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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CONTOS: CAMINHANDO, CANTANDO E LEVANDO PRESSÃO

Conto enviado por um leitor do blog:
Eu andava muito estressado e precisava sair um pouco da rotina. Arejar a cabeça para poder dá conta do serviço e conseguir conciliar trabalho e estudo. Pois estou fazendo Mestrado no Uruguai em Educação.
Então naquela tarde, resolvi caminhar. Coisa que não fazia há meses por falta de tempo. Era mais ou menos quatro horas da tarde quando eu caminhava por um local que fica a um quilômetro da minha residência. Um lugar mais ou menos deserto. No momento, eu cantava uma música do Gilberto Gil para descontrair. “Andar com Fé”, não sei bem se o nome da música é esse mesmo.
Daí, dei de cara com o Nelson. Um homem  que mora na mesma rua em que eu moro. Ele também estava caminhando e seguimos em dupla para o mesmo destino. Continuamos caminhando e conversando sobre as coisas banais da vida. Nisto sinto vontade de mijar. Avisei para ele e parei próximo a um matinho e pus o pau para fora a fim de aliviar a bexiga.
O Nelson fez o mesmo: parou e também pôs o cacete para mijar. Foi quando eu pude ver uma rola meio bamba. Não tive como não olhar. Ele percebeu a minha admiração e o extinto masculino fez com que a rola dele ficasse dura na mesa hora. Uns dezoito centímetros, mas de uma grossura impressionante. Eu nunca tinha visto uma pica tão grossa que nem aquela.
- Cara, que rola grossa é essa? – Arrisquei.
- Achou grossa, foi? – Ele perguntou, exibindo a cabeça avermelhada da jeba, com a maior cara de safado.
- Grossa demais, Nelson. – Falei.
- Pega nela e sente como ela tá quente – ele pediu, aproximando-se de mim.
Peguei no big rolão do Nelson. Enchi a mão de pica.
- Bota na boca – ele ordenou.
Falei que não dava. Que era muito arriscado. Podia aparecer alguém. Pois estávamos numa estrada. Ele sugeriu que entrássemos no mato. Eu falei que não. Pois se quiséssemos transar não tinha condição porque eu não estava com camisinha.
Seguimos a caminhada, mas a visão daquela bela pica grossa e durona não saia da minha cabeça. E assim, por insistência dele para que eu chupasse seu pau e também por minha vontade, marcamos para nos encontrar na minha casa na noite daquele mesmo dia.
Bem, o Nelson é casado, pai de três filhos. Dois deles, um casal, já são casados. E o mais novo é noivo. E por ironia do destino, eu já fiquei com o filho mais velho dele que tem hoje 24 anos.
O Nelson é alto, um pouco gordinho, mas muito safado. Aparenta ter entre 48 a 50 anos. Está um coroa enxuto e é dono de uma rola fenomenal, como já descrevi.
À noite, em casa, aguardei-o ansioso pela chegada dele. Eu não tinha passado o número do meu celular para ele, nem tampouco tinha pegado o número do dele. E como ele demorava muito, cheguei a pensar que ele não viria mais. Pois conclui que o ocorrido da tarde deveria ter sido somente uma questão de momento e pronto.
Quando eu já tinha perdido a esperança, fui despertado dos pensamentos pelo toque da campainha. Abri a porta, era o Nelson.
      Sentado no sofá, comecei a alisar as pernas dele, enquanto admirava o volumão que havia por dentro da bermuda. Alisei sua jeba por cima da roupa e mordisquei de vez em quando aquilo que inchava cada vez mais.
      Libertei o cacetão dele da prisão e o bichão saltou na minha cara, exigindo um trato especial. Admirei aquela bela pica por um momento e depois a coloquei na boca. Chupei a chapeleta e fui engolindo o pauzão vagarosamente. Enquanto isso, eu olhava para o rosto do Nelson e via que ele estava de olhos fechados, curtindo a brincadeira. Chupei-o bastante e em seguida conduzi-o ao meu quarto.
      Lá, fiz uma chupeta rápida, e já somente de cueca, ofereci a bunda para o Nelson, que me fez deitar de bruços e começou a brincar com ela. Alisava minha bunda por cima da cueca e dava palmadas de leve, enquanto eu chupava sua rola da cabeça até a base e lambia o saco que acomodava dois ovos imensos. Os pentelhos aparados do púbis e do saco me deixavam excitados.
      O Nelson continuou brincando com a minha bunda. Tirou minha cueca e abriu meu rego e ficou admirando o meu cu. Alisou o meu orifício. Lambuzou um dedo com saliva e iniciou uma sessão de dedada bem gostosa. Aquilo me enlouquecia. Fiquei de pau duro na mesma hora.
      Quando não agüentei mais aquelas dedadas loucas, pedi que ele me fodesse. Ele colocou a camisinha e eu lhe ofereci um pote de gel. Ele lubrificou seu cacete e eu lubrifiquei o meu cu. Abri a bunda com as duas mãos e anunciei:
      - Pode vir, Nelson. Fode esse cu que agora é todo teu.
      A cabeça de sua pica pediu passagem e entrou. O resto do pau foi se agasalhando na profundidade do meu rabo. Soltei a musculatura do cu e relaxei. O macho só se deu por satisfeito quanto introduziu todo cacete no meu buraco. Respirei fundo e aguardei as estocadas.
      Ele iniciou as estocadas cadenciadas. Doía muito, mas era uma sensação gostosa. Também a tara de transar com um homem casado, pai de três filhos e avô de uma neta, me deixava louco de tesão.
      Ele enfiava a rola com tanta vontade que eu sentia aquilo me rasgando e rompendo tudo por dentro. O sacão batia na minha bunda, anunciando que a estocada tinha sido profunda. Ele não falava nada. A única vez que falou, durante a foda, foi para dizer;
      Vou gozar, seu porra!
      E gozou igual a um adolescente faminto por sexo.
      Gozamos juntos, pois enquanto ele me fodia, eu tocava uma punheta bem gostosa. A explosão foi dupla e longa. Caímos exaustos um do lado do outro na cama.
      Em seguida, ele limpou-se, despediu-se de mim e foi embora.
FIM

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