Viajei para o Recife neste domingo. Fui visitar um tio que mora em Jaboatão dos Guararapes. Quando cheguei lá, só encontrei Marta, a esposa dele. Meu tio tinha ido à oficina levar o carro para o mecânico dá uma olhada. Meus primos são casados e tinham acabado de sair com as esposas. Então fiquei sozinho, naquele tédio.
Resolvi comprar três cervejas em um barzinho próximo à residência do meu tio e sentei na calçada da casa e comecei a tomar a cerveja sozinho. Nisso vem passando três caras que me conhecem. E foi aquela coisa de nos rever, conversa vai e conversa vem, acabaram sentando ali, comigo, e fui pegar mais três copos.
A esposa do meu tio nos aconselhou que era melhor entráramos e irmos beber lá no quintal. Era mais cômodo do que ali, na calçada, sem nenhuma privacidade. Fomos para o quintal e logo o Múcio, um dos caras, falou que estava sozinho em casa. Os pais deles tinham ido a Caruaru, para os festejos de São João. E ele iria passar a semana sozinho. Como ele mora na mesma rua que meu tio mora, eu aceitei ir pra casa dele, junto com os outros caras. No caminho, compramos mais cerveja e fomos embora.
Lá, começamos a beber e a contar piadas. Depois começamos a falar sobre as fodas que já tínhamos dado. E eu fiquei já imaginando coisas com aqueles rapazes. Então o Múcio falou que tinha pego um viadinho da rua, num dia que ele não conseguiu mulher e mandou ver. Ficou de pé e disse;
- Quando eu soquei minha pica no cu do fresquinho, ele só faltou urrar.
Foram aquelas gargalhadas extravagantes.
Nisso, ele tira a jeba pra fora e fica brincando com ela. Meus olhos não conseguiam olhar para outra coisa, a não ser para aquele espetáculo de rola. Fiquei excitado na hora. Daí, o Elisiel falou:
- Imagine se ele levasse essa aqui.
E também desceu o zíper e libertou a anaconda da cueca. Que coisa! Duas rolas imensas que pareciam mais duas cobras prontas para o combate. O Menix começou a rir e falou que lembrou do dia em que comeu o cu da namorada. Falou que ela fazia de tudo para largar das mãos dele. Pois seu cacete também era avantajado. Ele ficou de pé e tirou a pica dura pra fora. Não era grande. Devia ter mais ou menos uns 16 cm, mas era muito grossa. Parecia uma lata de refrigerante.
- Cara, que rola grossa do caralho! - admirou-se Múcio.
O Elisiel pediu para que eu mostrasse meu pau. Com bastante vergonha, fiquei de pé e tirei o pau duro pra fora.
- 18 cm – eu falei. Perde pra todos vocês.
- Tive uma idéia – falou Múcio. – Vamos fazer um sorteio.
Então ele escreveu o nome de nós quatro e amassou feito papel para sorteio.
- O nome que sair no sorteio chupa o pau da gente. Pode ser qualquer um de nós. Tá combinado?
Todos aceitaram.
Imaginem qual o nome que foi sorteado – claro que foi o meu. No final de tudo o Múcio falou que tinha escrito meu nome quatro vezes. Por isso que tinha que ser o meu nome a ser sorteado.
Quando ele anunciou meu nome, eu gelei. Fiquei meio sem jeito, todo envergonhado. Mas aí já tinha aceitado. Enchi um copo de cerveja e tomei de um só gole. O Múcio aproximou-se de mim, e foi logo pondo a mão da minha cabeça e fazendo gesto para que eu descesse em direção ao cacetão dele que dançava no ar. Abaixei-me e fiquei frente a frente com aquela rola descomunal: grande e grossa. A jeba estava babando de tanto tesão. Comecei a lamber o buraquinho da pica dele. Depois passei a chupar a chapeleta avermelhada. Parecia um cogumelo. Comecei a tomar gosto pela brincadeira e já engolia a metade do picão do cara. Tentei ir mais além, mas senti a cabeça da pica encostar na minha garganta e senti vontade de engulhar. Chupei o cara por mais de 10 minutos. Engoli cada bola do saco pentelhudo. Prendi a respiração e consegui engolir toda pica do Múcio. Senti os pentelhos dele roçando na minha cara. Ele urrou de tesão.
- Cara, eu não sabia que tu gostava tanto de pica!
- Agora é minha vez – anunciou o Elisiel já com a rola na minha cara.
Levantei-me, pois já estava cansado daquela posição de cócoras. Ele me arrastou até um sofá. Sentou-s e abriu bem as pernas. Eu vi a pentelhada por baixo do sacão dele. Os pentelhos dele exalavam um cheiro de creme corporal. Estava asseado. Aquilo me deu o maior tesão, pois sou gamadão em pentelhos. Comecei a chupar o caralho dele. Engolia todo e tirava da boca de uma só vez. Esfregava o nariz nos pentelhos dele, lambia os ovos, e voltava a mamar na cabeça da caceta do Elisiel. Ele usava um cavanhaque e uma costeleta fina, cara de sacana, abria a boca, fechava os olhos e suspirava, dizendo que tava muito gostoso.
Enquanto isso, os outros dois batiam punheta para o cacete não amolecer. Depois de deixar o pau do Elisiel quase gozando, eu parei e fui ao encontro do Menix, o da rola grossona. Ele estava sentado em uma cadeira e eu me ajoelhei e comecei a lamber a baba que saía do cacete dele. Abri bem a boca e tentei engolir a pica do cara, mas não consegui. Era grossona por demais. Comecei a lamber a rola da cabeça até a a base. Ele me puxava pela cabeça e fazia gesto para que eu engolisse a picona dele. Mas eu não conseguia. De repente ele aperta meu nariz e eu tive de abrir a boca rápido para respirar. Nisso, ele aproveitou e empurrou a pica na minha boca, me engasgando. Senti a rola rasgar minha goela. Fiquei de boca escancarada com aquela jibóia agasalhada lá dentro.
Consegui me livrar do pauzão na boca e perguntei pra eles:
- Por que vocês não gozam logo?
- Gozar logo? Por que? – Falou Elisiel.
-A gente vai comer teu cu, cara – anunciou Múcio.
- Comer o meu cu, não – eu falei. – O trato foi somente para chupar o pau de vocês.
- Vamos comer seu cu, sim – falou Múcio. – Tu acha que vamos perder essa oportunidade de enfiar a pica nesse cu que tenho certeza que deve ser apertadinho.
- Agora vou te falar, cara – disse Menix. – Tem que ter cu forte para agüentar essas picas, visse?
Eu falei que seria muita covardia. Pois o cu não estava no trato. Falei que nunca tinha dado o rabo e que não agüentaria o tamanho e a grossura daquelas rolas. Mas eles me tranqüilizaram e disseram que não iam malvadar comigo. E depois de muita conversa, acabei aceitando o desafio.
O Múcio entrou lá para o interior da casa e quando voltou foi com um potinho de creme e meia dúzia de camisinha. Falou que ia lubrificar o meu rabo e tinha certeza que eu ia gostar da brincadeira.
Tirei toda a roupa e fiquei de quatro no sofá. O Elisiel começou a me dedar bem gostoso. Depois lambeu meu cu que me levou às nuvens. Senti o creme frio no rabo e ele começou a untar uma porção do produto no meu cu. Em seguida enfiou um dedo, depois dois e assim senti quatro dedos no cu. O Menix disse que seria o primeiro. O rola de lata de refrigerante encostou aquilo tudo no meu rabo e começou a tentar enfiar, mas não conseguia entrar. Então, pegaram um colchonete e colocaram no chão. Arrastaram-me até o colchão e fiquei de quatro. Com o cu todo lambuzado de creme. Como a rola do Menix não entrava por causa da grossura, o Múcio falou que ele iria abrir o meu cu e veio por traz e enfiou a rola de uma só vez. Quase morri de dor... Senti vontade de gritar, mas agüentei calado.
- Isso é que é cu! - Ele falava, enquanto bombava no meu rabo.
Confesso que dá o cu a roludo não é coisa boa. Incomoda demais, mas comecei a gostar das estocadas firmes do Múcio. Afinal de contas o trio era pernambucano. E Pernambuco é lugar de caras roludos e bonitos. E os três eram tudo isso. Relaxei a musculatura do cu e comecei a curtir a rola do cara que me fodia feito um louco. De repente, senti uma palmada forte na minha bunda branca. Enquanto isso, o Menix, rola de lata, arrastou o Múcio de cima de mim e encostou a rola no meu cu já dilacerado. Senti o monte de nervos invadir o meu cu. De repente, ele já batia com os colhões na minha bunda. Era uma rolada tão forte que eu sentia todas as pregas do meu rabo se desfazendo com aquela tora super grossa.
A partir daquele momento eu me soltei. Empinei mais o rabo para a pica entrar com mais velocidade e comecei a chupar o pau do Elisiel. Magrelo lindo e gostoso, enquanto eu punhetava o Múcio, meu outro Deus grego roludo e pentelhudo. Pedi para o Menix ele parar de me foder por favor. Pois o pau era muito grosso e eu não estava me sentindo à vontade. Ele obedeceu. Nisso o Elisiel não deixou meu cu respirar e já me agarrou pela cintura e socou aquela rola – que rola! – no meu cu. Que delícia. Fiquei doido e rebolava, chupava pica, batia punheta. Me transformei na maior puta naquela hora. Eu daria tudo para ter o Elisiel como meu namorado. Eu gemia muito e pedia pra ele socar mais forte e mais fundo. Ele bombava tão forte que me deixava anestesiado.
Daí, começou o entra-e-sai de pica. Quando um cansava, o outro vinha e socava o pau na minha rabeta, me levando à loucura. Eles meteram tanto que eu não agüentava mais. Foi de quatro, de ladinho, de frango assado e até me lascaram quando me sentaram na rola do Menix e depois senti na rola do Múcio e do meu, somente meu ELISIEL.
Tiraram a camisinha e foram ao banheiro lavarem o pau. Quando voltaram, me sentaram no sofá e eu passei a chupar pica novamente. E aos poucos fui recebendo leitada na cara da rola do Múcio, depois da rola do Menix e por fim, meu E LI S I E L teve o privilégio de gozar na minha boca, enquanro isso, eu, com a cara mais safada do mundo, olhava pra ele enquanto engolia todo aquele leite grosso, gostoso e adocicado.



oi amigo que historia massa adorei ...
ResponderExcluirtambém moro em Jaboatao dos Guararapes
especificamente no bairro de cajueiro seco...
os homem daqui é tudo de bom...
um forte abraço
Anjo negro
Eita! Também sou de Jaboatão! Passa o teu e-mail ai para passar os contatos destes teus amigos!! hehe Vibrei agora com seu conto, também queria !!
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