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domingo, 27 de março de 2011

Big Dotado da Semana

Contos:EU E UM BATALHÃO NA BEIRA DO RIO

Conto enviado por um leitor do blog
Moro em um pequena  cidade do interior de Alagoas. E o que me aconteceu merece ser relatado para todos que se consideram fã do Big Dotados.
            Era uma tarde de sábado. Depois que cheguei da feira livre tomei um banho, almocei e tirei uma soneca. Quando acordei já passava das três da tarde. Lembrei que os rapazes gostavam de bater uma bolinha em um campo que fica na beira do rio, um pouco distante da minha casa. Mas fui até lá para apreciar a jogada. Nunca fui chegado a jogar bola, pois quando pequeno quebrei  um dedo jogando, motivo que me afastou desta brincadeira.
            Quando cheguei havia umas cem pessoas no campinho. Homens de toda qualidade. Sentei em um lugar estratégico onde pude observar a movimentação agitada da garotada. Confesso que me excitei com tanto homem naquele local. E comecei a pensar um monte de safadeza. Para o meu deleite o Vagner tirou a rola pra fora e mijou bem pertinho de mim. Que rola bonita! Imaginei chupando aquele pau. Fiquei de rola dura só em pensar em trepar com o Vagner.
            O tempo foi passando. O pessoal começou a se dispersar, ficando somente o povo que jogava e alguns curiosos como eu. Já começava a escurecer quando vi três caras falarem que iam tomar banho ali no rio pertinho do campinho. Eu falei também vou. E acompanhei o três caras.
            Chegando à beira do rio eles ficaram  nu em pelo e eu também me despi e cai na água. Começamos a brincar e naquilo toquei no pau de um deles que foi logo dizendo:
            - Eita, cara... tocasse na minha pica. Olha como tô. – E foi logo exibindo a rola bem dura. Uma rola grande, grossa e cabeçuda. Para meu deleite, os outros também mostraram a rola dura e começaram a se esfregar em mim.
            Não me fiz de rogado e comecei a pegar na rola daqueles caras. Um me pediu pra chupar. Eu chupei um de cada vez. Depois pediram pra comer meu cu. Eram uns jegues. O primeiro cuspiu na cabeça da rola e passou cuspe no meu cu, forçou a cabeça da pica e senti as pregas cedendo para receber a tora invasora. Os três me fuderam se revezando.
            Eu já estava de cu ardido implorando para que eles gozassem, quando de repente a surpresa:  Todos os jogadores do campinho estavam na beira do rio apreciando o espetáculo. Uns gritavam “também quero fuder”. Outros batiam punheta.  O Vagner, o mijão do campinho que já citei antes, aproximou-se de mim e disse: chupa minha pica. Vou acabar de rasgar esse rabo como meus 23 cm de rola, ta ouvindo? Eu estremeci porque o cara era um cavalo. Aquela rola bonita que antes eu vira mole mijando lá no campo, agora se transformara numa cobra valente. 23 cm de nervos... imagine a grossura. A cabeça parecia mais um cogumelo avermelhado.
            Ele me guiou até a ribanceira do rio, enquanto que os outros apreciavam em algazarra. Fiquei com a bunda empinada enquanto segurava firme na ribanceira com as duas mãos para me apoiar. Ele gritou: Cambada, vejam como é que se arromba um cu. Pegou um pedaço de sabão e fez uma espuma. Untou meu cu e começou a enfiar um dedo, dois, três, quatro, cinco... Eu estremecia. Minha rola estava dura no ar. Eu nessa posição, levando o rola do Vagner, enquanto os outros enfiavam a rola na minha boca. Chupei todas as picas. Senti nesse momento a cabeça da rola do Vagner me rasgar enquanto o resto da rola entreva sem piedade. Quase gritei... Mas senti a mão dele pegar  minha rola e fazer movimentos de vai e vem enquanto ele me bombava sem parar. – Só vou parar quando soltar o “santo material” – ele queria dizer quando soltar a gala.  Eu empinava a bunda cada vez mais e ele me punhetava de forma magistral.  Ele gozou gritando: Cu da porra! Engoliu minha vara e me fez gozar que nem doido!
            Eu me controlei e não gozei. Quando o Vagner arrastou a rola do meu cu, eu estava tonto... E nisso já senti outra pica me invadir, e mais outra, e outra e outra e tantas outras.... Perdi a conta. Dei tanto o cu que quase morria espetado. Gritaram no meu ouvido:
            - Cuzinho valente, hem... Passasse vinte e oito caras de uma só vez. Chupasse vinte e oito picas.
            Eles foram saindo um por um... Fiquei sozinho... Comecei a bater uma punheta quando de repente o Vagner gritou. Tô aqui. Ele enfiou a rolona no meu cu novamente e começou a me punhetar... Eu gemia, suspirava e quando não agüentei mais gritei de gozo e esmorecei nos braços dele. Ele tirou o pau do meu cu e pediu pra gozar na minha boca... Aceitei... Que gala gostosa... Engoli. O safado olhou pra mim e disse:
            - Da próxima vou convidar os soldados da PM. Se prepare!


           


Novo ensaio de Rafael Alencar






Mamando no rolão