terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Contos : o negão do busão.
Numa tarde em que o movimento do trabalho estava praticamente parado eu
resolvi entrar numa sala de bate papo pra curtir sacanagens como eu
gosto. Normalmente entro com um Nick dando a entender que sou passivo e
me excito muito conversando com homens ativos em sessões de sexo virtual
ou até recebendo ligações deles. Fiquei super a fim de brincar com
alguma rola para chupar ou até sentar nela. Meu cú pedia por algo mais e
eu não queria simplesmente me masturbar num banheiro. Fica faltando
algo e eu não me satisfaço muito assim. Na hora de ir embora, meu carro
resolveu simplesmente me deixar na mão e eu o deixei parado no
estacionamento do prédio imaginando resolver o problema no dia seguinte.
Voltei para o escritório imaginando que algum amigo poderia me dar uma
carona, mas todos já haviam ido embora. Liguei para a minha mulher que
disse que nem estava na cidade. Ela estava no interior pra onde foi
atender um dos seus clientes numa situação de emergência e que voltaria
tarde da noite. Mesmo com tudo isso minha excitação não diminuía eu
resolvi pegar um ônibus pra casa. Estava usando uma calça de tek tell e
uma camiseta solta e larga. Tive a idéia de tirar a cueca e colocar uma
das calcinhas que tenho escondidas no meu armário que fica trancado.
Vesti o fio dental e me dirigi ao ponto de ônibus imaginando que ele
poderia vir lotado pelo horário. Com alguma facilidade eu subi e fui pro
meio do corredor. As pessoas foram entrando cada vez mais até que lotou
completamente e as pessoas ficavam espremidas e encostadas umas as
outras. De repente um homem negro, um pouco mais alto que eu, se
acomodou atrás de mim e parou exatamente ali. Era justamente o que eu
desejava naquele dia: um homem por trás. Com os movimentos das curvas,
freadas e aceleradas do coletivo, o negão se esfregava na minha bunda e
eu não dizia nada. Num certo momento percebo que algo mais crescia entre
a gente e era cada vez mais duro e maior. Eu empurrava a bunda contra
ele até que o educado excitado me pediu desculpas pela situação. Olhei
pra ele por cima do ombro e sorrindo respondi que estava tudo bem e que
ele podia ficar tranqüilo. Foi como dizer: sou toda sua. Senti uma das
suas mãos descendo entre a gente e ele dar uma ajeitada na rola dura já.
Claro que sua mão roçou minha bunda também e um dos seus dedos deram um
passeio por ela que sentiu o elástico da calcinha apertada. Fingindo
buscar o dinheiro no bolso de trás para pagar a passagem, dei uma
“explorada” na ferramenta do negão que nessa hora deixou escapar um
ruído parecido com o de uma cascavel. Virei o rosto sorrindo pra ele que
retribuiu o sorriso e como sua mão ainda estava em baixo, senti um
beliscão de lave na minha bunda. Olhei com cara de “gostei disso” e em
seguida ouvi um convite dele para descermos e tomarmos uma cervejinha já
que era sexta feira. Aceitei e segui na frente ele que de forma até
discreta ainda foi-me encoxando sem ninguém perceber. Descemos do busão e
ele tentava esconder o volume na calça e me disse que eu tinha uma
bunda bem gostosa e que não teve como ficar de pau duro roçando nela.
Desculpou se mais uma vez, mas eu respondi que tinha adorado a situação e
perguntei se ele tinha pau grande. A resposta foi até assustadora se eu
não tivesse outras experiências com outros homens: 24 cm e bem grosso.
Ele disse que estávamos a um quarteirão da casa dele e que se eu
topasse, poderíamos ir pra lá onde tinha cerveja à vontade pra gente.
Topei e seguimos conversando e eu me revelando sem o menor pudor
contando que curtia ser passivo com homens e que naquele dia estava
especialmente cheio de vontade de uma rola. Ele me contou que já tinha
saído com alguns travestis e 2 homens que eram casados mas curtiam ser
passivos pra ele também. Contou que algumas mulheres com quem transou,
reclamaram do tamanho da sua pica que segundo elas, machucava na hora da
penetração. Comecei a sentir um misto de medo e tesão incontroláveis.
Pra dispersar o medo perguntei se ele tinha beijado os travestis na boca
e ele disse que beijou apenas uma delas que nem parecia boneca.
Perguntei se ele me beijaria também e ele disse que com certeza.
Entramos no elevador e ele me puxou de frente contra ele e perguntou se
eu queria experimentar seu beijo. Nem respondi e me encostei de frente
no seu peito e me entreguei. Sua língua era grande e até áspera e
invadiu a minha boca num beijo de tirar o fôlego. Eu estava totalmente
entregue e louco para dar muito prazer ao negão gostoso. Entramos no seu
apartamento e mais uma encoxada dele em mim arrancou um gemido todo
delicado da minha boca que ainda emitiu um “ai que delícia de homem”.
Novamente seu pau cresceu e eu mesmo comecei a descer a minha calça pra
sentir melhor seu volume e aí percebi que ele ia judiar um pouco de mim.
Soltou-me e falou pra sentar no sofá enquanto ele ia buscar a cerveja
que estava muito a fim. Sentei, tirei a calça e o tênis ficando com a
calcinha e a camiseta apenas. Da cozinha ele falou que estava pegando
uns salgadinhos pra gente comer com a cerveja e sua demora me intrigava.
Após um longo tempo ele apareceu com duas latas de cerveja numa mão e
um pratinho com queijo temperado na outra e totalmente pelado com aquela
verga meio dura e grossa balançando entre as pernas. Eu não via mais
nada na minha frente além do pau dele que era de um tamanho e calibre
que nunca tinha visto. Ele caminhou e parou na minha frente perguntando
se eu tinha gostado da rola dele. Nem conseguia falar direito e
segurando a deliciosa pica com as duas mãos comecei a acariciar e
delirar. Sem nem mesmo que ele me pedisse, eu comecei a beijar e lamber,
mas o sabor e cheiro eram muito fortes e ele percebeu meu incômodo.
Afinal fez muito calor durante o dia e ele trabalhava andando pelas ruas
e aí já viu né? Levantou-me do sofá e tirou minha camiseta enquanto
falava que ia me dar dois banhos, um de chuveiro e outro de língua.
Quando viu a minha bunda dividida pelo fio dental, falou que eu era um
tesão de viado e que tinha uma bunda melhor que as de muitas mulheres
que ele já tinha comido. Ele mesmo tirou a minha calcinha e me
encaminhou pro banheiro onde nos ensaboamos e nos beijamos muito. Ele me
enxugou e depois me carregou no colo como se eu fosse uma pena e me
colocou no sofá que era muito confortável e grande. Sentou ao meu lado e
entregou uma das latinhas brindando à minha bunda e eu retribuí
brindando ao seu pauzão. Eu segurava a lata em uma das mãos e a rola
dele quase do mesmo calibre da lata na outra. Lata gelada numa das mãos e
pau quente na outra. Atendendo seu pedido, virei de bruços no sofá e
ele derramou a cerveja nas minhas costas fazendo uma poça nela pra
depois começar a beber e acariciar minha bunda. Ajeitou-se entre as minhas
pernas e derramou mais cerveja, dessa vez no meu reguinho e com a boca
no meu cuzinho bebeu mais alguns goles enquanto eu gemia e falava que
ele era um macho delicioso. Terminou a cerveja dele e jogou no chão, mas
continuou saboreando meu cuzinho e metendo a língua nele me fazia gemer
e até a gritar de tesão máximo. Ele falava o tempo todo que me faria
muito feliz com a pica dele e que eu jamais esqueceria ela. Depois de
uns 5 minutos chupando meu cú, ele pediu um carinho na vara dele e eu
não neguei claro. Mudando de posição no sofá, comecei a lamber sua longa
pica de baixo até a cabeçorra que parecia um morango coberto de
chocolate. Segurava com as duas mãos e ainda sobrava carne pra chupar.
Ficou muito duro mesmo e depois de uns 10 minutos mamando ele sugeriu
que fôssemos pra cama dele e eu aceitei. Mais uma vez ele não me deixou
caminhar e me carregou no colo. Coloquei os braços nos seus ombros e nos
beijamos a caminho do matadouro dele. Colocou-me carinhosamente na cama
de bruços e abriu a gaveta do criado mudo para tirar dela um creme
lubrificante que começou a passar no meu cú enfiando primeiro um dedo e
depois dois. Passou um monte de creme no mastro dele também e perguntou
como eu queria que ele me comesse. Respondi que preferia sentar na rola
dele pra poder controlar a entrada e não “sofrer” muito. Ele então
deitou se de costas e eu sentei sobre ele com as pernas abertas e a
bunda ainda mais. Segurei a picona e encostei-a ao meu cú que piscava de
vontade já. Desci meu corpo aos poucos e a cabeça entrou com certa
facilidade e eu nem senti dor alguma. Descia lentamente e aí comecei a
sentir meu cú se abrindo cada vez mais até que não entrou mais e eu
senti seus pelos roçando minha bunda e eu adoro isso quando consigo
meter todo na bunda. Deitei sobre ele para acostumar com o invasor e nos
beijamos. Com esse movimento percebi que o pau deu uma saída do meu cú e
eu voltei à posição o fazendoele voltar pra dentro. Percebi que não
sentia dor alguma, mas muito prazer e comecei a rebolar lentamente e
gemer feito uma verdadeira cadela no cio sedenta por um macho. Depois de
mais alguns minutos eu já pulava e rebolava na vara dele que falava não
acreditar que eu estava dando tão gostoso sem reclamar do pau enorme
dele. Suas mãos acariciavam meus peitinhos e apertava os mamilos e isso
arrancava mais gemidos da minha boca e uns gritinhos delicados e
afeminados também. Ficamos nessa posição por vários minutos e ele
perguntou se eu não queria ficar de 4 pra ele. Mudamos a posição sem nem
mesmo tirar a rola da minha bunda. Eu não queria ficar sem ela nem um
segundo antes dele esporrar. A virada no pau dele deu a impressão de um
parafuso entrando na porca e a sensação foi deliciosa também. Coloquei o
rosto na cama e empinei bem a bunda abrindo bem as pernas pra ele me
segurar pelas ancas e comandar as entradas e saídas. Não aguentava mais e
falei que estava pra gozar sem nem mesmo me tocar e ele acelerou e
começou a meter mais forte até que entrou numa velocidade incrível e eu
não agüentei mais e gozei no seu lençol. Quando estava gozando apertei
seu pau com meu cú e gemi alto quase gritando e nessa hora senti toda
potência daquela vara gozando no meu cuzão. Com o gozo dele veio um
“puta que pariu que bunda gostosaaaaaa”. Apertava minha bunda contra seu
pau e só soltou quando terminou de gozar e derrubou todo seu peso sobre
mim. Ficamos paradinhos respirando forte até que nos acalmamos, mas o
pau dele mesmo mole ainda continuava dentro de mim. Ele tirou e deitou
ao meu lado e eu senti a porra dele escorrendo do meu cú para as minhas
coxas. Essa sensação eu também adoro nessas horas. Ficamos calados por
vários minutos e em seguida o silêncio dele foi quebrado quando me
convidou pra ir tomar um banho com ele. Levantei da cama e senti as
pernas moles e uma enxurrada de porra escorrer entre as minhas coxas. No
banho ele me lavou e enfiando um dedo no meu cú, ajudou a tirar um
pouco mais da porra dele. Em seguida fomos pro sofá onde bebemos mais
algumas latas de cerveja e terminamos com o queijo dele. Eu sempre
acariciando seu pau que cedeu aos meus carinhos e novamente ficou duro.
Claro que não perdi a oportunidade de começar uma chupada deliciosa nele
e queria ver a porra saindo mais uma vez. Lambia e olhava pro rosto
dele, algo que os homens gostam de ver. Mesmo ele avisando que demoraria
pra gozar dessa vez eu não desisti até que ele lavou meu rosto e boca
de porra quentinha. Eu estava passando o pau dele pelo meu rosto com os
olhos fechados, num carinho delicioso quando de repente senti outro jato
no rosto, mas dessa vez era urina e ele colocou uma toalha por baixo
para não sujar o seu sofá. O jato era forte e eu direcionava pro rosto e
até abri a boca pra ele urinar nela. Alguma coisa eu até engoli
enquanto ele me falava que eu era uma puta completa mesmo. Quando
terminou de urinar, me levou novamente para o banho e ali ficamos por
quase meia hora aos beijos e conversando sobre uma proposta dele de eu
virar uma putinha pra ele. Eu aceitei e disse que viria pra casa dele
sempre que ele pedisse. Foram 18 meses de namoro com o negão e
aprontando outras loucuras deliciosas inclusive com a participação de
outros homens e mulheres dominadoras também. Ele comprou roupinhas que
eu usava na casa dele quando passava finais de semana com ele
aproveitando que a minha esposa estava viajando a trabalho ou visitando
seus pais no interior. Como tudo que é bom, dura pouco ou acaba depois
de um tempo, ele começou a namorar uma garota e nossas relações foram
rareando até que um dia me disse que ia se casar no mês seguinte. Até
fui ao seu casamento e levei minha esposa que nem sonhava que o noivo
tinha sido meu macho por um ano e meio.
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Será que esses gays que casam com mulheres, enganando uma pessoa, conseguem ser felizes?
ResponderExcluirExiste felicidade em viver uma mentira?
Não consigo entender esse tipo de coisa.
Concordo ..Vc tem que ser vc ..
ExcluirConcordo acho que vc tem que ser vc ..
ExcluirDepois de alguns arremedos vem esse relato que é absurdamente excitante. Imagino a quantidade de pessoas que não gostariam
ResponderExcluirde estar na pele do responsável pelo relato. Esse negão, real ou imaginário, deve habitar no inconsciente da maioria dos passivos. Simplesmente delicioso nos mínimos detalhes. Parabéns ao autor do relato. Espero ler mais relatos desse nível aqui no blog. FENOMENAL!
quero chupar um pau como é o seu ?
Excluiro viado dá o cu sem camisinha para um desconhecido...
ResponderExcluiralém de correr risco poderia contaminar a esposa, que não tem culpa.
despreso esses gay que se fazem de maxo. coitadas das esposas. e esse otario ainda transa sem camisinha capaz de contrair algo e passar para a pobre da esposa. se nao tem coragem de se assumir nao case, viva solteiro encubado
ResponderExcluirQue delícia foi esse negão pra você, hein bee?Gostei!Bjss
ResponderExcluirAnônimo, eu acho que a proteção é essencial. Não é a toa que o número de mulheres contaminadas dobrou e quando se remete a esposas quase triplicou nos últimos anos. A maioria dos caras casados além de não honrarem o casamento, e isso é um problema de caráter e que só diz respsito aos mesmos, ainda é uma ausência de responsabilidade. Basta você entrar numa sala d bate-papo e conversar com um cara casado e vai perceber qu a maioria não quer usar preservativo. Kamikaze? Talvez. Mas deviam embarcar nessa aventura só. Mas vamos levar em conta que isso é apenas um conto e serve pra relaxar. Melhor acreditar que não existe mais um sacana na face do mundo.
ResponderExcluirGostei do conto...
ResponderExcluirMuuuito tesão...
Adoro um negão bem macho!
já que eles ficaram por 18 meses juntos por que nao assumiram algo neh em vez de enganar suas mulheres !!!!!
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