Seja também um seguidor do Big Dotados.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Contos: AVENTURA NA PRAIA DE TAMANDARÉ, EM PERNAMBUCO.

Conto enviado por um leitor do blog:
áalgum tempo numa época de carnaval em Tamandaré, estado de Pernambuco. Naquele tempoeu ainda tinha muito medo de transar pra valer. Eu fazia, mas era com muito cuidadopara que não viesse cair na boca do povo. Afinal de contas, o preconceitocontra gays sempre existiu e acredito que sempre irá existir. Hoje, devido àlei que se encontra aí, a coisa começou a amenizar, mas a falta de respeito, asanarquias, os olhares de censura e de repulsa continuam. E além do mais, ocomportamento do gay, perante a sociedade tem que existir. Pois, só podemosser respeitados quando primeiro a gentese dá ao respeito.
Mas não estou aqui para dá aula decomportamento. Apesar de ser professor, estou ocupando este espaço para narraruma transa que aconteceu comigo e nunca consigo esquecê-la, pois aquele momentomarcou muito para mim. Tanto pelo prazer que senti quanto pela pessoa com quemtransei. O cara teve o maior respeito comigo, mas me atacou em um momento muitocomplicado. Só em pensar, eu fico trêmulo e excitado.
Bem, naquele carnaval, não lembro mais oano, eu fui para Tamandaré, em Pernambuco. Uma praia muito bonita do litoral doestado. Fiquei na casa de meu tio. Tenho uns primos que são umas maravilhas. ODinei é um primo que sempre senti atração por ele. Sempre fiquei horasconversando com ele, admirando sua beleza e flertando seu volume por cima daroupa que deve ocultar uma maravilha.Infelizmente nunca o vi nu. Também nunca dei bandeira para não cair noridículo. Sempre houve um grande respeito entre os membros de minha família.
Mas deixa isso para lá. Quero contar quenaquele carnaval, a casa de meu tio estava cheia de gente. Tinha também umpessoal de Ribeirão, interior de Pernambuco, passando a temporada de carnavalna casa do meu tio. Entre eles havia três rapazes que logo fizeram amizadecomigo. E durante os quatro dias que passamos juntos, éramos como carne e unha.A gente não se separava em nenhum momento. Foi um período muito bom para mim.
Entre os três rapazes, tinha um quedesde o primeiro momento que o vi, não conseguia sair dos meus pensamentos. Elogo eu me imaginava sozinho com ele, transando gostoso. Pois naquele tempo eusentia uma atração muito forte por homens. Bati muita punheta, imaginado oshomens com quem eu pretendia ficar. Quando eu me agradava de um cara, mesmo semficar com ele, eu me masturbava pensando nele e me satisfazia, sentindo um gozointenso, chamando pelo seu nome. Uma loucura. Hoje confesso que ainda sinto,mas não é mais aquela coisa avassaladora como era antes. Acredito que seja pelofato de hoje eu ser mais aberto e ter muita experiência. Antes eu tinha medo.Demorava ficar com um homem. Eu era bem novinho, os hormônios aflorando, eu namaior vadiança e reprimindo meus desejos por causa de uma sociedade imunda eridícula, repleta de falso moralismo. Hoje transo normal com homens solteiros ecasados e não sinto mais medo nenhum.
Esse cara por quem me apaixonei assimque botei os olhos em cima dele foi o Jairo. Um rapaz bonito, branco,corpulento, um olhar penetrante e uma voz de homem marrento. Pronto, eu estavano paraíso. Pensei. Os outros dois também não eram de se jogar fora. Eram tambémmuito atraentes, mas o Jairo foi quem me impressionou. Desde o início ele meolhava direto. A gente saía para curtir as bandas de frevo e vê os blocos quedesfilavam pela cidade. Íamos à praia durante o dia e sempre estávamos nessecorpo a corpo, nós quatro e mais alguns garotos lá da cidade.
Assim se passaram os quatro dias decarnaval, digo quatro porque o sábado já é considerado o primeiro dia. E noúltimo dia veio a surpresa. Tinha chegado um pessoal do Recife na terça-feira.Então naquela noite, quando retornamos da rua, falaram que a gente iria dormirem uma casa vizinha que estava servindo de hospedagem para outros membros dafamília. Levaram colchões, preparam a cama e formos dormir. Ficamos na sala dacasa porque os outros cômodos estavam todos ocupados pelas outras pessoas quedormiam. Quando deitamos, apagaram as luzes. Eu fui o primeiro a deitar. Estavacom muito sono e iria viajar logo cedinho de volta para casa. Deitei no cantodo colchão e fiquei encostado na parede. Para minha surpresa, o Jairo deitou-sejunto a mim. E assim, nós quatro ficamos dormindo na sala.
Eu não consegui dormir. Logo ouvi osmeninos ressonando. A noite foi ficando tediosa. Eu não conseguia pregar osolhos. Eu sentia o cheiro do Jairo adentrando pelas minhas narinas. Sentiavontade de tocá-lo, mas tinha medo de sua reação, caso ele acordasse. Derepente, o Jairo se virou e encaixou a região das coxas ao púbis na minha bundajá que eu estava virado para a parede. Eu fiquei tão excitado que deu vontadede agarrá-lo. Mas permaneci imóvel. Para minha surpresa, ele não ressonava.Fiquei esperando sua reação quando notasse que estava colado em mim.
Ali fiquei imóvel, até sentir a mão doJairo alisando minha bunda por cima da bermuda. Ai que tesão que eu senti! Nãoagüentei mais e peguei na mão dele. Ele se assustou e pediu desculpas. Falavabaixinho ao meu ouvido, temendo que os outros acordassem. Falei que não tinhaproblema, que ele podia fazer o que quisesse comigo. Pois era aquilo que euesperava dele desde quando o vi pela primeira vez.
Ele continuou alisando minha bunda. Nissoeu comecei acariciar seu pau por cima da bermuda. O bicho tava duro em ponto debala. Notei que não era nada pequeno. Então não agüentei mais e pedi que elepusesse a pica pra fora da roupa.Enquanto eu baixei a bermuda e a cueca, deixando a bunda livre. Ele ficou meiotrêmulo, dava pra perceber. Pedi que ele continuasse brincando com a minhabunda. Ele falou que nunca tinha comido um cu, mas que queria me comer. Quedesde a primeira noite que dormimos no mesmo quarto ele batia punheta pensandono meu rabo.
Não resisti e tentei beijá-lo. Elecorrespondeu. Foi um beijo na boca meio tímido, mas ele chupou minha língua aponto de me eletrizar. Desci e cheirei aquela rola. Gosto de cheirar a rola domacho antes de chupá-la. E assim coloquei o pauzão na boca. Chupei bastante equando senti o pau soltar a baba na minha língua, eu parei. Não queria que eledesperdiçasse gala. Queria tudo aquilo no meu cu. A gente tremia de medo. Pois os dois garotos dormiam ali na mesmasala. O que nos tranqüilizava, era que um ressonava alto e o outro roncava.
Ofereci o cu para ele e disse:
- Enfia essa rola no meu cu, Jairo.
Não tinha lubrificante. Foi na base docuspe mesmo. Senti ele socar a rola deuma só vez no meu buraquinho. Talvez por ele não ter experiência. Senti uma dorhorrível. O pau dele era grande e grosso. Peguei nas coxas dele e quase craveias unhas na sua carne branca.
O Jairo me comeu de ladinho. Sem muitomovimento para não acordar os outros. Enquanto o pau entrava e saía do meu cu,eu batia punheta. Senti quando ele disse que ia gozar. E jorrou todo seu leiteno meu cu. Enquanto eu também gozava e pedia para ele não parar.
Adormecemos. Quando acordei, consultei orelógio. Era cinco horas da manhã. Levantei e admirei o Jairo que dormia. Saide lá sem que ninguém me visse. Na casa do meu tio, tomei banho, tomei café epeguei minha bagagem e voltei para casa. Do Jairo só me restou a saudade.
FIM

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário