não vai  aguentar a jibóia.
Aí, senti outra vara se esfregando no meu bumbum. Era Zé, o mais caipira do grupo, caladão e também bom de briga. Tinha um pau escuro, veioso e bem duro,  bem comprido mas não muito grosso. Depois de roçar muito em minha bunda. Sentou no sofá, me  agarrou o braço,  e me fez sentar na pica dele,  de costas pra ele. Eu fui afundando meu buraquinho no pau dele, sem qualquer dificuldade pois meu cu já estava mais que arrombado e lubrificado de porra.
Comecei a cavalgar ele, e Iuri  , de pé,  botou a jibóia na minha boca e começou a me foder na boca.
A  pica dele já estava mais  dura, mas ainda não  tava no ponto.
Que delicia aqueles dois paus me arrombando um na boca e outro no cu. Eu tava no céu.  O pau de Zé  era durão mesmo. Eu tava adorando sentir aquele  pau  duro que nem ferro quente em meu cuzinho, e  a pica de cavalo de Iuri em mina boca.
Pouco depois Zé me fez levantar, sem tirar o cacetão, disse a Iuri pra desviar, me encostou na parede, e disse:
- Se prepara que vou mandar porra.
Empinei minha bunda, cheio de tesão, e ele começou a bombar meu cu com toda força e em grande velocidade, urrando bem alto. Eu não via a hora de sentir a porra dele encher meu cuzinho, e pedi bem alto:
- Isso … Zé… caralho… me dá sua porra… ai macho bom…dá pra mim … dá…issooooo…
Assim que ele soltou a porra no meu buraquinho arrombado, eu me vim gritando…foda-se…delicia… aiiiii…..
Nesse momento, Iuri,  me jogou no chão, de frente, me levantou as pernas e encaixou sua pica de cavalo que finalmente tava dura, no meu cuzinho tentando me penetrar.
O cara tava louco pra me comer. Eu queria afastar ele , pois meu cuzinho tava doendo demais, mas não tinha mais forças, e acabei por descontrair meus músculos anais, pra não doer mais ainda.
Aí, ele conseguiu meter a cabeça, e aos pouco, o resto foi entrando. Eu gritava de dor, e ele me tapou a boca pra abafar  meus gritos.
Jorge gritava; Arromba essa putinha…de uma vez…vamo…
Meu  cu escorria sangue de tanto levar pica. Sangue misturado com litros de gala daqueles machos.
Iuri, não queria nem saber, ele me fodia feito um animal, e não demorou até soltar sua gala no meu cú.
Quando ele saiu de cima de mim,  os outros boys me rodearam se masturbando, e um após o outro esporraram em mim. Na boca, cara, cabelo, corpo, tudo. Eu tava coberto de gala quente. Aquilo me deu tesão … e também eu me esporrei novamente.
Quando me levantei não conseguia nem andar.  Fui tomar um banho, mas ainda tive de dar o cú pró Leke, pró André e pra Manuel, e fazer chupeta pró Ruben, pró Vitor e pró Jorge.
Depois, tomei banho de novo, e fui embora quase não conseguindo andar. André me levou na porta e ainda falou, agora você é a putinha da galera, fala isso pró Tó. 
Dois dias depois, ainda tive de dar uma geral e depois as férias acabaram e voltei pra casa.

FIM







Pica negra









Moreno pintudo