Seja também um seguidor do Big Dotados.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Contos: ROLA, CU, CABO DE VASSOURA E NEUTROX

Conto enviado por um leitor do blog

Sou funcionário público e sempre participo de formação continuada oferecida pelo governo do estado. Numa dessas formações me aconteceu uma coisa que ficou marcado na minha memória e não consigo deixar de lembrar aquela loucura maravilhosa entre eu o vigia do local da formação.
            O local da formação é apropriado para o curso e para pernoitar. Fiquei uma semana naquele local tedioso. Passava o dia todo na sala de aula e à noite me recolhia ao quarto de dormir. Os dormitórios ficavam  no primeiro andar, e no térreo ficava as salas de aula, a sala de informática, a cozinha, o refeitório e num corredor ficava uma TV. O único divertimentos.
            Naquela noite eu fiquei até tarde vendo TV, até que o sono chegou e eu subi pro quarto. Deitei, mas não consegui dormir por causa do calor. Não tinha ar-condicionado, somente um ventilador na parede com uma zoada horrível. Levantei e sai do quarto. Fiquei no parapeito do corredor, olhado para a imensidão do local. Estava tudo deserto. Todos os cursistas estavam dormindo.
            De repente comecei a perceber que o vigia não parava. Andava de um lado para outro. E que também não tirava o olhar de mim. Me encarava direto. Eu já estava me aborrecendo. Também percebi que sempre que me olhava, ele alisava a caceta por cima da calça. Confesso que comecei a gostar daquilo tudo e comecei a fazer ar de risos para ele que me correspondia logo em seguida.
            Depois percebi que ele estava de pau duro e me encarava com a maior cara de safado desse mundo. Eu entrei no quarto, apaguei a luz e deitei, mas deixei a porta somente encostada para ver até onde ia a ousadia daquele cara.
            Depois de demorados cinco minutos, contados no meu relógio, tempo que mais parecia uma eternidade, escutei passadas lentas no corredor dos quartos. O coração disparou. Foi quando ouvi a maçaneta da porta do quarto se mover e alguém invadir o quarto na escuridão.
            - Cadê você, cara? – Perguntou o invasor.
            - Estou aqui, deitado, na cama – respondi com a voz trêmula.
            Ele chegou na beira da cama e sentou-se.
            - Vou te fazer uma pergunta: você agüenta pica no cu?
            - Acho que sim – respondi.
            Ele me tascou um beijo de língua. Começou a alisar todo meu corpo. Me despiu e me deu um banho de língua. Chupou minha pica, meu cu, todo meu corpo.Depois tirou a roupa e uma rola de 20 cm avançou na minha cara. Chupei-a deliciosamente. Ele se contorcia e gemia.
            - Chupa minha pica, veado gostoso. Chupa essa caceta que é toda tua.
            Levamos um tempão nessa brincadeira. Depois ele me virou de bruços e começou a brincar com meu cuzinho. Ora chupava, ora colocava os dedos. Depois me disse que iria fazer uma brincadeira comigo. Que eu não tivesse medo, pois não ia me machucar. Ele pegou uma vassoura e lubrificou uns dois palmos do cabo da vassoura com neutrox. Depois lubrificou meu cuzinho e pediu para eu abrir as pernas na posição de frango assado, o que fiz. Ele começou a introduzir o cabo da vassoura vagarosamente. Foi muito gostoso, pois o cu estava bem lubrificado. Senti o cu engolir um bom pedaço da madeira. E assim ele brincou por um bom tempo.
            Depois ele anunciou:
            - Pronto! Seu rabo já está pronto pra minha pica.
            Confesso que nunca tinha visto uma rola tão grande e tão grossa. Então fiquei de cu pra cima,
com a cabeça quase encostada no chão. Senti a chapeleta encostar no meu buraco e ir entrando com dificuldade, apesar do cu já estar enlarguecido do cabo da vassoura.  Ele enterrou toda ferramenta. Eu senti os pentelhos deles encostados na minha bunda. Que tesão! Ele me bombava sem pena. Me comeu de frango assado. Tirava a rola e bota tudo de uma vez. Sempre colocando neutrox para ajudar na lubrificação do cu. Depois queria no torno, mas não agüentei porque a jeba era muito grossa e grande. Coloquei as mãos na parede e empinei a bunda pra ele. Ele me varou o rabo de uma só vez e entrou em um ritmo frenético de vai e vem. Comecei a gozar sem nem sequer pegar na rola. Ele percebeu que eu estava gozando sem pegar no pau e acelerou ainda mais e gritou:
            - Tô gozando seu veado tesudo. Goza com minha rola atolada nesse cuzão!
            Era uma quarta-feira. Ainda dei o cu a ele na quinta e na sexta-feira.
            Se alguém quiser repetir essa foda maravilhosa, meu e-mail: mendson21@hotmail.com
           


9 comentários:

  1. adorei a parte do cabo da vassoura ja fiz com gel e é uma delicia, o ruim é que nao é tao maleavel e eu tava sozinho

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Voce mereci dá para um cachorro

      Excluir
  2. adorei e sua esperiencia eu tambem estou louco para passar por isso sentir uma lingua no cu e depois um gostoso cacete e ser uma mulherzinha para um macho gostoso

    ResponderExcluir
  3. marcio maravilhos adorei cada rola mais linda do q a outra.

    ResponderExcluir
  4. Colegas faço isso sempre com cabo de vassoura sendo q coreti um pedaço de 20 cm e na base coloquei a borracha de um desemtupidor de pia (tipo ventosa) ai colo o brinquedinho e faço a festa rsrsrssr experimentem rsrsrs

    ResponderExcluir
  5. Gostei da dica do anônimo. Se tiver coragem, faço também um brinquedinho desses pra mim.

    ResponderExcluir
  6. Adorei a história. Sou casado, tenho uma filha, e adoro enfiar coisas no meu cuzinho, que ultimamente já é um cuzão.
    Adoro enfiar frascos de detergente Limpol. O material é bem macio e meu cuzinho goza repetidas vezes por dia. Nem me masturbo, só pra poder sentir de novo o meu rabinho sendo arregaçado pelo frasco de Limpol.

    ResponderExcluir
  7. uuuii ameei!!1!! faço esse brinquedinho quem sabe não nos encontramos ;)

    ResponderExcluir

Deixe seu comentário