Faz hoje 10 dias, fui de férias para Portimão, pra casa
de meu amigo André. Estavam a ser uns dias óptimos. Todos os dias íamos numa praia nudista, e á noite íamos numa boate gay
super legal.
Entretanto uma manhã ele recebeu um telefonema do
irmão, e me disse que no dia seguinte quarta-feira,
tinha de ir pra Lisboa, no trem da noite
pra assinar uma escritura de venda de uma propriedade herança do avô, mas que eu poderia ficar pois na quinta-feira
á noite ele já tava de volta. Na quarta-feira, jantámos numa pizzeria, e depois
fui levar ele na estação pra pegar o último trem pra Lisboa. Chegámos às 11,05
e o trem só saía às 11,30 horas. A estação tinha pouca gente . Alguns
estrangeiros e jovens estudantes acabando as férias. A estação de trem de
Portimão é muito pequena, mas tem um barzinho, e como chegámos cedo fomos tomar
um xope gelado pois fazia muito calor.
Aí vi que, do lado de fora da montra do bar, o
vigilante da estação tava nos olhando com interesse. Era um
coroa de uns quarenta anos, moreno da praia, forte e baixo, com um jeito machão
que mexeu comigo. Vestia uniforme de
sarja preta , boina militar e botas também de tipo militar. Fiquei bem excitado
e falei pra meu amigo, que também achou ele um bofe bem gostoso.
O trem entretanto chegou, meu amigo se despediu de
mim com um abraço, e fiquei vendo ele entrando no trem. Pouco
depois o trem partiu, e eu voltei no átrio da estação, passando bem pertinho do vigilante. Ele me olhou e eu não consegui
evitar de olhar na direcção do pau dele, que fazia um volumão em sua calça de
sarja preta. Vendo meu olhar o safado alisou a rola, continuando de cara
fechada como se não tivesse percebido meu olhar de assédio.
Entrei no
banheiro, com o coração batendo acelerado, fui no urinol e fiquei esperando que
ele entrasse também. Pouco depois a porta do banheiro abriu. Era ele. O bofe se colocou no urinol do meu
lado, abriu o zipper e sacou fora uma maravilha de pica escura . Depois
me
sussurrou no ouvido: Gosta ? …
Claro que eu, quase babando, falei que sim.
Então me aguarda uns
quinze minutos que meu turno acaba à meia-noite, e aí vamos na minha
casa. Falando isso o cara me tapeou na bunda e foi embora.
Fui na entrada da estação fumar um cigarro, e pouco
depois, ainda não tinham passado quinze minutos, o cara apareceu, e me disse pra
seguir ele.
Senti algum medo, pois ele era cara fechada , mas o
tesão falou mais forte Ele foi na frente e eu segui ele. Atravessámos a linha.
Do outro lado tinha uns barracões velhos e sujos, e depois umas casas baixas.
Ele abriu a porta de uma das casas e me puxou pra dentro. Tava escuro, mas a luz
da lua entrava pela janela. Louco de vontade , ele me tascou um beijo na boca
que me deixou até tonto. Na escuridão, acariciei o pau dele por cima da calça.Tava
todo duro e bem maior. Não medi ele, mas era bem grande e grosso, mais de 20
cms. De repente ele me segredou:
- Você vai ser meu escravo viu gostoso? vai fazer tudo o que eu pedir, não vai ?
Aí eu falei, depende né.
Ele me deu um tapa na cara e falou : resposta errada,
responde direito ou leva mais.
Assustado e já arrependido de ter vindo com aquele cara
que eu não conhecia, falei que queria ir embora. Aí ele falou que eu não tinha
que ter medo dele, que ele não ía me magoar, mas que era sádico e gostava de
dominar rapazinhos submissos, e que ía só me dar uns tapinhas se eu não
obedecesse a ele.
Depois tirou a
camisa, me exibindo seu peito e bíceps musculados, me jogou no chão, agarrou minha cabeça e me fez ajoelhar, depois baixou as calças ficando em cueca branca. Lambi o pau por cima
da cueca dele, inebriado pelo cheiro de cueca suada e melada de macho. Aí ele
me ordenou:
- Tira minha cueca e mama meu pau, seu viadinho vagabundo.
Obedeci na hora, puxei a cueca dele pra baixo e … a pica gorda e potente
dele saltou na minha cara me deixando tomado de tesão e me fazendo cair de boca
imediatamente. Nossa que jeba mais grossa e dura. Ele me mandou abocanhar ela,
e como eu hesitei, ele forçou, me
fazendo engasgar e quase vomitar.
- Que viado é você que não consegue nem engulir uma pica de verdade, hem
? vamos engole ela putinho safado.
Aí, fiquei irritado e abocanhei aquela rola gostosa botando ela todinha em minha boca.
- Isso aí putinha boqueteira, engole o caralhão de seu dono. Ele falou.
Aí me esmerei no boquete, chupava, lambia, mamava no sacão peludo, mordia
nas coxas musculosas dele, fazendo ele gemer
de tesão.
Me sentia uma putinha submissa , aos pés daquele macho gostoso, dominador,
pauzudo, sacudo e abusado.
Aí ele pegou no rolão e ficou batendo com ele em meu rosto e em meus
lábios, com força, enquanto eu sequioso tentava abocanhar novamente seu sardão.
Quando consegui botar ele de novo na boca caprichei tanto no boquete, que pouco
depois ele começou a urrar de gozo,
tirou o pau de minha boca e esguichou dois fortes jactos de leite em meu
rosto.
Fiquei um pouco decepcionado de ele se vir tão depressa, pensando que a
festa tinha acabado, e eu não tinha sequer gozado. Limpei meu rosto com Kleenex
que eu sempre trago no bolso e dei alguns pra ele limpar seu pau, e fiquei
esperando que ele vestisse sua calça. Aí ele percebendo que eu pensava que a
curtição tinha acabado, falou:
- Tá pensando que vai embora sem eu
comer esse cu gostoso, é ? venha comigo,
ele me ordenou.
Obedeci, ele pegou no meu braço e
me levou numa divisão da casa, que era uma espécie de sala sem janelas, acendeu
a luz que era vermelha, e vi no centro da sala uma mesa de madeira antiga e
pesada.
- Baixe seu short e deite na mesa de bunda pra cima.
Apesar de algum receio, a verdade é que tava me excitando ser dominado
por aquele macho e meu pau tava
duríssimo. Ele foi num armário e tirou
um chicote pequeno , e depois iniciou
uma sessão de caricias em minha bunda. Depois mordia ela e a beijava com o
maior carinho.
- Tá gostando escravinho gostoso ? ele me disse com voz doce, bem
diferente da voz de comando com que me falara antes.
Aí eu relaxei, fechei os olhos sentindo a língua dele aflorar meu
buraquinho. Só que de repente, senti uma chicotada forte na bunda. Gritei ,
sentindo minhas nádegas ficaram bem quentes . Mas o estranho é que depois a
sensação era gostosa. De seguida ele lambeu minhas nádegas, falando que meu
cuzinho era uma delicia, depois cuspiu nos dedos, e começou a me lubrificar,
enfiando um dedo, depois dois, e ao terceiro dedo, gemi bem alto, ele falou que
gostava de me ouvir gemer, e me deu um tapa forte nas nádegas.
Logo senti o caralho dele ainda mole, encostar no meu cu. Empinei minha
bunda e me esfreguei nele, gemendo de tesão. Senti aquela naco engrossando e
endurecendo e esfreguei nele ainda mais. Aí ele falou:
- Quer o pauzão no cú não é escravo ? aí vai ter de implorar.
- Por favor me come, me arromba todo, eu falei.
- Então lamba minhas botas, cadelinha viciosa. Ele ordenou.
Doido de tesão ajoelhei e lambi as botas dele. Pouco depois ele falou
pra eu mamar sua pirocona e eu mamei segurando pelo sacão. O cheiro a macho que
aquele sacão exalava era bom demais. Meu pau tava duro mas eu não tocava ele
pois não queria gozar sem antes sentir aquele rolo de carne dentro de mim.
Entretanto o pau dele também tava duro como pedra, e ele botou ele todo na
minha boca, mas eu engasguei e tirei fora.
- Agora volta pra mesa escravo abusado. Não chupou meu pau direito, vai
levar mais.
Ele me tapeou de novo na bunda, que ficou fervendo. Depois me beijou a
bunda aliviando minha dor, e falou:
- Me chama de Mestre, e implora por meu caralho.
- Mestre me fode… me dá seu caralho…não aguento mais…por favor…
Ele então, se afastou botou uma camisinha , cuspiu no pau e mandou que eu
ficasse relaxado, obedeci, ele começou a forçar, sua picona mas tava difícil de
entrar. Aí eu peguei meu gelzinho e untei meu cú . Aí ele conseguiu botar a
cabeçorra. Quando a cabeçorra ultrapassou meu anelzinho dilatado e dilatando
mais ainda, pedi pra ele ir devagar, aí ele
disse que quem mandava era ele, e me segurando as ancas estocou até o fundo, me
arrancando um grito...depois ficou parado até acabar a dor....perguntou se tava gostoso, eu disse
que sim, ele então começou a ir e vir, entrando e saindo suavemente, me
arrancando gemidos fortes, quando aumentou o ritmo eu gritei pra ele me foder muito.
- Tá gostando escravinho ? Fala pra seu Mestre que quer mais forte. Ele
falava rouco de tesão.
- Quero, quero forte Mestre. Soca forte. Eu falei… gemendo.
Minhas pernas estavam bambas, mas
ele intensificou o ritmo das pirocadas me
fazendo arrepiar e gemer ainda mais. Eu tava amando sentir aquela picona que me preenchia de forma tão prazerosa e também aquele
macho mandão que me comia feito um animal e ainda me insultava com xingamentos e tapas e me puxava
pelos cabelos. Que surra de pica eu estava levando, a jéba entrava e saía, ia bem
fundo, me fazendo urrar de tesão e uma dor gostosa me invadia. Subitamente senti ele bater com a mão espalmada em minha
bunda, e depois socar fundo, até gozar e me fazer gozar também. Depois pensei
que tiraria, eu ja estava todo magoado, bambo, mas ele continuou a ir e vir até
que em minutos gozou novamente sem tirar de dentro. Meu cú tava completamente arrombado.
Depois fomos tomar uma ducha. Aí fiz mais chupeta na rola semi dura, porem bem grossa. Depois linguei o saco graúdo de meu mestre com todo tesão do mundo:
- Isso putinha lambe o sacão
preto do seu macho, abocanha as bolas e massageia, vai putinha, agrada seu mestre.
Me dava o maior tesão me sentir uma putinha obediante e submissa aos pés daquele bofe forte e machão.
O pau dele estava agora bem duro.
Subitamente ele ordenou que me levantasse e virasse para a parede.
Depois, pegou numa escova de madeira e deu-me com ela na bunda. Senti a pele queimar
tal a força com que ele me bateu, mas não reclamei. De repente ele caiu de boca
no meu rabo, lustrando e sugando as minhas pregas que se contraíam com o contacto viril da sua lingua
quente, áspera e competente. Depois encapou a sua pica com uma camisinha, segurou-me pela cintura e começou a meter o seu pirocão na minha bunda. Falando:
- Isso meu escravo, dá seu rabo gostoso pró dono…isso aí… isso.
O bofe metia e tirava, metia novamente até o talo, tornando a tirar. O
meu cu queimava e se contraía . De vez em quando ele estalava uns tapas na
minha bunda, me fazendo gemer e arquear o quadril. Ele me socava cada vez mais
forte, e eu gemia e grunhia , como uma
gata no cio, me contorcendo , empinando
meu rabo e arregalando os olhos a cada
estocada mais funda. Meu mestre se serviu de meu cuzinho por quase vinte minutos e em seguida, arrancou a camisinha, ficou de
pé e ordenou que eu ajoelhasse e mamasse
seu pau meladão.
Minha mamada foi gostosa demais e logo meu macho soltou fartos jatos de leite na minha boca ordenando
que engolisse tudinho sem desperdiçar
sequer uma gota. Eu me masturbava e gozei também, sentindo o sabor gostoso
daquele leite grosso.
Aquele macho troncudo me tinha dado a melhor foda dos últimos meses.
Nos beijámos, mas pouco depois ele falou que tava cansado e precisava
dormir, e que eu podia ficar dormindo com ele.
Fiquei, e de manhã recomeçamos a putaria.
João - Portugal



Noossa, enfim um conto MARAVILHOSO. ADOREI!!! PARABÉNS!!
ResponderExcluirNossa!Que biba corajosa é você hein?Se eu estivesse no seu lugar diria.Você vai gozar dentro do meu cuzinho e se não gozar aí quem vai meter um bofetão na sua cara vai ser eeeeeeeeeeeuuuuuuuuuuu!!!!
ResponderExcluirPela primeira vez senti tesão lendo um conto erótico português! Valeu, Gil.
ResponderExcluirAbraço.
Não tenho o costume de ler contos aqui nesse site, mas li esse e com certeza acredito que tenha sido o melhor publicado até hoje:
ResponderExcluirPARABÉNS pelo conto João...
E em relação ao comentário do "Anônimo" do dia 24 de agosto de 2011 00:56 (PARABÉNS pelo seu comentário: muito engraçado) ri litros...
nossa de tirar o fôlego é disso q preciso
ResponderExcluirParabéns quero um macho desses!
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