- Fique quieto!
Papai e mamãe dormiam. O som nostálgico e tranqüilo de minha
imutável casa escondia, nesta noite, uma ardente transa.
As velhas fotografias fitavam cegas nosso suor e nudez. Se
recusavam a escutar o membro de Joca em atrito com minhas partes traseiras.
"Ai, como força"! As portas me são abertas. O
arfar quente de Joca me excita mais. O movimento frenético continua.
O velho chão, que fora limpado à tarde, continha marcas da
luz da lua que entrava pela janela, discreta entre as persianas.
Um grande alívio! Meu primeiro gozo, e vejo que o chão
precisa de outra limpeza. Joca ainda não acabou comigo, pois seu membro ainda
latejava dentro de mim. Sou abraçado por ele, e então beijado. Movimentos
circulares, comandados por sua cintura, fazem continuar nossa dança. Minhas
costas estavam encharcadas.
Sinto uma leve mordida no pescoço com algo áspero a roçá-lo.
Uma dor passada nunca existiu: nossa prática deveria continuar!
As estocadas ficavam mais fortes a todo momento. Meu pau não
murchava.
Me senti incompleto! Joca retirou sua rola de mim. Suas
fortes mãos me abaixavam com carinho, até o ponto em que encontrei aquele que
nunca dorme, o seu pau. Ereto, revelava uma grande glande, o suficiente para
chupá-la. Afastei o prepúcio e infiltrei a cabeçorra em minha boca com volúpia.
Um gosto azedo e salgado invadia o meu paladar. Por falta de falar, minha
língua entra em atividade ao analisar minuciosamente aquele topo.
Aos poucos entrando, o mastro de Joca adentrava-se cada vez
mais, assim como saía. Joca olhava para o teto deixando cada um de seus
músculos gritar de prazer. Tal prazer foi minha refeição no jantar fora de hora
naquela noite.
O relógio liberava o seu "tique-taque", as grandes
bolas de Joca ficavam cada vez mais suadas. Em um gemido repentino, sinto algo
novo, prestes a acontecer. O cremoso leite de Joca é jorrado em minha boca,
revelando um sabor único para mim.
O incansável gigante finalmente se comprimiu e adormeceu,
sendo alojado novamente na cueca do carpinteiro bonitão e musculoso que mora ao
lado. Uma camisa sem manga ocultou aquele tórax definido de minha visão, mas
continuava a mostrar aqueles mesmos braços largos e fortes que me seguravam a
pouco.
O carpinteiro barbudo saiu sem fazer barulho ao bater a
porta recém-concertada. Ainda estava todo aberto, debruçado no chão. Meus dedos
tocaram na porta, evidencia de que nada foi em vão: havia sido aberta!



Fiquei impressionado com a narrativa. Diferente! Chega ser poético!! Muito bem escrito... por alguém que domina muito bem a redação!! Adorei!!
ResponderExcluirMaravilhosa essa narrativa. Perfeitamente escrita, que une o culto à sacanagem, mas dando muito tesão. Lembrou um pouco Caio Fernando Abreu... Parabéns!
ResponderExcluirComo sonhar não paga imposto.Tá bom.Mais pra quem narrou esse conto já pogou porque, gastou energia.Viu só?Sonhe e não comentem e ponto.
ResponderExcluirRisível
ResponderExcluirMuito, muito, muito bom. Parabéns narrativa diferente, sensual e muito bem escrito sem ser vulgar amei, vc é um grande escritor sem duvida!
ResponderExcluirUm dos melhores que ja li... parabens
ResponderExcluirA narrativa foi sem igual, parabens.
ResponderExcluirErotismo, sensualidade, combinados de forma agradável.
muitos parabens,adorei imenso continua ok.
ResponderExcluirPortugal
adorei a narrativa, continua assim ok.
ResponderExcluirPortugal
nossa muito poetico me add áee poeta gato!!!
ResponderExcluirdouglasdemais@hotmail.com
Me add ae narrador poético
ResponderExcluirdouglasdemais@hotmail.com
Eu ao contrario dos outros não gostei, porque é muito melancolico, tá é um tanto romantico mas não dá um UP pra se excitar, faltou aquele erotismo, aquilo que te faz ficar de pau duro e tals... nem vontade de bater punheta dá.!
ResponderExcluirPuta que pariu Marcos
ResponderExcluirMeus parabéns