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domingo, 3 de julho de 2011

Contos; Marcão negão gostoso

        Vou começar falando um pouco de mim. Meu nome é Marcão (fictício). Sou negão esparrado. Malhado, 1, 88 de altura, tórax construído na academia, coxas grossonas, meu cacete tem 12 cm mole e 21 cm duro, com um corpo muito grosso e a cabeça menor e afilada, e o buraco de sair porra bem estretinho. Meu saco é do couro grosso e lisinho, geralmente quando tô transando ele sobe pra junto do corpo. Tenho excesso de produção de líquido seminal. Isso já me trousse muitas situações constrangedoras e muitas coisas boas também. Sou ativo. Já dei o cú, mas não gostei. Por isso, só dou, quando isso vai me gerar muito foda depois, só se for lucrativo. Tenho dois empregos, sou professor de educação física durante a semana e barman nos finais de semana. Curto mulher também, mas prefiro um cuzinho. Não me depilo. Sou viciado em sexo e não perco oportunidade. Passou de 40 quilos eu traço. Chega de apresentações.
                Como disse, já rolou muita coisa comigo, desde quando mais novo. Mas hoje vou contar a transa mais tensa que já tive, porque o macho era meu sobrinho e na época eu ainda não tinha as manhas, era meio sem experiência. Moro na casa do meu irmão mais velho e no quarto que durmo dorme também meu sobrinho Guilherme. Rolou um negócio muito estranho entre agente uma vez. Ele tinha 18 anos e eu 20.  Eu nunca tinha percebido nada, nem desconfiava.  
                Cheguei do bar já era mais de 4 da madruga de uma sexta pra sábado. Tava cansado pra caramba! Tirei a calça e a camisa e deitei de cueca, de lado na cama. Só durmo assim. Cai no sono bem rápido. Algum tempo depois, acordei com dois dedos apertando minha rola por cima da cueca, meio que examinado. Fiquei quieto. Era o Guilherme. Não sabia o que pensar. Ele apertou meu pau mais umas três vezes com as pontas do dedo, depois apertou com mão toda.  Controlei a ereção pra ele não sacar que tava acordado. Ele tentou botar a boca, mas a posição não tava boa. Ai, ele começou apegar mais forte e não conseguiria segurar mais tempo, meu pau teva levantando. Mexi um pouco, como se estivesse acordando e ele correu pra cama dele e se cobriu. Pensei que tinha acabado por ai, gostava muito dele não queria que aquilo continuasse, apesar de que não costumo perdoar esse tipo de atitude. Mas o ele era meu sobrinho... Como é que ia ficar depois?
                Que se dane, pensei! Virei de barriga pra cima e esperei. Demorou um pouco e ele se levantou bem devagar e veio com a mão cheia. Fiquei paradinho. Só que dessa vez baixou um pouco minha cueca, fazendo meu pau cair de lado na minha perna. Pegou no meu pau e começou a bater. Não sabia mais se ele tava pensando que eu tava dormindo, fiquei sem saber o que fazer e meu pau foi ficando duro e começou a babar. De repente, ele botou a boca na cabeça da minha cobra e eu rapidamente empurrei a cara dele. Agora ele sabia que eu tava acordado. Não falei nada. Ele ficou em pé do lado da cama e começou a tirar a roupa e jogar no chão. Botou a mão no meu cacete novamente e eu o puxei pra cima de mim, até sua orelha chegar no meu ouvido e falei bem baixinho segurando a cabeça dele.
- Tá doido, porra! Teu pai tá ai no quarto do lado com tua mãe. Pára com isso! Vai dormir.
- Eles num tão aí não. Tão na casa da vô. Eu isso. Deixa eu ficar com você?
- Você é meu sobrinho, moleque!
- Mas eu quero.
Não falei mais nada. Não dou muita estia. Levei a mão na bunda do Guilherme e senti o bauzinho dele pulsando na minha barriga. Esfreguei o dedo no rego dele e senti o cú dele piscando. Ele sentou na minha barriga e meu pau encostou nas costas dele. Já tava todo babado. Guilherme se levantou um pouco e ajeitou na portinha do cú. Forçou um pouco, mas não entrou. Segurou com força meu pau e tentou de novo. E o cú dele foi abrindo bem devagar. Senti o aneuzinho dele coroar a cabeça da minha pica e quando engoliu toda a cabeça, coloque as mão embaixo das coxas dele e não deixei descer mais. Ele gemeu quando engatou.
- Deixa descer. Deixa meter tudo. Ai, que gostoso! Pirocão!
Puxei ele de volta pra mim e disse:
- Se minha rola entrar no teu cuzinho, vou ter que levar você pro hospital, rapaz!
- Deixa entrar só até metade...
Como ele deitado sobre mim, metia cabeça da rola no rabo dele e falei:
                - Me fala o que você tá sentido.
A parte grossa da minha pica começou a romper pra dentro do corpo dele. Acho que não entrou nem 10 cm e ele começou a gemer. Meti mais um pouco ele pediu arrego. Deitei ele na cama e mandei ele bater uma punheta.
- Descarrega a energia ai, rapaz. Isso é só porra acumulada. Cospe esse caralho e vai dormir.
Ele ligou a luz do quarto e sentou do meu lado. Pegou na minha vara e ficou batendo pra mim e pra ele. Escorria agüinha do meu pau e ele perguntou se eu gozava daquele jeito e eu disse que era só a agüinha que tava escorrendo, que não era leitinho ainda. Esguichou a porra do pau dele e ele se limpou com a cueca dele. Vestiu o short e foi para cama. Eu fui pro banheiro terminar o serviço, mas não consegui dormir depois. Fiquei um tempão pensando naquilo.
No outro dia, acordei já eras 2 da tarde e Guilherme não estava no quarto. Na cozinha encontrei um bilhete da minha cunhada, dizendo que a mãe dele tinha passado mal e que eles tinham ido ficar com ela. Guilherme chegou da rua com um colega. Falou comigo normalmente e perguntou se podia ajudar com uma atividade da escola. Disse que sim, pra esperar que eu já ia.  Quando entrei no quarto, vi que ia dar merda. O cara que entrou com Guilherme tava deitado na cama olhando uma folha de papel A4. O pau dele tava duro, dava pra ver a marca no short. 
- O que vocês tão vendo, Gui?
- Vem ver.
Guilherme tinha imprimido uma foto colorida do meu pau, que ele tinha tirado em quanto eu dormia. Peguei o papel, rasguei e joguei no vaso. Perguntei onde tava o arquivo e Guilherme disse que deletaria todos na minha frente se seu brincasse com eles. Primeiramente disse que não. Fui ao computador e não encontrei nada. Quando voltei o moleque de tava de quatro na cama e o Guilherme já tava com o pau na mão.  Fui até o moleque e baixei o short dele. Ai comecei a ficar excitado. Cuzinho rosado, bundinha grande, ovinhos pendurados. Dei duas tapas na bunda do moleque e arranquei o short do Guilherme.
- Fode ai! Vamo ver o que você faz!
- Ele é meu viadinho. Como ele quase todo dia. Agente quer é essa anaconda ai.
- Eu quero é essa rola preta. Tenho tara por pica preta.
- Você não agüenta não, rapaz. Vai por mim.
- Enfia tudo no meu cú. Já sou arrombado. Tô acostumado a levar vara.
- Depois que eu começar só paro quando gozar.
Quando eu falei isso, Guilherme veio pra minha frente e baixou meu short e cueca de uma vez até o joelho. A vara meio dura pendeu na frente dele e já tava escorrendo aguinha. Ele agarrou com as duas mãos e começou a bunhetar. Fiquei parado até meu pau ficar completamente duro. Ele se curvou pra chupar, mas eu não deixei, me virei pro rabo do moleque, que já tinha dois dedos cravados no cú. Botei meu pau entre as penas dele e a ponta deu no meio da barriga. Botei a tora no rego e comecei a movimentar a rola na entradinha rosada do moleque. Guilherme foi pra frente dele e botou o pau pra ele chupar. Lubrifiquei o dedo na boca do meu pau e meti no cú do moleque, fiquei girando uns 5 minutos, depois agasalhei a cabeça no rabo dele. Essa foi a parte fácil. Segurei na costas do garoto com uma mão e coma a outra forcei. Entrou um pouco e ele jogou a bunda pra frente. Forcei de novo e ele tirou o cú de novo. Tirei aponta do pau e deitei o moleque na cama. Guilherme sentou na frente da cara dele e eu cobri o moleque. Ajeitei e forcei, mas escapuliu. Forcei e o moleque gemeu com a rola do Guilherme na boca. “Hummm!” Meti a tora devagar e o moleque levou a mão pra traz pegando na minha coxa, depois soltou a rola do Guilherme.
- Ai! Para! Para porra!
Cravei até a metade, e o moleque começou a se contorcer, fez uma careta de dor e soltou a respiração, tentou me empurrar pra trás, levou a  mão na minha pica, mas antes que ele conseguisse pegar, cravei o resto de uma vez.  Começou a gritar e eu tapei aboca dele. Guilherme ficou assustado. O viadinho segurou no tornozelo dele com força e começou a chorar. Comecei a movimentar e ele chorava.
- Tio, ele tá chorando.
- Não era isso que vocês queriam? Tá pensando que é tudo facinho, igual os filmes? Agora agüenta o trampo. É assim mesmo começa chorando depois vai gotando.
O cú dele apertou demais meu pau. Eu tava arregaçando ele, mas tava gostoso. Quando realmente começou a ficar bom, já tinha uns 5 minutos que tava com a rola nele. Ele ficou mais calmo e gemia com minhas estocadas. Também comecei a gemer.
- Hannnnnnnnnnnnn! Viadinho! Orrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr! HUUMMMMMMMMMM! ARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!PUTINHOOOOOOOOOO! CARALHO!
O moleque meio sem ar gemia baixinho e eu já tava rosnando de prazer. Como minha uretra e bem apertada sinto a porra toda vindo e faço muito barulho. Perguntei:
- Quer beber?
Entre gemidos disse que queria. Tirei rápido, já tava quase gozando. Fiquei de joelhos na cama com ele entre as pernas. Só deu tempo de direcionar pra cara dele e gozar. Foram 11 jatos de porra. Limpei minha rola no peito dele e levantei. Guilherme ficou traumatizado.  O cú do moleque ficou que nem uma flor, buracão aberto. Escorreu até um pouquinho de sangue e demorou a voltar ao normal.
- Aprende porra! Não agüenta, não pede!
Guilherme não me pediu mais pra trepar com ele. Batemos umas duas punhetas juntos depois disso, mas nunca mais se meteu com meu pau. E eu só perdoei porque era meu sobrinho.

5 comentários:

  1. AMEI TEU CONTO, CARA. SOU AMARRADÃO EM PAUZÃO. JÁ DEI PARA UM CARA QUE TINHA 22CM E GROSSO. SOFRI UM BOCADO, MAS FOI MARAVILHOSO. ME MANDA UMAS FOTOS DESSE TEU PAU.

    mendson21@hotmail.com

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  2. CARALHO...fiquei louco com esse conto.
    Tenho certeza que eu aguento essa pica...me add aí cara

    gato_parrudinho@hotmail.com

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  3. Frequento esse blog faz uma porção de tempo e posso afirmat que esse é um dos melhores contos (senão o melhor) que já passou por aqui. Não sei se é verdadeiro ou fictício, mas com certeza é impossível não ficar excitado com o relato. Marcão, se vc realmente existir tenha a certeza de que eu, e com certeza muitos outros que se deleitaram com o relato, adorariamos te conhecer. Você sabe realmente como deixar um cara 'em chamas'. Parabéns pelo conto, que fez a diferença no site.

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  4. se estiver em salvador, marcao, me add: carabaianossa@hotmail.com

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  5. Genteemmm já vi de tudo.mais isso foi a melhor história que já lí. gostaria de ver essa foto que ele o sobrinho tirou.só de pensar já estou todo escitadooo.vou bater mais uma bhooooo.

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