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sábado, 25 de junho de 2011

Contos: Violência e prazer em uma noite solitária

Conto enviado por um leitor do blog, envie também seus contos para bigdotados@hotmail.com e divida com todos nós suas aventuras mais excitantes.
           Era uma noite de sábado. Eu estava sozinho em casa, entediado. Tinha discutido com Júlio César, 23 anos, meu namorado. Bem, a gente mora juntos há mais de um ano. Mas acontece que vida a dois não é tão fácil assim. Por mais que a gente se goste, surge sempre algum problema que acaba em discussão. Pois sim. Naquele dia Júlio César acordou com vontade de brigar. Assim que levantou da cama e foi tomar o café da manhã, começou a reclamar do pão que não prestava. Eu falei pra ele que era o da mesma padaria que eu sempre comprava. Mas ele cismou que era pão dormido. Levantou-se e não tomou café.
         Fiz um suco de laranja, ele não quis tomar. E acabou saindo de casa sem me dizer pra onde iria. Quando chegou já era oito horas da noite, cheirando a bebida e a cigarro. Fiquei uma pilha de nervos com ele. Comecei a reclamar e ele me deferiu um tapa na cara. Pronto, foi a gota d’água. Arrumei uma mala dele e mandei ele ir pra baixa da égua. Pois não o queria mais no meu apartamento. Ele me pediu desculpas e veio me abraçar. Mas eu estava com tanta raiva que o empurrei e ele caiu no canto da cozinha. Em seguida, ele saiu, mas não levou a mala da roupa.
         Às dez horas da noite eu já estava preocupado. Pois gosto dele. É o amor da minha vida. Liguei para o celular dele, mas ele tinha desligado, ou o aparelho tinha descarregado. Mas daí comecei a pensar que ele estava com alguma mulher ou com alguma bicha. A raiva subiu até o último extremo.
 Eu tava louco pra dá o rabo naquela noite. Sabe quando você que levar pica de qualquer jeito? Eu estava assim. Fui ao meu quarto, peguei um vibrador, coloquei uma camisinha nele e untei de creme. Comecei a brincar com meu cuzinho branquinho. Até que enfiei ele todinho no meu cuzinho. Botava e tirava, pensando no pau do Júlio César. Um pau de 22 cm. Pau de homem: grande e grossão. Mas aquilo não me satisfazia. Eu queria mesmo era rola de verdade. Nervos e couro no meu rabo.
Eu estava muito faminto por rola. Queria ter um homem socando bem forte no meu cu. O Júlio fode que nem um selvagem. E eu já estou acostumado a levar pica na maior violência. É assim que eu me satisfaço. Sou viciado em pica grande e grossa e sexo violento. Gosto de homem que se transforma na hora na foda. E aquele vibrador não me satisfazia. Resolvi sair à rua em busca de um homem que me fodesse de forma bruta e que tivesse uma rola grande e grossa, com a chapeleta grande e avermelhada que nem a do Júlio. Que me maltratasse, que me deixasse em frangalhos, mas que me deixasse satisfeito, que nem o Júlio faz. Sabia que iria trair meu grande amor, mas não tinha culpa porque era meu corpo que queria. A vontade era voraz, era mais forte do que eu. Se eu não fodesse naquela hora, eu enlouquecia.
Resolvi ir até um local onde sempre há música ao vivo aos sábados. Fica a dois quarteirões do bloco do meu apartamento. Então sai à rua feito um desvairado, solitário, querendo rola de qualquer jeito. Naquela hora eu era uma prostituta profissional. Ia exercer o meu ofício de puta. E saí por ali a fora com o cu coçando, piscando, desejando pica, doido pra ser fodido.
Andava tão distraído que nem dei conta de dois caras que me interceptaram. Eu estava numa rua mal iluminada, deserta, sem nenhum pé de pessoa por ali. Dois caras se aproximaram de mim e pegaram no meu braço.
- Dinheiro, celular e tudo que tu tiver aí, cara – falou um deles.
- Não estou com nada disso aqui – respondi.
Como eu já conhecia tudo por ali, eu calcei um sapato surrado e coloquei uma nota de cinqüenta reais no solado do sapato. Por baixo dos pés. Assim não corria o risco de ser assaltado.
Quando o cara ouviu a minha resposta, eu vi a raiva na cara dele. E ele partiu pra cima de mim e revistou minha roupa, sem encontrar nada.
- Como é que tu anda sem dinheiro e sem nada, porra?! – gritou o cara.
- Já que ele não tem nada pra gente, mano. Vamos rangar o cu dele. Assim a gente tira a moral dele – disse um dos caras.
- Pensou bem. Vamos comer o cu desse desgraçado, pra ele aprender a andar com alguma coisa.
Eu falei que deixasse eu ir embora, pois eu precisava fazer um trabalho da faculdade. Que eu estava atrasado. Mas um deles mandou-me eu calar a boca. E me pegando pelas mãos, me arrastaram para trás de um muro que cercava um terreno baldio. Chegamos lá, escuridão total. Eu já tinha olhado na cara dos dois. Não eram bonitos, mas eram atraentes. Rasgaram minha roupa no meu corpo e se livraram de toda roupa também. Ficamos nus em pelo. Aí eu vi quando um deles se aproximou de mim, deferiu dois tapas na minha cara e ordenou que eu chupasse a pica dos dois.
- Chupa nossos cacetes, vai!
Sem pensar duas vezes, me abaixei e me aproximei da rola do mais alto. Senti um cheiro de caralho ardido, mas não tive opção. Prendi a respiração e coloquei a cabeça da pica do cara na boca. Pica grossa e grande. Lembrei do Júlio César. Chupei o cara com tanta vontade que nem pensei que ele era bandido.
- Olha como ele gosta de piroca! Chupa gostoso, vai.
Quando a rola já estava bem limpa, eu engoli toda pica e o cara foi às nuvens. Dizendo que nunca tinha sido chupado tão gostoso. Depois foi a vez do outro, do mais baixo. Tinha uma pica menor, mas grossona, muito grossa. Estava com cheirinho de sebo, mas eu não tinha opção. Prendi a respiração e comecei a mamar no cacetão, deixando o carinha ofegante. Ele gemia e dizia:
- Chupa minha caceta, puta safada. Chupa toda, engole essa pica, puta safada.
Vadio como eu estava e doido para chupar e levar pica, me entreguei àqueles dois bandidos. Agora eu chupava no revezamento, ora um, ora outro. Eu engolia o cacete todo do cara, deixando-o doido de tesão. E engoli o cacete do mais alto e depois engoli o cacete do mais baixo.
E assim, o mais alto gritou;
- Vai levar rola no rabo agora, visse viado safado!
Posicionaram-me no muro. As duas mãos encostadas no paredão e a bunda bem empinada para eles. O mais alto me puxou nos cabelos e me deu dois tapas na bunda. Ardeu bastante. Em seguida, senti a mão dele mexendo no meu buraquinho. Ele untava meu cu com bastante saliva. Fiquei sossegado quando ouvi ele rasgar a embalagem da camisinha. E quando ele encostou a rola no meu cu, passei a mão e me certifiquei de que a rola estava vestida. Que alívio!
De repente, senti a pregada forte no cu. A rola do cara entrou de uma só vez. Na escuridão, ele não percebia a cara que eu fazia. Mas quando ele começou a bombar muito forte, eu lembrei do Júlio e me entreguei. Empinei a bunda pra ele e senti todo caralho dentro do meu rabo. O cara meteu por quase meia hora e não gozou. Passou para o outro que rapidinho colocou a camisinha e socou a rola com tudo. Outra vez a careta que fiz ninguém viu. E me bombava que nem um desvairado.
- Toma rola, puta do cu arrombado. Toma essa pica no cu, puta safada.
Enquanto ele socava a pica grossa no meu cu, ele me batia com fortes palmadas na bunda. Já começava a me incomodar, mas eu tinha medo de reclamar pra não ser vítima fatal. Afinal de contas, eles eram bandidos, assaltantes.
 Eles meteram muito em mim. Quando um tirava o outro enfiava. Era um sexo violento, forte, do jeito que eu esperava. Eu me lembrava do meu Júlio e me entregava a cada socada que eles davam no meu rabo.
- Agora fica de quatro, puta, que vou gozar dentro desse cu – anunciou o mais alto.
Fiquei de quatro e ele enfiou o big rolão de uma só vez e reiniciou as socadas violentas que se ouvia o estalo das coxas dele na minha bunda. Depois de um 10 minutos ele urrou:
- Tô gozando, porra! – enquanto me deferia tapas na bunda. E gozou que nem um cavalo.
Tirou o pau do meu rabo e o mais baixo se posicionou por trás de mim e enfiou toda rola de uma vez e começou o entra-e-sai mais violento que já senti. O carinha enfiava a pica com tanta violência que eu pensei que ia me abrir ao meio. Gozou urrando feito um touro.
Depois me levantei, vesti os trapos rasgados por eles e sai dali correndo, sem olhar para trás. Quando cheguei em casa, o Júlio me aguardava na sala. Quando me viu naquele estado, todo rasgado, sujo e suado ele perguntou o que tinha acontecido. Falei que tinha saído à procura dele e fui atacado por dois assaltantes. Ele me mandou tomar banho e ir pra cama, enquanto ele me aguardava para nos amarmos.
FIM

2 comentários:

  1. só achei interessante uma parte ele diz q tava cm 50 reias e fica nú e os ladrões não percebe isso, estranho isso !

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  2. mas os 50 tava dentro do sapato

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