O banheirão da Central do Brasil estava repleto.Um horário como aquele, era certeza de boa putaria com caras interessantes. Xandão cumpria o ritual de seposicionar frente ao mictorio, urinarfartamente, fazendo com que o barulho de seu mijo caindo na calha soasse como música, depois chacoalhar a pica,deixando escorrer as últimas gotas. Tudo sob os olhares dos espectadores aolado: alguns tensos, outros maravilhados, mas todos curiosos, lutando para ser notados.
Um cara tentou tocar seu mastro, mas ele seesgueirou, estava interessado num outro, um negro alto e magro que estava mais no canto. Fez sinal para que ele se aproximasse. Oescolhido se aproximou e, sem perder tempo, começou a mamar a pica de Xandãoali mesmo, ajoelhado junto ao mictório com cerca de 8 ou 10 pessoas apreciandoe babando de tesao e mais uns 2 caras adiante se mamando tbem, alheios aomovimento. Alguns se masturbavam, mordiam os lábios, e outros vigiavam a portade entrada,mas sem querer perder um só segundo das cenas. A essa altura Xandãotinha convocado mais um para dar um trato em seu mastro possante. Agora eramdois, que, lado a lado, dividiam harmoniozamente aquele cacete majestoso, um lambia os bagos,outro a cabeçona da pica, seus lábios se encontravam. Outros dois seaproximaram, sendo acolhidos pelo fudedor, que agora tinha dois marmanjos cuidando de seu pau e mais dois linguandoseus mamilos, bem como um macho como ele merece. Nesses locais, tem que seficar atento ao movimento e, quando surge alguém, até que se prove que a pessoacurte, é prudente disfarçar ou até mesmo se esconder nas cabines do vasosanitário. Mas logo a cena se montava novamente.
Onegro então convidou Xandão para um motel ali da região e o outro mamador perguntou sepoderia ir junto, assim, terminariam a brincadeira de uma forma bem maisconfortável. Sob o olhar de lamentaçãode todos do local,os 3 partiram em direção a um motel ali próximo.
eem menos de 10 minutos, nosso fudedor já se encontrava sentadão numa poltrona,tendo os dois parceiros aos seus pés, sob suas ordens, beijando, lambendo, acariciando e chupando seu saco,coxa e cacetão, como se fosse um saboroso sorvete de chocolate num dia de verãointenso.
Michel era o nome do negro, de 25 anos. Altoe magro, cabeça careca e uma boca carnuda e quente. Jonathan era branco, disse ter 27 anos e era um desses tipos que a gente chama deurso, peludo e parrudo. Os dois,másculos, porém, sedentos por pica.
“Issoaí seus boqueteiros de banheirão, lustra meu cacete, dá um trato na moral,quero no capricho, quero essas línguas quentes trabalhando pra valer, suasputas de merda!”
Veraqueles machos ali subjulgados rendendoaquela homenagem a ele estava sendo sensacional. Ordenava que babassem bem o pau dele na hora de mamar e osdois faziam isso com mestria.
Paraanimar a festa, posicionou os dois lado a lado de 4 na cama e linguava suas bundas, ora uma ora outraenquanto eles se beijavam e gemiam gostando do tratamento, dava tbem uns tapasbem dados e estalados nos dois, que retribuíam com gemidos “Ui, au, au, ai,hum, hum, ui”. Ele adorava essas reaçõese adorava tbem saber que havia duas bundas submissas para saborear . Esaboreou.
Oprimeiro a levar ferro foi Jonathan, não havia como lubrificar então usaramsaliva mesmo, xandão empurrou sua pica pra dentro daquele buraco ornado compelos sem dó nem piedade e começou a comer com força enquanto michel auxiliavaabrindo a bunda do parceiro para a pica entrar com mais facilidade. O ursosoltava urros de dor e era sacudido com tanta voracidade com as estocadas dexandão que acabou dobrando o joelho e deitando de bruços, vencido.
“Vaideitar não porra! Vai ficar de 4 até a hora que eu quiser!” esbravejou Xandãobotando jonatham de 4 novamente e aplicando 2, 3, 4 , 5 tapas seguidos naquelabunda peluda, para em seguida empurrar a pica com mais volúpia, fazendo oparceiro o choro e o gemido do parceiro ecoar pelo pequeno quarto. Nãosatisfeito, ordenou que ele mamassemichel.
Acena era linda, Jhonathan sentia seu cuquase se dilacerando, afinal, tinha dentro dele 23 cm de carne possantelatejando. E em sua boca, mais 19 cm queele tantava se concentrar para abocanhar, enquanto era sacolejado no vai-e-vemdas pirocadas que estava tomando.
Algumtempo depois, Xandão anunciou ser a vez de michel levar no rabo, mas esseafirmou que não sabia se iria aguentar,mas Xandão resolveu logo a questão com apenas uma frase: Não tem esse kaô comigo não putinho, se veio aqui tem queaguentar, parceiro. Fica de franguinho assado aí agora, na disciplicna, namoral, Anda!”
“De frango não cara, tá doido?, essa posição é a que dói mais. Vamos deladinho...” afirmou Michel, com veemência, já se posicionando na cama. Nessemomento, um tapa atingiu sua orelha e sentiu tudo zunir. Em seguida, foiimobilizado por Xandão, sob o olhar abismado de Jhonatan. O recado foi claro.
“Deladinho é o caralho, porra!! Quero de frango-assado e é assim que vai ser! Andanegão, deita aí e se arreganha pra mim, se não quiser levar mais uns tapas nopé do ouvido, pra tu aprender a serhomem!!!”
Depoisdesse esculacho, só restou a Michel obedecer, e em poucos minutos sentir aenorme pica escorregando pelo seu cuzãoa dentro.
Xandão entrou fundo em Michel, mandando ver com metidas cada vez mais vorazes. De vez em quando, tirava o pau, conferiao cuzão do parceiro, sorria cinicamente e metia de novo, enquanto o parceiro suava ofegante, gemia earregalava os olhos a cada bombada.
“Ai ai, Puta q pariu” gritava o passivo choroso, mas Xandão não perdoava e bombava, bombava,bombava com intensidade. Se deliciava aover o cara se contorcendo e tentando escapar das pirocadas, sem sucesso. “Argh, unfh, ai, ai, uhh, ai irmão, vaidevagar, uau irmãozão, ai”, grunia Michel, desesperado, tentando apaziguar ofurôr do parceiro, mas o “irmãozão” não era qualquer um, era Xandão e ele estava,como sempre, com muita, muita fome de cu. Com as pernas do parceiro apoiadas emseus ombros, nosso fudedor tinha total controle, enquanto metia naquela bundade ébano, aplicava tapas na cara doparceiro, que também tinha que lamber os dedos que ele enfiava em sua boca.
“Aêhien negão! Pra quem disse que não queria dar, até que você tá mastigando apica igual a uma puta profissional! E esse chororô é de dor ou de tesão mesmo?”Debochava Xandão.
Emseguida, virou o parceiro colocando-o de 4 e ordenando que ele mamasse a picade Jhonatan, que até então apenas observava tudo, levemente atormentado com ascenas. A pica de Jonatham era minúsculae feia, Michel hesitou, mas ficou com medo de apanhar mais e obedeceu. Mamava Jhonatan e levava pirocada de Xandão.
“Issoputinha, vagaba, já levou porrada e agora tem que dar conta de duaspirocas, uma no cu e outra na boca. Issotudo é pra tu deixar de ser otário. Vai manezão, geme gostoso rebolando esse rabo vai, curte apica do seu macho faminto, empina essa bunda.”
Ahumilhação para Michel era suprema, mas,sem perceber, ele estava embarcando naquela situação e achando excitante. Sedeu conta de que a cada tapa que ardia em sua bunda, a casa xingamento queouvia, maior era a vontade de estar ali e percebeu que seu pau estava duro ebabando, sinal de que estava mesmo curtindo dar para aquele moreno que odominava de forma tão plena.
Empoucos minutos de mamada, Jhonathan começou a gemer e só foi o tempo de Micheltirar o pau da boca e o cara gozou.
“Caralho!O cara além de ter pica pequena tem ejaculação precoce! Goza com uma simplesmamada!! Que merda !!!!” gritou Xandão,irritado, retirando bruscamente a picado cu de Michel, levantando –se e pegando Jhonatam pelo braço.
“Calmaae parceiro, moro longe e ta na minhahora de ir embora, não posso mais ficar.” Argumentou Jhonnatan, com voztrêmula, imprensado contra parede.
“Quemdecide a hora de tudo aqui sou eu, você apenas obedece... Faz igual o seu amigoali ó, tava nervosinho mas sentiu o peso da minha mão no pé do ouvido e ficoucalminho.”
Semsequer deixar o urso se recuperar do pós-gozo, Xandão posicionou a pica e meteunaquela bunda, de uma só vez, impiedosamente, arrancando um berro agudo do parceiro e um olharassombrado de Michel.
Asestocadas sucederam-se, potentes, vigorosas, os gemidos semisturavam com o barulho do atrito entre os a pélvis de Xandão e a bunda deJhonatan.
“Ai,ai, tá doendo cara, eu não tô mais aguentando. Pega leve, acabei de gozar!”
“Mandeivocê gozar? Mandei? Viadinho fraco, quenão consegue segurar o gozo nem por 5 minutos. Toma vara no cu pra aprender ame obedecer.”
Opassivo tentava se manter de pé com as mãos escoradas na parede e a bundaempinada, gemia e soluçava feito criança e dava gritos afetados cada vez queXandão enchia sua bunda mole de tapas deixando –a mais avermelhada, para emseguida golpear a pica mais fundo. Michel, por sua vez, se masturbava, agoraostentando um ar de riso, se divertindo com o sacode que o parceiro estavalevando.
“Aínegão, pega uma camisinha lá e vem comer ele também!” ordenou Xandão paraMichel, que permaneceu parado, concentrado assistindo o outro ser esculachado.
“Tá a fim de apanhar de novo mané, tá surdo!! Mete a pica nesse safado tambémporra, tô mandando”.
Xandãodesengatou, mas a pica de Michel veiologo em seguida se acomodando com voracidade em seu cuzão fatigado. A pica deMichel media cerca de 19 cm, pouco menor que a de Xandão e, além disso, suaforma de fuder era morno, bem diferente da pegada forte de nosso fudedor, porisso, Jhonatan se sentia mais seguro e confortável.
“Mete com força nesse meu rabo, detona minhas pregas! Vai no fundo, mete pravaler!”
Jhonnatan,tomado por um ímpeto de ousadia, começou a comandar a foda, ditando instruçõesao parceiro, que, obedecendo, acelerava os movimentos.
“Caralho negão, não tô acreditando! Tá de bobeira,deixando essa puta te dar ordens... Comandar a parada toda...Tu não se garantenão porra.” Disse Xandão, indignado.
Areação de Michel foi apenas um sorriso constrangido, mas seu semblante logomudou quando percebeu que nosso fudedor encapava a pica com uma nova camisinhae olhava para ele com cara de mau. Foi só uma questão de segundos, Michelsentiu aquela enorme pica morena forçando entrada em seu anelzinho e depois se alojando com umavoracidade animal, fazendo-o ir ao céu e voltar. Com o trenzinho formado, Xandãosegurava firmemente os quadris de Michel e enterrava a vara no parceiro com estocadas potentes, como se tivesse aforça de um búfalo. Michel repassava tudo ao parceiro, carcando a pica com vontade, em meio a umasinfonia de gemidos e ruídos do entra-e-sai das picas.
Michelnão resistiu e gozou, enchendo acamisinha com sua carga de porra. Jhonnatan, esbaforido, escapou da pica e sejogou na cama. Já Michel, não se livrou da pirocada, pois Xandão apenas mudoude posição, botando-o de 4 na cama e proseguiu com as pistoladas por mais umbom tempo.
“Queroas duas putinhas incompetentes de joelho pra ganhar leitada e ir pra casaalimentadas, anda suas vagabas, passivos de merda que não aguentam a pica de ummacho de verdade! De joelho nos pés do Xandão anda!”
Osdois se apressaram em obedecer rapidamente, chegando a quase cair ao seemparelharem, provocando risos de nosso fudedor, que se sentou na cama e passoua ser mamado novamente, sentindo adeliciosa e extasiante sensação de ter uma lingua trabalhando a pica e outra osaco, virilha e coxas.
“Assimque gosto de ver, boqueteiros aos meus pés dando um trato na minha pica,sugando cada centímetro. Mama suas putinhas, bota essas boquinhas de veludo ptrabalhar.”
Defato os dois eram fracos na hora de dar, mas estavam sabendo compensar isso nahora da mamada, o balé das línguas e doslábios ãdaqueles dois fazendo a festa naquela pica morena era magnífico. Xando, grato por toda aquela reverência, urrou como um búfalo numa explosão de prazere disparou uma catarata de porra quente. Nenhum dos dois sse atreveu a tirar orosto da reta e acabaram bombardeados com as gofadas fartas de nossofudedor. Jhonnatan olhou o celular e viu dezenas de chamadas daesposa. Tomou uma rápida ducha e se despediu dos parceiros de sacanagem e saiuapressado, já pensando em que desculpa iria dar em casa para justificar a demora.
“Eutambém vou dar uma olhada pra ver se alguem me ligou”, disse Michel, selevantando e indo em direção as roupas jogadas pelo chão.
Masnem chegou até a metade do quarto, logo foi agarrado pela cintura por Xandão earremessado na cama.
“Deixade kaô negão, tô vendo que você quer fuder mais, tanto que ficou aí enrolando,se quissesse ir embora já teria ido junto com o cara. Você pensa que me enganaseu puto? Tá a fim de mais é só pedir parceiro! Pede rapá, tá com vergonha deque? Tá todo molinho aí, doido pra levar ferro de novo!”
“Euquero sim, cara, tô varado de tesão com sua pegada, quero de novo, queromuito.”
“Masse liga negão, se ficar com muita frescura, correndo da pica, vai apanhar denovo sacou?”
Michelsussurrou um sim e logo teve seu corpo envolvido pelos braços fortes esuados do parceiro. Então, reiniciaram a deliciosa foda, com Xandão comandandoe Michel obedecendo, com o corpo entorpecido, e sem se preocupar com a hora.



Olá Galera, sou o Junior, autor dos contos do Xandão. Dia desses joguei no google a palavra Xandão e descobri que algúem tinha publicado um dos episódios aqui nesse site, que até então eu nem conhecia. Publico semanalmente os contos numa comunidade do orkut,e tbem num outro site, mas agora pretendo fazê-lo aqui também, para que vocês se deliciem com as aventuras deliciosas desse carioca marrento e fudedor. Eis o segundo conto. Divirtam-se e comentem a vontade!!!
ResponderExcluirMelhor conto q eu ja liiiii!!!!
ResponderExcluirDeviam fazer mais contos do XANDAAAOOO
ResponderExcluirBabado forte hein!
ResponderExcluirMuito longo, não tive paciência!
ResponderExcluirSimplesmente sen-sa-ci-o-nal! Muito bem escrito, além de delicioso. Quero um xandão só pra mim!!
ResponderExcluireste xandao tm pegada selvagem...eu naum aguentaria
ResponderExcluirQuerido Junior,
ResponderExcluirAdorei seu conto. Também escrevo, mas os meus são bem menos picantes.
Esse Xandão deve comer muito cu!
Os caras devem ficar doídos!
Beijos nos pés
Esse cara existe de verdade? Meu deus... Me deu medo/vontade de conhecê-lo....
ResponderExcluirmamar e da natureza do ser humano, tá no sangue e ñ dá pra evitar!
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