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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Contos: O VIGILANTE DOMINADOR E TRONCUDO

Conto enviado por um leitor do blog de Portugal:
        Faz hoje 10 dias, fui de férias para Portimão, pra casa de meu amigo André. Estavam a ser uns dias óptimos. Todos os dias íamos numa  praia nudista, e á noite íamos numa boate gay super legal.
Entretanto uma manhã ele recebeu um telefonema do irmão, e me disse que  no dia seguinte quarta-feira, tinha de ir pra  Lisboa, no trem da noite pra assinar uma escritura de venda de uma propriedade herança do avô,  mas que eu poderia ficar pois na quinta-feira á noite ele já tava de volta. Na quarta-feira, jantámos numa pizzeria, e depois fui levar ele na estação pra pegar o último trem pra Lisboa. Chegámos às 11,05 e o trem só saía às 11,30 horas. A estação tinha pouca gente . Alguns estrangeiros e jovens estudantes acabando as férias. A estação de trem de Portimão é muito pequena, mas tem um barzinho, e como chegámos cedo fomos tomar um xope gelado pois fazia muito calor.
Aí vi que, do lado de fora da montra do bar, o vigilante da estação tava nos olhando com interesse.   Era um coroa de uns quarenta anos, moreno da praia, forte e baixo, com um jeito machão que  mexeu comigo. Vestia uniforme de sarja preta , boina militar e botas também de tipo militar. Fiquei bem excitado e falei pra meu amigo, que também achou ele um bofe bem gostoso.
O trem entretanto chegou, meu amigo se despediu de mim  com um abraço,  e fiquei vendo ele entrando no trem. Pouco depois o trem partiu, e eu voltei no átrio da estação,  passando bem pertinho do  vigilante. Ele me olhou e eu não consegui evitar de olhar na direcção do pau dele, que fazia um volumão em sua calça de sarja preta. Vendo meu olhar o safado alisou a rola, continuando de cara fechada como se não tivesse percebido meu olhar de assédio.
Entrei  no banheiro, com o coração batendo acelerado, fui no urinol e fiquei esperando que ele entrasse também. Pouco depois a porta do banheiro abriu.  Era ele. O bofe se colocou no urinol do meu lado, abriu o zipper e sacou fora uma maravilha de pica escura . Depois  me sussurrou no ouvido: Gosta ? …
Claro que eu, quase babando,  falei que sim.
Então me aguarda uns  quinze minutos que meu turno acaba à meia-noite, e aí vamos na minha casa. Falando isso o cara me tapeou na bunda e foi embora.
Fui na entrada da estação fumar um cigarro, e pouco depois, ainda não tinham passado quinze minutos, o cara apareceu, e me disse pra seguir ele.
Senti algum medo, pois ele era cara fechada , mas o tesão falou mais forte Ele foi na frente e eu segui ele. Atravessámos a linha. Do outro lado tinha uns barracões velhos e sujos, e depois umas casas baixas. Ele abriu a porta de uma das  casas  e me puxou pra dentro. Tava escuro, mas a luz da lua entrava pela janela. Louco de vontade , ele me tascou um beijo na boca que me deixou até tonto. Na escuridão, acariciei o pau dele por cima da calça.Tava todo duro e bem maior. Não medi ele, mas era bem grande e grosso, mais de 20 cms. De repente ele me segredou:
- Você vai ser meu escravo viu  gostoso? vai fazer tudo o que eu pedir,  não vai ?
Aí eu falei, depende né.
Ele me deu um tapa na cara e falou : resposta errada, responde direito ou leva mais.
Assustado e já arrependido de ter vindo com aquele cara que eu não conhecia, falei que queria ir embora. Aí ele falou que eu não tinha que ter medo dele, que ele não ía me magoar, mas que era sádico e gostava de dominar rapazinhos submissos, e que ía só me dar uns tapinhas se eu não obedecesse a ele.
Depois  tirou a camisa, me exibindo seu peito e bíceps musculados, me jogou no chão,  agarrou minha cabeça e  me fez ajoelhar, depois baixou as calças  ficando em cueca branca. Lambi o pau por cima da cueca dele, inebriado pelo cheiro de cueca suada e melada de macho. Aí ele me ordenou:
- Tira minha cueca e mama meu pau, seu viadinho vagabundo.
Obedeci na hora, puxei a cueca dele pra baixo e … a pica gorda e  potente  dele saltou na minha cara me deixando  tomado de tesão e me fazendo cair de boca imediatamente. Nossa que jeba mais grossa e dura. Ele me mandou abocanhar ela, e como eu hesitei, ele forçou,  me fazendo engasgar e quase vomitar.
- Que viado é você que não consegue nem engulir uma pica de verdade, hem ? vamos engole ela putinho safado.
Aí, fiquei irritado e abocanhei aquela rola gostosa botando  ela todinha em minha boca.
- Isso aí putinha boqueteira, engole o caralhão de seu dono. Ele falou.
Aí me esmerei no boquete, chupava, lambia, mamava no sacão peludo, mordia nas coxas musculosas dele,  fazendo ele gemer de tesão.
Me sentia uma putinha submissa , aos pés daquele macho gostoso, dominador, pauzudo, sacudo e abusado.
Aí ele pegou no rolão e ficou batendo com ele em meu rosto e em meus lábios, com força, enquanto eu sequioso tentava abocanhar novamente seu sardão. Quando consegui botar ele de novo na boca caprichei tanto no boquete, que pouco depois ele começou a urrar de gozo,  tirou o pau de minha boca e esguichou dois fortes jactos de leite em meu rosto.
Fiquei um pouco decepcionado de ele se vir tão depressa, pensando que a festa tinha acabado, e eu não tinha sequer gozado. Limpei meu rosto com Kleenex que eu sempre trago no bolso e dei alguns pra ele limpar seu pau, e fiquei esperando que ele vestisse sua calça. Aí ele percebendo que eu pensava que a curtição tinha acabado, falou:
- Tá pensando que vai embora sem  eu comer esse cu gostoso, é ?  venha comigo, ele me ordenou.
Obedeci, ele pegou no meu braço  e me levou numa divisão da casa, que era uma espécie de sala sem janelas, acendeu a luz que era vermelha, e vi no centro da sala uma mesa de madeira antiga e pesada.
- Baixe seu short e deite na mesa de bunda pra cima.
Apesar de algum receio, a verdade é que tava me excitando ser dominado por aquele macho  e meu pau tava duríssimo.  Ele foi num armário e tirou um chicote pequeno , e depois  iniciou uma sessão de caricias em minha bunda. Depois mordia ela e a beijava com o maior carinho.
- Tá gostando escravinho gostoso ? ele me disse com voz doce, bem diferente da voz de comando com que me falara antes.
Aí eu relaxei, fechei os olhos sentindo a língua dele aflorar meu buraquinho. Só que de repente, senti uma chicotada forte na bunda. Gritei , sentindo minhas nádegas ficaram bem quentes . Mas o estranho é que depois a sensação era gostosa. De seguida ele lambeu minhas nádegas, falando que meu cuzinho era uma delicia, depois cuspiu nos dedos, e começou a me lubrificar, enfiando um dedo, depois dois, e ao terceiro dedo, gemi bem alto, ele falou que gostava de me ouvir gemer, e me deu um tapa forte nas nádegas.
Logo senti o caralho dele ainda mole, encostar no meu cu. Empinei minha bunda e me esfreguei nele, gemendo de tesão. Senti aquela naco engrossando e endurecendo e esfreguei nele ainda mais. Aí ele falou:
- Quer o pauzão no cú não é escravo ? aí vai ter de implorar.
- Por favor me come, me arromba todo, eu falei.
- Então lamba minhas botas, cadelinha viciosa. Ele ordenou.
Doido de tesão ajoelhei e lambi as botas dele. Pouco depois ele falou pra eu mamar sua pirocona e eu mamei segurando pelo sacão. O cheiro a macho que aquele sacão exalava era bom demais. Meu pau tava duro mas eu não tocava ele pois não queria gozar sem antes sentir aquele rolo de carne dentro de mim. Entretanto o pau dele também tava duro como pedra, e ele botou ele todo na minha boca, mas eu engasguei e tirei fora.
- Agora volta pra mesa escravo abusado. Não chupou meu pau direito, vai levar mais.
Ele me tapeou de novo na bunda, que ficou fervendo. Depois me beijou a bunda aliviando minha dor, e falou:
- Me chama de Mestre, e implora por meu caralho.
- Mestre me fode… me dá seu caralho…não aguento mais…por favor…
Ele então, se afastou botou uma camisinha , cuspiu no pau e mandou que eu ficasse relaxado, obedeci, ele começou a forçar, sua picona mas tava difícil de entrar. Aí eu peguei meu gelzinho e untei meu cú . Aí ele conseguiu botar a cabeçorra. Quando a cabeçorra ultrapassou meu anelzinho dilatado e dilatando mais ainda, pedi pra ele  ir devagar, aí ele disse que quem mandava era ele, e me segurando as ancas estocou até o fundo, me arrancando um grito...depois ficou parado até acabar  a dor....perguntou se tava gostoso, eu disse que sim, ele então começou a ir e vir, entrando e saindo suavemente, me arrancando gemidos fortes, quando aumentou o ritmo eu gritei pra ele  me foder muito.
- Tá gostando escravinho ? Fala pra seu Mestre que quer mais forte. Ele falava rouco de tesão.
- Quero, quero forte Mestre. Soca forte. Eu falei… gemendo.
Minhas  pernas estavam bambas, mas ele  intensificou o ritmo das pirocadas me fazendo arrepiar e gemer ainda mais. Eu tava amando sentir aquela picona  que me  preenchia de forma tão prazerosa e também aquele macho mandão que me comia feito um animal e ainda me  insultava com xingamentos e tapas e me puxava pelos cabelos. Que surra de pica eu  estava levando, a jéba entrava e saía, ia bem fundo, me fazendo urrar de tesão e uma dor gostosa me  invadia. Subitamente  senti ele bater com a mão espalmada em minha bunda, e depois socar fundo, até gozar e me fazer gozar também. Depois pensei que tiraria, eu ja estava todo magoado, bambo, mas ele continuou a ir e vir até que em minutos gozou novamente sem tirar de dentro. Meu cú tava completamente arrombado.
Depois fomos tomar uma ducha. Aí fiz mais chupeta na rola  semi dura, porem bem  grossa. Depois  linguei o saco graúdo de meu mestre  com todo tesão do mundo:
- Isso putinha  lambe o sacão preto do seu macho, abocanha as bolas e massageia, vai putinha, agrada seu mestre.
Me dava o maior tesão me sentir  uma putinha obediante e submissa aos  pés daquele bofe  forte e machão.
O pau dele estava agora bem duro.  Subitamente ele ordenou que me levantasse e virasse para a parede. Depois, pegou numa escova de madeira e deu-me com ela na bunda. Senti a pele queimar tal a força com que ele me bateu, mas não reclamei. De repente ele caiu de boca no meu rabo, lustrando e sugando as minhas pregas  que se contraíam com o contacto viril da sua lingua quente, áspera e competente. Depois  encapou a sua pica com uma  camisinha, segurou-me  pela cintura e começou  a meter o seu pirocão na minha bunda. Falando:
- Isso meu escravo, dá seu rabo gostoso pró dono…isso aí… isso.
O bofe metia e tirava, metia novamente até o talo, tornando a tirar. O meu cu queimava e se contraía . De vez em quando ele estalava uns tapas na minha bunda, me fazendo gemer e arquear o quadril. Ele me socava cada vez mais forte, e eu  gemia e grunhia , como uma gata no cio, me  contorcendo , empinando meu  rabo e arregalando os olhos a cada estocada mais funda. Meu mestre se serviu de meu cuzinho  por quase vinte minutos  e em seguida, arrancou a camisinha, ficou de pé e ordenou que eu ajoelhasse e  mamasse seu pau meladão.
Minha mamada foi gostosa demais e logo meu macho  soltou  fartos jatos de leite na minha boca ordenando que engolisse tudinho  sem desperdiçar sequer uma gota. Eu me masturbava e gozei também, sentindo o sabor gostoso daquele leite grosso.
Aquele macho troncudo me tinha dado a melhor foda dos últimos meses.
Nos beijámos, mas pouco depois ele falou que tava cansado e precisava dormir, e que eu podia ficar dormindo com ele.
Fiquei, e de manhã recomeçamos a putaria.
João - Portugal




6 comentários:

  1. Noossa, enfim um conto MARAVILHOSO. ADOREI!!! PARABÉNS!!

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  2. Nossa!Que biba corajosa é você hein?Se eu estivesse no seu lugar diria.Você vai gozar dentro do meu cuzinho e se não gozar aí quem vai meter um bofetão na sua cara vai ser eeeeeeeeeeeuuuuuuuuuuu!!!!

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  3. Pela primeira vez senti tesão lendo um conto erótico português! Valeu, Gil.

    Abraço.

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  4. Não tenho o costume de ler contos aqui nesse site, mas li esse e com certeza acredito que tenha sido o melhor publicado até hoje:
    PARABÉNS pelo conto João...
    E em relação ao comentário do "Anônimo" do dia 24 de agosto de 2011 00:56 (PARABÉNS pelo seu comentário: muito engraçado) ri litros...

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  5. nossa de tirar o fôlego é disso q preciso

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  6. Parabéns quero um macho desses!

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