Sempre tive vontade - não sei se vontade ou curiosidade - de ter uma experiência com um homem mais velho do que eu. Ouvia dizer que são experientes, carinhosos e que não abrem a boca para comentar com ninguém. Pois sim... Era mês de julho e eu estava de férias do trabalho. Resolvi que iria passar minhas férias em Ponta de Mangue, Maragogi, uma praia onde eu nasci e passei a minha infância. Hoje moro em Maceió, mas não me esqueço dos tempos em que passei naquela praia maravilhosa. Foi ali que eu iniciei minha vida de homossexual com o Rubens. Aquele homem cavalo.
Pois viajei numa manhã chuvosa. E quando cheguei lá, o céu estava nublado. Fiquei na casa de um tio. Guardei minhas coisas em um quarto que já tinha sido reservado para mim e resolvi logo sair para olhar o mar. Cheguei à beira da praia estava tudo deserto. Caminhei por mais de um quilômetro e de quando em vez surgia alguém que eu não conhecia. E assim resolvi ir até Barra Grande, outra praia perto dali. Lá, tomei umas cervejas e voltei para a casa do meu tio.
A tarde daquele dia foi maravilhosa. O sol apareceu e eu fui à praia novamente. Só que desta vez, entrei na água e passei umas duas horas no banho gostoso. Matei minha vontade. De repente já era tardinha. Então fui para casa, tomei banho de água doce, troquei de roupa e fui pra mesa saborear um jantar do interior: macaxeira, batata, cuscuz de massa puba, charque assado na brasa e peixe frito no azeite de coco. Gente, peixe frito no azeite de coco é uma delícia!
À noite, aquele tédio: televisão e mosquito. Um horror. Então tive uma idéia: fui passear na beira da praia. Era noite de lua, mas o céu estava meio nublado. Motivo pelo qual a claridade da lua era espessa. Mas mesmo assim, sai de praia afora sem rumo. O cheiro da brisa do mar me embriagava e eu me sentia tão feliz, longe do alvoroço da cidade grande.
Quando eu dei por mim, já tinha andado um bom pedaço de chão. Naquele momento, um vulto surgiu longe e eu fiquei receoso. Afinal de contas, aquilo ali tinha evoluído e a gente sabe que em todo canto tem coisa ruim. A gente andava um ao encontro do outro. E quando nos aproximamos, ele me reconheceu.
- Está perdido por aqui, rapaz!
Era seu Técio. Um senhor de seus quarenta e oito anos de idade. Ele me conhecia desde pequeno. Agora eu estava com 22 anos, tinha idade de ser filho dele.
- Tudo bom, seu Técio? – Perguntei.
- Tudo bom – ele respondeu. – Tá indo pra onde?
- Sai andando de praia afora e quando dei por mim, já estava aqui – expliquei. - Mas vou voltar.
E saímos conversando. Comecei a olhar pra ele e vi que ele era muito atraente. Alto, forte, os braços e as pernas grossos. Ele trajava uma blusa regata e um calção.
- Não está com frio, seu Técio? – Perguntei.
- Tô não, menino. Sabe que não tenho frio. É inverno, mas não tenho esses frios. E você, tá com frio?
- Estou... Mas andando diminui.
- Você cresceu muito, hem?
- Foi. E o senhor continua novo.
Ele riu. Disse que não era mais tão novo. Já tinha quarenta e oito anos. Mas que ainda era forte e ainda dava três por noite. Eu comecei a rir. E disse que ele tava brincando. Ele disse que eu não devia duvidar. E que do jeito que ele tava comia até cu de sapo. Pois a mulher estava em Recife, tinha ido cuidar de uma filha que mora lá. A filha tinha ganhado neném.
- E o senhor tá sem fazer sexo há quanto tempo? – Arrisquei.
- Uma semana. E vamos parar de falar nisso que a peia já ta dura aqui.
- É mesmo? – Perguntei me fingindo de admirado.
Sem nenhuma cerimônia, ele aproximou-se de mim e falou:
- Pega aqui... Sente como ela tá.
Peguei no pau dele por cima da roupa e senti a potência. Tive vontade de agarrá-lo ali mesmo, mas me controlei.
Mas para meu deleite, ele começou a me alisar e perguntou se eu não queira experimentar. Não me fiz de rogado e disse que sim. Dalí fomos para uma área reservada. Lugar muito de bom pra foder. Não aparecia ninguém. Chegando ao local ele me agarrou e disse:
- Sempre olhei nesse seu jeitinho de falar. Cidade grande é lugar de muita putaria e eu sei que vocês fazem tudo por lá.
Eu não falei nada e me entreguei aos caprichos de seu Técio. O homem me chamava de menino e me abraçava por trás, roçando o volume da rola na minha bunda. Depois começou a passar a mão na minha bunda, e subir e descer os dedos no meu rego. Meu coração batia tão forte que eu pensava que ia sair pela boca. Era a primeira vez que eu ficava com um homem daquela idade.
Então resolvi mostrar para ele o que eu tinha aprendido na capital. Virei-me e fiquei de frente pra ele. Abracei-o e apertei seu corpo com força. Em seguida, tirei a camisa regata dele e comecei a lamber toda a região do tórax. Ele estava encostado em um coqueiro e não falava nada. Depois me abaixei e esfreguei o rosto na mala dele. O pau tava durão. Desci o calção dele e mergulhei a cabeça da pica dele na minha boca. Quando eu lambia a cabeça, ele gemia e empurrava a caceta todinha na minha boca. O pau dele devia ter uns 18 cm, mas era meio grosso. Eu lábia suas coxas, botava cada bola do saco na boca e me concentrava na cabeça da pica dele. Chupava tão gostoso como se estivesse chupando um picolé.
Seu Técio se entregava todo a mim. Chupei tanto aquela rola que ele pediu pra parar. Que já não agüentava mais. E não queria gozar agora porque o negócio estava muito gostoso.
Então parei e pedi pra ele brincar um pouco com o meu cu. Tirei a roupa e ofereci a bunda pra ele. Ele levou o dedo a minha boca e eu lambuzei de cuspe e ele começou a dedar meu cu bem gostoso. Enfiou o dedão grosso no meu rabo. Eu soltei a musculatura do cu e o dedo dele sumiu lá dentro.
- Gosta né safadinho? – Ele falou.
- Que delícia, seu Técio. – Come meu cu agora.
- Espere um pouquinho.
E continuou a me torturar enfiando o dedão no meu rabo. Botava e tirava o dedo como se estivesse me fodendo com uma rola. Depois me ofereceu o cacete que não ficava mole e eu recomecei a chupar. Chupei por uns cinco minutos e ele começou a se contorcer e gemia alto.
- Me dá leitinho na boca, seu Técio! – Pedi.
- Abre a boca que vou de te dá leite.
Senti a cabeça da pica dele inchar e roçar na minha garganta e uma jorrada de gala encheu a minha boca. Gala quente, espessa e salgada. Engoli tudo para o deleite dele. Ele não tirava a pica da minha boca e fodia como se estivesse fodendo um cu. Quando o pau ficou mole, eu me levantei.
- Pronto, seu Técio, vamos embora.
- Nada disso, camarada. Ainda vai ter mais. Vou comer esse seu cu novinho. Deixa eu agasalhar minha rola nele. Chupa novamente pra endurecê-la.
Voltei a chupar aquela pica gostosa. Logo, ela deu sinal de vida. E em pouco tempo a boca tava toda cheia de rola. Durona que nem uma pedra. Que rola quente! Gostosa.
Ele me levantou e me virou de costas. Eu segurei no coqueiro e empinei a bunda pra ele. Ele começou a alisar minha bunda com as duas mãos e voltou a dedar meu cu. Depois senti que ele untava meu cu com saliva, eu entreguei uma camisinha pra ele. Ele vestiu a rola e mandou-me abrir a bunda com as duas mãos para dá mais tesão. Fiz o que ele pediu e ele foi introduzindo a rola no meu rabo. Que coisa gostosa. Enterrou toda pica lá dentro e começou a me comer num vai-e-vem bem gostoso. Sempre me chamando de menino. Depois de uns dez minutos, seu Técio bombava que nem um cavalo e anunciou que estava gozando.
Eu empurrei a bunda para ele e senti o pau dele todinho no meu cu inchando que nem uma jibóia e derramando gala na camisinha. Eu estava totalmente preenchido. Ele demorou uns três minutos gozando. Depois tirou a pica de dentro de mim e me abraçou.
- Gostou da minha rola, menino?
- Amei, seu Técio.
- Toda noite a gente pode se encontrar pra repetir.
Durante minhas férias eu dei o cu a seu Técio umas dez vezes, fora os outros machos que me enrabaram também.
FIM



Muito bom!
ResponderExcluirquando eu te vi nao acreditei mas lendo com atenção eu to azul de curiosidade tbm
ResponderExcluirmas me dis RENAN foi so vc se mudar q vc resolvei fazer isso ?
meu msn tomkent07@hotmail.com
ou tomkentt07@hotmail.com me adc nos dois e vamos conversa
sou seu visinho do metropoles entra em contato comigo ok