Seja também um seguidor do Big Dotados.

sábado, 12 de novembro de 2011

Contos: Foda na rua

Este conto foi enviado por um leitor do blog de Recife - PE
         Era uma noite de um mês qualquer aqui na Imbiribeira, bairro do Recife. Andava pela Lagoa do Araçá, acabara de ser fodido por um guarda de um edifício em construção, mas não estava satisfeito, precisava de mais, aquela foda  só tinha servido para me deixar com mais fogo, com mais loucura na mente e no corpo. Resolvi rumar para o bairro de Afogados, quem sabe alguma pica furtiva estaria pela rua a uma hora dessas, foi quando ao cruzar a Av. Mascarenhas de Moraes, eu vi aquele rapaz, estatura média, magro, cabelo raspado, todo de azul, regata azul celeste, com bermuda de tactel da mesma cor. Nossos olhares se cruzaram e as faíscas ascenderam de ambos os olhares, ele entrou na rua onde eu estava, e o segui. Paramos numa rua residência, e nós escondemos atrás de um muro, eu peguei naquela pica gostosa, macia, média, uma perfeição dos céus. Mas ali era perigoso, e qual foi minha surpresa ao ouvir a voz fanhosa do meu amante, eu o amei ainda mais. Fomos para um beco por traz da Grilo, ali eu o chupei bastante, aquela pica gostosa, deliciosa e saborosa. Não suportei ficar no gulosa, e levantei, virei de costas para ele, e e inclinei a bunda na direção do pau dele, nossa que gostoso sentir o deslizar da pica dele no meu buraco celeste. Mas ali ainda era perigoso ser surpreendido, então nos refizemos e entramos mais ainda no beco, até nós abrigarmos na entrada de um armazem, protegidos pelas paredes fodemos como dois apaixonados, sem roupa no meio da rua, eu e meu amado. Ele me botou em cima de uma mesa de cimento e me fodeu com maestria. Eu tirava sua pica e chupava com gosto, e metia de novo, mudávamos as posições como se quiséssemos nos conhecer por inteiro naquela noite. E que príncipe fodedor era aquele homem, nunca havia sido fodido assim, ele se deitou no chão e eu sentei em cima daquele pauzão, de costas pra ele, fiz um bate estaca fenomenal, e depois de muito metermos, segurei a mão dele, com a esquerda e com a direita bati uma punheta bem gostosa, gozei gritando, enquanto ele apertava minha mão e sua pica atolada no meu cúzinho. Fiquei de quatro e ele meteu até gozar. Nós  despedimos, e nunca mais vi aquele rosto. Meu anjo azul, o único que amei...

5 comentários:

  1. buraco celeste, parei aqui

    ResponderExcluir
  2. Você é do babado hein? Adorei! Dadeira mesmo rs. É isso ai amiga. Deu mole! Pegue. Se não, as outras pegam!Não ligue por não velo mais.Vão se os paus. Seu cuzinho fica e com certeza outros paus virão!É só ir a caça! Pica é que não falta. Bjss

    ResponderExcluir
  3. Levar pica é bom demais!!! Ainda mais numa aventura dessa. Parabéns pela coragem, pois o mundo tá cheio de bandido. Mas o que vale é aproveitar. Quem gosta de rola corre qualquer risco, porque rola é coisa boa.

    ResponderExcluir
  4. Meu anjo azul, o único que amei...? nossa....

    ResponderExcluir
  5. Achei lindo, tem que ser assim, a vida é curta demais pra ser jogada fora, e este conto tem um lirismo como nunca vi em outros no blog, adorei, espero ver mais contos assim, deixo meu msn para quem quiser entrar em contato, sou de Recife também, passivo, brunugaulek@hotmail.com

    ResponderExcluir

Deixe seu comentário