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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Contos: CASO DO ACASO

Conto enviado por um leitor do blog
Foi no dia 22 de maio que tudo aconteceu. Era domingo e eu tinha ido à praia. Moro no Benedito Bentes, aqui em Maceió, distante do mar, e como trabalho a semana toda, só disponho do dia de domingo para me divertir. Então, como sempre, meu destino é a praia de Jacarecica. Gosto de lá, é muito gostoso aquele pedaço.
        Quando cheguei à praia já era umas 10 horas mais ou menos. Então dei uma olhada no local e constatei que tinha muita coisa boa no pedaço. Cada homem bonito, sarado e maludo desfilavam pra lá e pra cá.  Entrei na água e molhei o corpo para dá uma relaxada. Em seguida, caminhei até uma barraca e sentei numa cadeira. Pedi uma cerveja bem gelada e comecei a degustá-la. E ali permaneci até quase meio-dia. Depois procurei um restaurante e almocei uma boa peixada. Voltei para a praia e entrei na água, permanecendo por um bom tempo.
        Sai da água e comecei a caminhar praia afora. E quando já estava distante dos banhistas, já próximo ao matagal que dava em um riacho que deságua no mar, notei que um rapaz sai do mato a caminho da praia. Diminui os passos e ele se aproximou de mim, perguntando a hora. Já passavam das duas horas da tarde. Ele entrou na água e eu continuei andando. Quando já estava distante, olhei pra trás e ele permanecia na água.
        Resolvi voltar e quando me aproximei do local onde ele tomava banho, ele saiu rápido da água e veio até onde eu estava. Perguntou a hora novamente. Eu informei. Ele se apresentou como Celso e disse que estava por ali em busca de aventura. Perguntei que tipo de aventura e ele falou que era aventura sexual. Gostei, afinal de contas eu também estava.
        Ele pegou na minha mão e me conduziu até o matagal. Eu senti medo, mas ele falou que eu não me preocupasse que o que ele queria mesmo era dá uma boa gozada no cu de outro homem. Entramos pelo matagal e chegamos a um local bem fechado. Lá, ele baixou a sunga e eu me deparei com uma rola de cavalo: grande, grossa e cabeçuda. Comecei a chupar a rola do Celso. Ele falava coisas que me deixava doido. Eu escancarava a boca e a rola não entrava toda. Mas chupei tanto até o cara encher minha boca de gala. Engoli tudo.
        Depois ele me arrastou até uma árvore e me posicionou com as mãos encostadas na árvore. Arrastou-me para trás para que a bunda ficasse bem disponível para ele. Então encostei a cabeça na árvore e sustentei firme. Sabia que vinha chumbo grosso do meu seqüestrador.
        Ele encostou a cabeça da pica no meu cu. Fechei os olhos e deixai o Celso me dominar. A super rola foi entrando no meu cu e e foi me desfalecendo. Quando toda tora estava enterrada no meu rabo ele começou um vai-e-vem num desvario enlouquecedor. Batia forte que de longe se ouvia o tacada dele socando no meu cu. E assim ele permaneceu por 35 minutos marcados em meu relógio. Que homem viril! Metia feito um touro.
        Eu já estava anestesiado. A rola já entrava e saia com a maior facilidade. Mas  o cu ardia tanto que parecia que estava todo rompido em feridas vivas. Estava com medo também. Pois estava trepando na campina. Podia chegar alguém a qualquer momento. Aquilo tudo me deixava com um baita tesão. Ele tirou o pau do meu cu e me pediu para chupar novamente.
        Chupei bastante. Quando ele sentiu que o gozo se aproximava, pediu que eu virasse o cu que ele ia enchê-lo de porra. Ofereci-lhe a bunda e ele me espetou de uma só vez. Em seguida, começou a gemer e estremecer enquanto a pica soltava uma rajada de gala que inundou todo meu rabo. Senti o líquido viscoso e pegajoso descer de pernas abaixo. Uma delícia meu caso do acaso.

5 comentários:

  1. Arrasou colega, também já morei no Benedito Bentes e também já fui sequestrado na praia de Jacarecica. É simplesmente tudo! Todo esse manguezal como um motel a céu aberto. Hoje eu moro em outro estado e morro de saudades desse bairro, onde eu encontrei as maiores malas da minha vida, até agora, principalmente no Alto da Alegria, todas estão lá, fiz horrores, posso até indicar alguns bofes de elite no quesito malão... Também admito a sua coragem de narrar esse conto, deixando bem claro que não houve o uso de preservativo. A maioria faz, mas floreia os contos com eles. Boa caça colega!

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  2. É impressionante,em quase todos os contos os caras dão sorte de encontrar alguém pra fudê-los e raramente não são bem dotados.Nesse, o cara sai pela manhã, não deve ter feito uma boa higiene, dá o cu sem camisinha e depois chupa o pau do cara. É brincadeira...

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  3. deisou o cara desconhecido t foder sem camisinha e ainda gozar dentro d ti... fala serio.. nao tem medo de pegar uma doença?.. e ele tirou o pau do teu cu e colocou na tua boca.... e o gosto? cada uma... porca

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  4. VCOES SÃO MALUCOS,PARECE TUDO PERFEITO! NEM CONHECE O CARA DAR SEM CAMISINHA... CUIDADO COM AS FST.

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