Vonto enviado por um leitor do blog:
O conto que vou narrar aconteceu neste sábado, dia 09 de julho. Como trabalho de segunda à sexta, todos os sábados e domingos estou de folga. Então eu estava em casa, na NET, apreciando as postagens do Big dotados. A Net estava super lenta. Caindo direto. Não tenho banda larga. Disponho de um modem da Oi. Interior atrasado, 2G. Fiquei irritado, desliguei o notebook e resolvi dá uma caminhada pela rodovia que fica próxima à minha residência.
Quando eu já tinha caminhado mais ou menos uns 1500 metros, avistei uma obra em construção ao lado da rodovia. Notei que não havia ninguém por ali. Fiquei curioso e resolvi ir até o local da obra. Atravessei um terreno lamacento e cheguei à obra. Olhei todos os compartimentos. Era uma obra de 1º andar. Depois avistei uns tanques azuis dentro de umas valas enormes. Certifiquei-me que era uma construção de um posto de gasolina. O local é totalmente deserto. Somente os carros para lá e para cá na pista.
Então procurei a escadaria que dava no andar superior. Na parte da frente não tinha nenhuma escada. Resolvi dá uma volta e olhar se havia alguma na parte de trás. Quando cheguei lá, deparei-me com um cara alto, forte, muito bonito, moreno-claro e com uma seriedade no rosto que me deixou sem jeito. Dei bom dia e ele respondeu sem muita cerimônia. Ele perguntou o que eu queria ali. Falei que estava passando e tive a curiosidade de olhar a obra. Ele continuou sério. Falei meu nome para ele e disse que era professor da rede municipal e estadual de ensino. Ele se apresentou como Marcos. Disse que era o vigia da obra.
Daí, o papo começou a melhorar. Ele disse que fazia mais de seis meses que estava sem trabalho até que surgiu aquela oportunidade. Falou que trabalhava muito. Que fazia uma jornada de 12 horas diárias. E que só recebia um salário-mínimo. Mas que tava tudo bem, pois podia contar com dinheiro no bolso no final de semana.
O cara era muito bonito. Apesar da seriedade, seus traços de homem deixavam qualquer um pensando em fazer sexo com ele. Então falei que foi bom ter conhecido ele, mas eu precisava ir embora. Pois a barriga já dava os primeiros sinais de fome. Era 11:30 da manhã. Enquanto a gente conversava, eu olhava disfarçadamente para a mala dele. O cara tinha um volume muito grande. Não sei se ele percebeu. Mas quando eu falei que ia embora, ele começou a alisar o volume escondido dentro da calça azul.
A partir daquele momento eu não sabia se saia dali ou se permanecia. Então inventei qualquer coisa para ter motivo para continuar ali. Perguntei quem era o dono da obra e ele falou que era de um ricão da cidade. Um cara que eu conheço. Comerciante antigo do local. Enquanto a gente conversava, ele continuava alisando o volume que agora tinha crescido mais ainda.
E quando falei que já ia embora, ele rapidamente abriu o zíper e perguntou:
- Você já viu uma pica dessa? – Ele perguntou mostrando todo o pau.
Tremi dos pés à cabeça. A pica do cara era muito bonita. Rola de macho. Grande e grossa. 20 cm, eu acho. Aproximei-me dele e peguei naquela caceta exuberante. Comecei comprimindo o pau dele e alisando da base à cabeça. Depois arregacei mais e a chapeleta surgiu reluzindo à luz do sol. Fui mais ousado: baixei a calça dele e libertei o saco da cueca. Sacão cabeludo e arredondado. Passei um tempinho admirando aquele espetáculo: um macho bonito e gostoso nu na minha frente, exibindo uma rola linda, um saco grande e uma pentelhada somente para mim. Acariciei cada bola daquela. E comecei uma punheta bem lenta naquele pau maravilhoso.
- Acalma ela... – o safado me pediu. A seriedade dele tinha ido às favas. – Percebi seu olhar quando estava mexendo com ela por cima da calça – ele completou.
Abaixei-me ficando de cócoras e coloquei a cabeça da pica na boca. Demorei um pouco na chapeleta. Ele gemeu deliciosamente.
- Chupa gostoso. Engole ela todinha.
Eu fui engolindo vagarosamente aquele pedaço de nervos que pulsava na minha boca. Enchi a boca de pica. O cara gemia de forma desvairada. Eu querendo que ele gozasse logo. Pois podia chegar alguém. Eu não sou de fazer isso em qualquer lugar, mas também não podia desperdiçar a oportunidade. Apertava a bunda dele com as duas mãos pressionando ele pra frente para que os pentelhos ficassem rente à minha cara e sentisse a rola fazendo pressão na minha garganta. Engasguei com a jeba do Marcos.
Depois de uns 20 minutos, ele me suspendeu com os braços fortes. Fiquei de pé.
- Quero comer seu cu – ele falou.
- Não dá cara. Estou suado, preciso tomar banho. E além do mais não estou com camisinha aqui – expliquei para ele.
Ele falou que não tinha problema porque ele também estava suado. E quanto à camisinha ele retirou uma embalagem do bolso da calça, contendo três. Eu falei que poderia chegar alguém ali. Ele disse que os pedreiros só retornavam a partir de uma hora da tarde. Que eu ficasse despreocupado porque ali não chegava ninguém.
Não dava para ficar de quatro porque o chão estava sujo e era muito duro. Então me dirigi até a escadaria que dava para o primeiro andar. Tirei a bermuda e a cueca e me posicionei com uma mão no corrimão da escada e a outra na parede. Empinei a bunda e aguardei a investida. O Marcos colocou a camisinha. Não tinha lubrificante, teve que ser à base de cuspe. Ele cuspiu na mão e untou toda pica, depois cuspiu novamente e untou meu cuzinho. Fechei os olhos e senti a cabeça da pica procurando passagem na entrada do meu rabo.
Marcos foi introduzindo a cabeça da pica e não parou. A rola foi entrando toda de uma vez me rasgando. Quando ele encostou-se à minha bunda, começou a bombar. Socava muito rápido e forte. Quem já deu o rabo a cara roludo deve saber como é agüentar ali calado. O Marcos socava sem pena. Gemia. Chamava-me de gostoso. Comecei a bater uma punheta e a gemer também. Ele me incentivava a gemer, dizendo que sentia mais tesão quando sua presa gemia na hora que estava sendo enrabada.
Não demorou muito e Marcos me apertou com mais força, aproximando-se mais de mim. Falou que ia gozar. Acelerei a punheta e comecei a gozar, gemendo. O Marcos anunciou que também estava gozando. Gozamos juntos.
Depois do relaxamento da foda, me despedi. Foi quando ele falou:
- A partir de segunda-feira, estou trabalhando das seis da tarde às seis da manhã. Aparece por aqui.
FIM



Muito bom o conto, se eu deparasse com um desses em algum lugar, acho que toparia fazer o mesmo.
ResponderExcluirmuito bom
ResponderExcluirMuito bom, adoro homens rústicos.
ResponderExcluirparabéns!
aqui em Curitiba rola fácil. é só chegar conversar um pouco e intimar. a maioria é casado e aceita pelo menos uma gulosa! esta semana chupei um de um estacionamento de noite!
ResponderExcluiradoorei...
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