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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Contos; DELÍRIO E EMOÇÃO, SENTINDO O CHEIRO DA BRISA DO MAR

Conto enviado por um leitor do blog
              Sempre tive vontade - não sei se vontade ou curiosidade - de ter uma experiência com um homem mais velho do que eu. Ouvia dizer que são experientes, carinhosos e que não abrem a boca para comentar com ninguém. Pois sim... Era mês de julho e eu estava de férias do trabalho. Resolvi que iria passar minhas férias em Ponta de Mangue, Maragogi, uma praia onde eu nasci e passei a minha infância. Hoje moro em Maceió, mas não me esqueço dos tempos em que passei naquela praia maravilhosa. Foi ali que eu iniciei minha vida de homossexual com o Rubens. Aquele homem cavalo.
         Pois viajei numa manhã chuvosa. E quando cheguei lá, o céu estava nublado. Fiquei na casa de um tio. Guardei minhas coisas em um quarto que já tinha sido reservado para mim e resolvi logo sair para olhar o mar. Cheguei à beira da praia estava tudo deserto. Caminhei por mais de um quilômetro e de quando em vez surgia alguém que eu não conhecia.  E assim resolvi ir até Barra Grande, outra praia perto dali. Lá, tomei umas cervejas e voltei para a casa do meu tio.
         A tarde daquele dia foi maravilhosa. O sol apareceu e eu fui à praia novamente. Só que desta vez, entrei na água e passei umas duas horas no banho gostoso. Matei minha vontade. De repente já era tardinha. Então fui para casa, tomei banho de água doce, troquei de roupa e fui pra mesa saborear um jantar do interior: macaxeira, batata, cuscuz de massa puba, charque assado na brasa e peixe frito no azeite de coco. Gente, peixe frito no azeite de coco é uma delícia!
         À noite, aquele tédio: televisão e mosquito. Um horror.  Então tive uma idéia: fui passear na beira da praia. Era noite de lua, mas o céu estava meio nublado. Motivo pelo qual a claridade da lua era espessa. Mas mesmo assim, sai de praia afora sem rumo. O cheiro da brisa do mar me embriagava e eu me sentia tão feliz, longe do alvoroço da cidade grande.
         Quando eu dei por mim, já tinha andado um bom pedaço de chão. Naquele momento, um vulto surgiu longe e eu fiquei receoso. Afinal de contas, aquilo ali tinha evoluído e a gente sabe que em todo canto tem coisa ruim. A gente andava um ao encontro do outro. E quando nos aproximamos, ele me reconheceu.
         - Está perdido por aqui, rapaz!
         Era seu Técio. Um senhor de seus quarenta e oito anos de idade. Ele me conhecia desde pequeno. Agora eu estava com 22 anos, tinha idade de ser filho dele.
         - Tudo bom, seu Técio? – Perguntei.
         - Tudo bom – ele respondeu. – Tá indo pra onde?
         - Sai andando de praia afora e quando dei por mim, já estava aqui – expliquei. - Mas vou voltar.
         E saímos conversando. Comecei a olhar pra ele e vi que ele era muito atraente. Alto, forte, os braços e as pernas grossos. Ele trajava uma blusa regata e um calção.
         - Não está com frio, seu Técio? – Perguntei.
         - Tô não, menino. Sabe que não tenho frio. É inverno, mas não tenho esses frios. E você, tá com frio?
         - Estou... Mas andando diminui.
         - Você cresceu muito, hem?
         - Foi. E o senhor continua novo.
         Ele riu. Disse que não era mais tão novo. Já tinha quarenta e oito anos. Mas que ainda era forte e ainda dava três por noite. Eu comecei a rir. E disse que ele tava brincando. Ele disse que eu não devia duvidar. E que do jeito que ele tava comia até cu de sapo. Pois a mulher estava em Recife, tinha ido cuidar de uma filha que mora lá. A filha tinha ganhado neném.
         - E o senhor tá sem fazer sexo há quanto tempo? – Arrisquei.
         - Uma semana. E vamos parar de falar nisso que a peia já ta dura aqui.
         - É mesmo? – Perguntei me fingindo de admirado.
         Sem nenhuma cerimônia, ele aproximou-se de mim e falou:
         - Pega aqui... Sente como ela tá.
         Peguei no pau dele por cima da roupa e senti a potência. Tive vontade de agarrá-lo ali mesmo, mas me controlei.
         Mas para meu deleite, ele começou a me alisar e perguntou se eu não queira experimentar. Não me fiz de rogado e disse que sim. Dalí fomos para uma área reservada. Lugar muito de bom pra foder. Não aparecia ninguém. Chegando ao local ele me agarrou e disse:
         - Sempre olhei nesse seu jeitinho de falar. Cidade grande é lugar de muita putaria e eu sei que vocês fazem tudo por lá.
         Eu não falei nada e me entreguei aos caprichos de seu Técio. O homem me chamava de menino e me abraçava por trás, roçando o volume da rola na minha bunda. Depois começou a passar a mão na minha bunda, e subir e descer os dedos no meu rego. Meu coração batia tão forte que eu pensava que ia sair pela boca. Era a primeira vez que eu ficava com um homem daquela idade.
         Então resolvi mostrar para ele o que eu tinha aprendido na capital. Virei-me e fiquei de frente pra ele. Abracei-o e apertei seu corpo com força. Em seguida, tirei a camisa regata dele e comecei a lamber toda  a região do tórax. Ele estava encostado em um coqueiro e não falava nada. Depois me abaixei e esfreguei o rosto na mala dele. O pau tava durão. Desci o calção dele e mergulhei a cabeça da pica dele na minha boca. Quando eu lambia a cabeça, ele gemia e empurrava a caceta todinha na minha boca. O pau dele devia ter uns 18 cm, mas era meio grosso. Eu lábia suas coxas, botava cada bola do saco na boca e me concentrava na cabeça da pica dele. Chupava tão gostoso como se estivesse chupando um picolé.
         Seu Técio se entregava todo a mim. Chupei tanto aquela rola que ele pediu pra parar. Que já não agüentava mais. E não queria gozar agora porque o negócio estava muito gostoso.
         Então parei e pedi pra ele brincar um pouco com o meu cu. Tirei a roupa e ofereci a bunda pra ele. Ele levou o dedo a minha boca e eu lambuzei de cuspe e ele começou a dedar meu cu bem gostoso. Enfiou o dedão grosso no meu rabo. Eu soltei a musculatura do cu e o dedo dele sumiu lá dentro.
         - Gosta né safadinho? – Ele falou.
         - Que delícia, seu Técio. – Come meu cu agora.
         - Espere um pouquinho.
         E continuou a me torturar enfiando o dedão no meu rabo. Botava e tirava o dedo como se estivesse me fodendo com uma rola. Depois me ofereceu o cacete que não ficava mole e eu recomecei a chupar. Chupei por uns cinco minutos e ele começou a se contorcer e gemia alto.
         - Me dá leitinho na boca, seu Técio! – Pedi.
         - Abre a boca que vou de te dá leite.
         Senti a cabeça da pica dele inchar e roçar na minha garganta e uma jorrada de gala encheu a minha boca. Gala quente, espessa e salgada. Engoli tudo para o deleite dele. Ele não tirava a pica da minha boca e fodia como se estivesse fodendo um cu. Quando o pau ficou mole, eu me levantei.
         - Pronto, seu Técio, vamos embora.
         - Nada disso, camarada. Ainda vai ter mais. Vou comer esse seu cu novinho. Deixa eu agasalhar minha rola nele. Chupa novamente pra endurecê-la.
         Voltei a chupar aquela pica gostosa. Logo, ela deu sinal de vida. E em pouco tempo a boca tava toda cheia de rola. Durona que nem uma pedra. Que rola quente! Gostosa.
         Ele me levantou e me virou de costas. Eu segurei no coqueiro e empinei a bunda pra ele. Ele começou a alisar minha bunda com as duas mãos e voltou a dedar meu cu. Depois senti que ele untava meu cu com saliva, eu entreguei uma camisinha pra ele. Ele vestiu a rola e mandou-me  abrir a bunda com as duas mãos para dá mais tesão. Fiz o que ele pediu e ele foi introduzindo a rola no meu rabo. Que coisa gostosa. Enterrou toda pica lá dentro e começou a me comer num vai-e-vem bem gostoso. Sempre me chamando de menino. Depois de uns dez minutos, seu Técio bombava que nem um cavalo e anunciou que estava gozando.
         Eu empurrei a bunda para ele e senti o pau dele todinho no meu cu inchando que nem uma jibóia e derramando gala na camisinha. Eu estava totalmente preenchido. Ele demorou uns três minutos gozando. Depois tirou a pica de dentro de mim e me abraçou.
         - Gostou da minha rola, menino?
         - Amei, seu Técio.
         - Toda noite a gente pode se encontrar pra repetir.
         Durante minhas férias eu dei o cu a seu Técio umas dez vezes, fora os outros machos que me enrabaram também.
         FIM


        
        
        
          

2 comentários:

  1. quando eu te vi nao acreditei mas lendo com atenção eu to azul de curiosidade tbm
    mas me dis RENAN foi so vc se mudar q vc resolvei fazer isso ?

    meu msn tomkent07@hotmail.com
    ou tomkentt07@hotmail.com me adc nos dois e vamos conversa

    sou seu visinho do metropoles entra em contato comigo ok

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