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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Contos: AVENTURA COM CADESTES DO EXÉRCITO

Conto enviado por um leitor do blog:


           Trabalho em uma empresa que presta serviços para outras empresas. Então meu patrão ordenou que eu fosse levar um documento ao gerente de uma empresa, próxima ao Quartel do Exército, na Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, aqui em Maceió. Peguei um ônibus no centro e saltei em frente ao Quartel. Sai caminhando e não tive como evitar uma olhada de vez em quando naqueles garotos que ficam se exercitando ali, no pátio do quartel. A maioria só de calção. Uma coisa encantadora. Eram tantos garotos que fiquei sem ação. Mas continuei caminhando. No final do calçadão do quartel, eu dobrei a esquina rumo ao meu destino.
         Mais adiante, ainda contornando os muros laterais do quartel, havia vários soldados de plantão, vigiando as proximidades daquele local. Então, quando passei por um deles dei bom-dia e ele respo0ndeu. Fingi que estava procurando a empresa onde eu iria entregar o envelope com os documentos e perguntei pra ele onde ficava. Ele me informou que ficava logo adiante. Era só dobrar o quarteirão. Eu agradeci e fui atrevido. Falei que ele era muito bonito.
         O soldado  riu e começou a alisar a mala. Fiquei excitado.  Mas me comportei. Notei que os demais nos observavam. Então me despedi e segui meu destino. Quando voltei, ele estava conversando com mais três soldados. Todos, inclusive ele, na faixa de 18 a 20 anos. Atravessei a rua e sai de cabeça baixa pelo outro lado. Evitei olhar para eles. Mas um psiu me fez olhar na direção deles.
         - Psiu! – Ele falou. – Vem aqui, por favor!
         Eu fui até lá meio sem jeito. Quando cheguei, ele apresentou os colegas dele. Depois perguntou onde eu morava e onde eu trabalhava. Disse que ficou excitado quando eu falei que ele era bonito. Falou também que estavam sem sexo há mais de oito dias. E como naquele final de semana eles estariam de folga, perguntou se eu topava uma aventura com eles quatro. Eu não me fiz de difícil e aceitei. Procurei saber mais sobre eles: nomes, onde moravam, se eram solteiros ou casados. Eles eram Carlos, Alef, Sóstenes e Paulo César. O Carlos era de Delmiro Gouveia; Alef e Sóstenes eram de Palmeira dos Índios e Paulo César de Porto Calvo, todas as cidades são alagoanas. Todos eram solteiros. Acertamos que o encontro seria no meu apartamento, no Conjunto Santo Eduardo. Marcamos para sábado à noite. Dei meu número do celular e fui embora.
         Sábado eu estava de folga. E logo cedo pulei da cama. Precisava fazer uma faxina no apartamento. Ultimamente, eu estava sem tempo de arrumar minhas coisas. Depois do almoço fui ao supermercado e comprei bebida e tira-gosto. Meu telefone tocou às 19 horas. Eles tinham acabado de apanhar o ônibus e estavam indo para o centro. Informei qual seria o ônibus que passava no meu bairro e qual o ponto onde eles deveriam descer. E me apressei para ir ao ponto esperá-los. Quando o ônibus parou e eles desceram, eu não acreditava que a minha noite seria tão premiada. Cumprimentamos-nos e fomos para o meu prédio. Chegamos e entramos no meu apartamento.
         Chegaram e perguntaram se podiam tirar a camisa. Claro que consenti. Quase  tenho um desmaio com aqueles corpos desnudos somente para mim.
         - Eu tenho uma pergunta a te fazer, brother – falou Carlos.
         - Pode perguntar – eu disse.
         - Será que você não se incomoda que a gente durma hoje aqui? É que fica muito perigoso voltar para o quartel tarde da noite. E além do mais, estamos de folga mesmo.
         - Claro que vocês podem dormir – eu falei com todas as letras.
         Que maravilha! Que documentos benditos o meu patrão me mandou entregar naquele dia!
         Eles estavam com fome. Preparei um jantar. Tinha comida na geladeira. Esquentei e coloquei à mesa. Eles comeram tudo. Depois começamos a tomar uma cervejinha com azeitonas e queijo coalho. E entre uma cerveja e outra e também um litro de wisk, o Paulo César perguntou se podia fazer um strip-tease para mim. Eu ri muito. A bebida já começava a fazer  efeito. Eu falei que tudo bem. Que ele podia ficar à vontade. O som estava baixinho, tocando uma MPB. Ele tirou a calça, ficou só de cueca. Lindo demais. Magro, alto, mas bonito. Começou uma dança sensual, excitante. Os outros o acompanharam. E logo, todos estavam somente de cueca.
         Também os acompanhei e fiquei somente de cueca. E para minha surpresa, o Carlos elogiou minha bunda. Disse que queria ser o primeiro a me comer, pois afinal de contas tudo aquilo estava acontecendo por causa dele. A idéia de ficarmos juntos tinha partido dele. Falei que a gente precisava conversar mais, pois ainda estávamos muito monossílabos. Falei também que só aceitei aquele encontro com eles por serem cadetes do exército. E assim, fomos conversando, nos conhecendo melhor.
         Lembro que houve um momento em que o Carlos apagou a luz da sala, onde estávamos, ficando somente a claridade da rua. E, aproximando-se de mim, começou a me beijar na nuca, chamando-me de gostoso. Fiquei todo arrepiado. Os outros riam muito.
         Ele estava com o cacete duro, dava para notar o volume da cueca. Ele pegou na minha mão e guiou até a mala. Comecei a alisar seu pau. Depois o levei até meu quarto. Os outros ficaram bebendo na sala. Beijamos muito um ao outro. Depois ele tirou a cueca e o cacete pulou pra fora. Coloquei o bicho na boca e fiz um boquete que deixou o Carlos alucinado. Ele gemia, se esticava, apertava minha cabeça rumo ao cacete. Um pau bonito, normal, uns 17 cm, grosso. Ele pediu pra me comer. Obedeci. Tirei a cueca e ele se posicionou por trás de mim e fez um cunete que delirei. O cara era experiente na chupada de cu. Chupei o pau dele por mais algum tempo e depois coloquei a camisinha nele. Lubrifiquei o cu com lubrificante à prova d’água e me abri todo para meu macho me enrabar. Ele me enrabou de vez. Foi uma sensação gostosa. Começou o vai-e-vem mais maravilhoso que já senti.
         Depois que o Carlos tinha-me fodido bastante, de várias posições, ele perguntou se eu não queria fazer uma suruba. Pediu que eu chamasse os meninos na sala para nos divertirmos melhor. Eu fiquei meio sem jeito, mas depois aceitei. Chamei os três garotos na sala. Eles chegaram ao quarto e já foram ficando nus. Comecei chupando o pau do Paulo César, enquanto o Carlos me enrabava novamente. Ele botava o pau todinho e depois tirava para os outros verem. Eu fiquei louco de tesão com tudo aquilo: um macho enfiando a rola no meu cu e três machos me dando pica para eu mamar. Então me entreguei de corpo e alma àquela orgia. Revezava-me entre a rola do Paulo César – grande e grossa, a rola do Alef – uns 14 cm grossinha e a rola do Sóstenes – cavalado. Chupei tanto esse três, enquanto a rola do Carlos cantava no meu rabiolo.
         O próximo a me comer foi o Paulo César – o Paulinho como os outros o chamavam. Rola gostosa. Entrou rasgando meu cu, apesar de já estar alargado com o pau do Carlos. O cara tinha uma enfiada pesada. Estalava as coxas na minha bunda. Depois do Paulo César, foi a vez do Sóstenes me espetar com a rola cavalada dele. As estocadas eram firmes. E por fim, o Alef me pediu para ficar na posição de frango assado. Fiquei. Ele enfiou a caceta no meu rabo e ocupou minha boca com sua língua. Me fodeu, beijando minha boca. Uma sensação muito gostosa. Afinal de contas ele estava bêbado. Eu sabia que não era por amor, não me iludo. Era cachaça no quengo e isso deixa qualquer um desinibido. Mas aproveitei.
         Gozaram na minha cara. Punhetando o  pau para mim. Acompanhei-os na punheta e também tive um gozo prolongado. Tomamos banho e voltamos para a sala. Continuamos a beber. A suruba se repetiu por mais duas vezes naquela noite. Dormimos na minha cama. Um por cima do outro. Acordamos no domingo, depois do meio dia. Depois do almoço, ainda transamos. E somente depois das cinco horas da tarde foram embora, prometendo voltar novamente.
         FIM



        

11 comentários:

  1. Isso é q é uma bicha sonhadora ehehehehehe

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  2. Favor corrigir o título.Conheço cadetes do exercito. Acredito que tenha sido erro de digitação.desculpem-me."Contos".Que Biba é essa.Eu, hein?Pelo menos sonhar é a única coisa que não paga imposto.

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  3. TÁ COM INVEJA DA OUTRA? POR QUE SONHADORA? O QUE É QUE O CONTO TEM DE TÃO IMPORTANTE? SOLDADOS DO EXÉRCITO TAMBÉM NÃO COME RABO DE MACHO, NÃO, É? ELES ATÉ FAZEM TROCA-TROCA NO QUARTEL. E POR QUE NÃO FAZER UMA FESTINHA DO APÊ DE UMA BICHA? SOU DE ALAGOAS E CONHEÇO CARAS DESSE QUARTEL QUE MORAM NA MINHA CIDADE E JÁ TRANSEI COM UM DELES. DEIXA DE SER INVEJOSA, BICHA ESCROTA. ACREDITO QUE VOCÊ SÓ PEGA OS GAROTOS DROGADOS DE RUA.

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  4. tbm sou de alagoas e já fiquei com um cara do exercito . tbm já fiquei sabendo q andam fazendo sexo gay la dentro!

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  5. Felizmente, conheço um dos personagens do conto...

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  6. tbm conheço dois deles, os dois são foda!

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  7. kkkkkkkkkkkkkk Surreal rsrsrss mais valei a historia

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  8. gente eu nao posso afirmar que essa historia e verdade mas que eu ja dei o meu rabo para um cara do exercito eu ja dei!e tambem ja ouvi falar muito bem dos cadetes de alagoas e olha que eu sou de fortaleza viu!alguem ai quer comer o meu cuzinhooooooo!!!?????????

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  9. alguém sabe o facebook desses cadetes gostosos?

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  10. Sou Alagoano, sirvo ao exército, e adoro comer um rabinho de bicha. Prova que essas histórias realmente existem.

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