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terça-feira, 3 de maio de 2011

Contos; AMEI, SOFRI, CHOREI E GOZEI

Conto enviado por um leitoe amigo do blog

       Ele mora na mesma rua em que eu moro. Vi aquele menino crescer, brincando, correndo só de cuequinha pela rua, junto com outros meninos. Acompanhei seus primeiros passos indo à escola. Vi ele crescer e ficar rapazinho. Vi ele completar dezoito anos,  pois ele e os colegas fizeram uma festa de arromba. Até fui convidado por ele para comemorar sua entrada na fase adulta. Mas fiquei surpreendido quando começou a correr o notório de que ele era chamado de “pelanco de jegue”
O apelido faz referência ao tamanho da jeba. Acreditem que ele tem uma pica que mede 26 cm. Uma verdadeira anaconda. Grossa feito uma mangueira de apagar incêndio. E vejam o que  o destino me reservou: fui vítima de toda essa peça que o destino me preparou.
Marcelo é seu nome. Era uma tarde de domingo muito chuvosa. Eu estava em casa vendo televisão. Passava uma partida de futebol. O FLA FLU, flamengo e fluminense se enfrentavam pela copa Guanabara de futebol.
Pois sim. Marcelo chegou lá em casa de repente. Pediu licença e entrou para assistir ao jogo comigo. Falou que sua TV tinha pifado justamente no dia do jogo. Ele é flamenguista. Mandei ele sentar. Ele sentou e ficou de olho vidrado na TV. Logo lembrei do seu apelido: “Pelanco de Gegue”. E imaginei sendo possuído por ele. Também comecei a olhar para o volume entre suas pernas. Era muito grande mesmo. Mas o Marcelo não notava meu comportamento.
Ele tem agora 22 anos. Morenão, alto, forte, braços e pernas grossos. Aquilo tudo ali do meu lado. Eu somente pensando em sexo e ele ligado na partida de futebol. Confesso que quando terminou o primeiro tempo, com o flamengo ganhando de 1 x 0, o Marcelo tava eufórico e começou a pegar no cacete por cima da bermuda preta. Eu tava louco de vontade de pedir pra ver e conferir se o que o povo dizia era verdade. Se realmente, o Marcelo tinha uma rola de gegue.
         - Isso merece comemoração – ele disse.
         - Tenho cerveja na geladeira – eu falei.
Marcelo era acostumado na minha casa. Logo se levantou e foi pegar duas latinhas de cerveja. Na volta ele me pediu pra ir ao banheiro. Eu o acompanhei.
         - Deixa eu ver se ta tudo limpo, Marcelo.
         Essa foi a minha desculpa pra ver se via seu cacete. Seu belo dote. Depois que conferi o banheiro ele entrou e sem cerimônia tirou aquele madisponho de rola pra fora e começou a mijar. Fiquei tonto na hora. Minhas pernas começaram a tremer e eu não parava de olhar pra rola do Marcelo. Ele notou minha admiração e quando terminou de mijar, balançou a pica pra cair o último pingo de mijo e disse:
- Tá admirado com o tamanho? Tá mole, quando ela endurece o espetáculo é maior e mais bonito. E ficou balançando a cobra em minha direção.
Eu contemplei aquele pau lindo. Peguei e mesmo mole não consegui abarcá-la. Enchi a mão de pica. Ele alisou meu rosto, meus cabelos e empurrou-me pra baixo. Eu entendi e me abaixei. Escancarei a boca e coloquei o cabeçote da pica na boca. Comecei a chupar como se estivesse faminto. A rola cresceu numa velocidade imensa. Parecia que era feita de fermento. Inchou que nem uma jibóia e eu fiquei de boca escancarada com a cabeça da rolona dentro. Lambi seu saco preto, seus pentelhos enroscados de negro, sua jeba pretona. Lambi sua barriga e pedi pra ele me dar uma surra de pica. Ele bateu com a pica dura na minha cara, enquanto sorvia a cerveja. Eu fazia um boquete espetacular. Ele se contorcia e gemia. Dizendo que eu tinha a boca mais quente e gostosa do mundo. Que há dias não gozava. Eu acelerei o boquete num vai e vem louco. Ele tentava enfiar o pau na minha garganta, mas eu não agüentava e engulhava de vez em quando. Só conseguia engolir menos da metade. E naquela chupação Marcelo urrou feito um lobo no cio e segurou minha cabeça de encontro a seu pau. Meu nariz ficou enfiado no meio da pentelhada, enquanto minha boca escancarada recebia uma hiperdose de gala que foi engolida com todo prazer.
Depois do relaxamento e depois de eu ter sorvido toda aquela gala até a úlima gota que saia da sua pica, Marcelo disse.
- Vamos voltar pra sala e vê o resto do jogo. Depois eu termino o serviço.
Fui na cozinha e peguei mais duas latinhas de cerveja. O jogo recomeçou, mas eu não conseguia me concentrar em mais nada. Só pensava na hora de receber toda aquela rola no cu que a estas alturas piscava de vontade de receber toda aquela peça instrumental de nervos dentro dele.
Depois de longos quarenta e oito minutos o jogo terminou com a vitória do flamengo. Isso fez com que o Marcelo ficasse mais eufórico. A alegria pela vitória do jogo, a cerveja ingerida e o fogo da idade deixaram ele tesudo demais. Como moro sozinho foi fácil aproveitar aquele momento maravilhoso. Ele falou:
- Agora quero saber de uma coisa!
- De que? Pode falar – eu disse.
- Você agüenta rola no cu? São 26 cm supergrosso.
- Tenho certeza que agüento. É o que eu mais quero.
- Agora você vai saber por que me chamam de pelanco de gegue.
- Quero que você enfie essa pica no meu cu até o último centímetro.
- É pra já – ele respondeu.
  Tenho certeza que pela foto dele aí vocês imaginam como meu cu sofreu. Esta foto o Marcelo me presenteou no dia seguinte depois de ter comido meu cu do jeito que quis. Mas vamos ao que nos interessa.
Fechei a porta da minha casa para que ninguém surgisse e atrapalhasse aquele encontro e aquela oportunidade especial. Em seguida me acompanhou até  a área de serviço.  Lá me tascou um beijo de língua que me enlouqueceu de tesão. Depois perguntou se podia tirar minha roupa. Falei que sim. Ele tirou minha camisa, minha bermuda e minha cueca. Fiquei nu em pelo. Ele me virou de costas sobre uma mesa e abaixou-se enfiando a cara na minha bunda. Abriu com as duas mãos e começou a lamber meu cuzinho que abria e fechava pedindo pica. Eu empinava a bunda cada vez mais e ele lambia meu cu que nem um garoto lambendo doce.
Depois se levantou e anunciou;
- Gosto muito de você, mas não vou ter compaixão de seu cu hoje, não. Vou enfiar meus 26 cm de pica até o fim. Pode se espernear, mas vai levar toda essa pica.
- Faça o que você quiser – eu respondi.
Ele pegou o pote de creme que eu tinha entregue pra ele e começou a untar meu cu. Começou colocando um dedinho, depois dois e assim já começava a colocar os cinco. Meu cu começava a relaxar e eu tava gostando daquela brincadeira. Ele ordenou que eu chupasse sua pica. O que fiz por longo 10 minutos. Em seguida, ele me levantou, me beijou e me virou de costas. Fiquei na posição de dá o cu. Tremia de medo. Enquanto isso ele melava toda rola de creme e senti sua mão colocando mais creme no meu rabo. Senti a cabeça da rola posicionada na portinha do meu cuzinho . Estremeci quando ele forçou a entrada. Não conseguiu. Aquilo deixava ele mais excitado e a mim também. Ele me arrastou para mais perto de sua virilha e me empinou mais ainda.
- Aguenta firme que lá vai pica. Vou botar a cabeça. Aguenta firme.
Quando aquilo começou a me rasgar quase que eu desmaiei. As lágrimas escorriam dos olhos. Sofri sentido a cabeçorra rasgar meu cu e alojar-se lá dentro. Ele parou e esperou eu relaxar o cu. Depois foi enfiando sem parar. Foi uma eternidade até eu sentir seus pentelhos roçando na minha bunda. Passei a mão e senti somente o saco de fora. Toda rola tinha entrado. 26 centímetros de puro nervos estava enfiado dentro do meu cu. Inacreditável!
Ele esperou um pouco até eu me acostumar com aquilo tudo dentro de mim. Depois começou um vai e vem bem lento. Quando eu estava tranqüilo com aquela delicadeza, ele começou a bombar forte e voraz. Tudo estava se rompendo dentro de  mim. Eu senti a cabeça da pica no estômago.  Ele tirava a rola toda e voltava a enfiar tudo de uma vez.
- Tira que não estou mais agüentando – anunciei.
- Tirar não. De jeito nenhum. Você agora vai ter que agüentar até eu derramar meu líquido precioso. Você agora sabe por que me chamam de pelanco de gegue. È rola até umas horas meu amigo. Sofra, se foda, que você tá sendo rasgado por uma rola de gegue.
E bombava forte, veloz, voraz e com uma brutalidade feroz. Eu não sabia mais nem em que lugar eu estava. Tremia todo e comecei a gritar. Ele tapou minha boca com a mãe. E acelerou as estocadas. Depois senti que ele me apertava forte e respirou no meu ouvido:
- Vou gozar no seu cu arrombado!
Aquilo me deixou doido de tesão e eu empurrei o cu em sua direção. Eu estava todo adormecido com aquela vara no meu rabo. Senti a rola estremecer e derramar um monte de gala no meu cu. Ele continuou a bombar forte e quase desmaiei. Não parava e depois de um tempão gritou:
- Vou gozar de novo, porra!
Enquanto isso eu batia uma punheta e também comecei a gozar.
Ele gozou. Quando relaxou e arrastou a rola de dentro do meu cu, vi que tava toda suja de merda. Ele me olhava e ria de mim.
- Que belo cu, meu amigo. Da próxima vou gozar três vezes.
E assim, amei e sofri, chorei e gozei.

14 comentários:

  1. Rafael - rafa3000turbo@hotmail.com3 de maio de 2011 11:35

    Gostei do seu conto, seria bacana se vc tirasse uma foto com ele dentro de vc e sua bunda como fica depois de uma transa com ele!!!

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  2. C-A-G-O-N-A, passou cheque, rs. Nunca mais vai cagar duro. KKKKKKKKK

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  3. show de bola, um jegue puro sangue deste é raro...

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  4. Eu particularmente gostei do conto, e tbm devo dizer que; admirei muito a tamanha coragem dele em relatar em seu texto o detalhe do "cheque".,Pois sabemos que só os (contos de fadas mentirosos) possuem linhas simetricas sem curvas, sem erros e sem cheques., já realidade é o contrario, existem sim; curvas ou seja nem tudo é certinho, existem tbm erros e porq ñ cheques?

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  5. Eu sei muito bem o que é ser... arrombado.
    Fui "estuprado" também por um jegue.. 24 cm
    Nossa.. rasgou, fiquei passando hipoglos por um bom tempo ate cicatrizar.........
    Mas... se acontecesse novamente.. eu daria sem sompra de dúvidas....

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  6. Eu ficaria feliz da vida atendendo esse corcel negro, eu já aguentei pica de 30cm e cara só bebia conhaque já imaginaram? Mas quem é guey original não rasga o seu diploma, chora, ama e aguenta qualquer tamanho passando por todo o sofrimento de ser enrabado, já me deu vontade de dar.

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  7. Gente sou Médico Cirurgião recém formado, vou dar uma dica pra vocês ativos e passivos, quando for transar, usa camisinha e creme vaginal,pois isso vão proteger vocês, de doenças e ajudar na cicatrização pois creme vaginal é ótimo.

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  8. O conto é ótimo, principalmente a hora que ele tapa a sua
    boca com a mãe dele.Coitada da véia rsrsrs....

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  9. kkkkkkkk.........
    oxe meu pau e maiorr so nao e grosso assimm...
    tenho 14 anos kem ker me add
    henrique.deuslife@hotmail.com

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  10. o maxímo que já dei foi um homem de 23 cm e grosso nossa vi estrelas depois foi maravilhoso bombava muito.

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  11. Eu dei uma vez e o cara não consegui colocar tudo. Não entrava. Porque será? fernandoabre@gmail.com

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  12. achei meio artificial. uma hora ele era cheio de pelos, mas na foto nao ha muitos...

    gostei..

    ja dei para um cara de 23cm e doeu bem menos do q eu ja recebi de 17, 18...

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  13. CARA A HISTORIA É BOA LIA COM INTERESSE ATÉ VC MENCIONAR ESSA FOTO COMO SENDO DO GAROTO O Q ME FEZ PERDER O INTERESSE NOTANDO Q ESSA FOTO É FAKE, ESSE CARA DA FOTO APARENTA SER BEM MAIS VELHO Q O TAL GAROTO Q VC DIZ TER TE ENRABADO, PARECE MAIS FOTO DA NET DE ALGUM ATOR PORNÔ Q JA É COROA ( + Q CONTINUA NOS BRINDANDO COM SUAS BELAS ATUAÇÕES ) E TBM ALGUEM Q CONTA COM DETALHE UMA HISTORIA Ñ IA MENCIONAR Q O PAU DO CARA ERA TORTÃO ASSIM COMO O DA FOTO? ENVIAR ESSA FOTO TIROU A CREDIBILIDADE DE SUA NARRATIVA.

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  14. Amigo, eu mandei uma foto real do cara, mas o dono do blog não publicou, alegando que o Marcelo poderia não gostar e entrar na justiça. Pode acreditar. o dono do blog me enviou um e-mail explicando.

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