Leciono em uma escola pública e mantenho uma relação maravilhosa com meus alunos. Nessa escola os alunos nos respeitam e a gente trabalha sem preocupação de algum tipo de violência. Em uma de minhas turmas tem um aluno, o Jacó, 21 anos, branco, um pouco baixo, mas bonito e atraente. Dono de um sorriso gostoso, daqueles que você se apaixona. Pois sim, vamos ver o que aconteceu entre eu e ele.
Era semana de prova. Eu tinha cobrado todo conteúdo para a prova. E ele tinha faltado umas três aulas, de forma que estava despreparado para o exame. Então me procurou e abriu o jogo, dizendo que não tinha condições de fazer a prova, alegando que tinha perdido toda explicação, inclusive a revisão final. Eu falei que não tinha o que fazer, pois eu não tinha tempo de repassar o conteúdo pra ele. Então ele me perguntou se eu não podia dá aula particular, pois ele me pagava. Eu falei que não tinha tempo, mas acabamos entrando em um acordo. Marcamos para ele ir na minha casa no final de semana. Como eu moro sozinho, ele passaria o sábado e o domingo comigo, assim eu passaria todo o conteúdo pra ele.
Então ele concordou. Chegou o final de semana, e no sábado, às dez horas da manhã, meu celular tocou. Era ele. Perguntou se eu estava em casa, falei que sim. Disse que estava vindo. Como ele mora na zona rural, combinamos de que ele viria pra dormir na minha casa.
Jacó chegou era quase meio-dia. Mandei ele tomar um banho e almoçar, pois eu já tinha preparado o almoço e já tinha posto o mesa.
- Professor, to lhe dando trabalho, não é?
- O que é isso, rapaz, amigos são pra essas coisas – falei enquanto afagava os cabelos dele, ainda molhados.
Senti uma sensação diferente naquele momento. Tive vontade de agarrá-lo e dá um abraço, mas fiquei somente na vontade.
Depois do almoço, fomos para minha sala de estudo e ficamos lá até o anoitecer. Estudamos bastante. Procurei tirar todas as dúvidas de Jacó. E à noite, esquentei a sobra do almoço e jantamos. Depois voltamos para as aulas. Olhei para o relógio e já passava das dez horas da noite. Estávamos cansados. Paramos os estudos, fizemos um lanche e fomos ver televisão. A programação estava chata e nada nos agradava.
- Não tem nenhum filme aí, professor? – Jacó me perguntou.
Eu tinha dois filmes gays. Homem fudendo cu de homem. Mas fiquei receoso.
- Bem, filmes não tenho. Mas... eu to com dois filmes aqui de um aluno que eu tomei na sala de aula – menti pra ver se ele acreditava. Pois não tenho jeito de bicha.
- Coloca aí pra gente ver – ele disse.
- Bem, talvez você não goste. Eu ainda não o assisti, mas é filme de homem com homem.
- Como assim? É filme de viado?
- Acredito que sim.
- Bota aí, professor. Vamos assistir.
Era tudo o que eu queria.
Coloquei o DVD no aparelho e enquanto os créditos subiam fui à cozinha, peguei duas latinhas de cerveja Skol e voltei pra sala. Entreguei uma latinha pra ele e abri a minha. O filme começou e numa cena de sexo oral ele me surpreendeu:
- Ah, se eu encontrasse um cara pra chupar meu “gogo” assim.
Notei que ele pegava na pica por cima da bermuda. O volume era grande. Fiquei curioso e arrisquei uma pergunta.
- Você já foi chupado, Jacó?
- Ainda não tive essa sorte, professor. Mas se alguém me chupasse eu não dizia nada pra ninguém.
Fiquei sem noção. Ele tava sacando minha intenção. E não parava mais de olhar pra mim e rir de forma descarada. Alisava a pica constantemente. Até que se levantou e deu uma empinada pra frente, exibindo a mala. Fiquei doido com aquilo, mas não tive coragem de investir. Levantei e fui à cozinha e trouxe mais duas latinhas de cerveja. Ele recebeu a lata e me disse:
- Minha pica é maior do que essa lata, professor.
- Não acredito – falei com vontade de pedir pra ver.
Ele simplesmente abriu o zíper da bermuda e retirou a caceta de cueca branca. Uma pica grande e grossa com uma cabeçona vermelhona saltou de dentro e ficou suspensa no ar. Peguei a rola do Jacó e não consegui fechar a mão. Ele riu. Comprovei que era maior do que a lata da cerveja e muito grossa também.
Neste momento ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto dele. Deu-me um beijo na boca enquanto afagava minha bunda. Depois sussurrou no meu ouvido:
- Satisfaz seu aluno, professor. Prova do meu pau. Coloca ele na boca e sente o gosto dele.
Fui descendo e comecei a lamber o umbigo dele, depois enfiei a cara nos pentelhos dele que estavam grandes, mas cheirando a sabonete. Abri a boca e abocanhei a cabeça da pica dele. Não consegui engolir toda pela grossura e pelo tamanho descomunal. Mas chupei bastante. Depois ele sentou e me ajoelhei em sua frente e continuei explorando aquela pica e aquele par de cunhão de todas as formas. Jacó começou a delirar. Falava que era muito bom ser chupado. Que eu tinha uma boca maravilhosa. Que a pica grande dele era toda minha. Que por favor eu deixasse ele me engasgar com aquela rola de cavalo.
Aquelas palavras iam me deixando doido. E nem notei quando Jacó despejou um rio de gala na minha goela, o que me fez engolir tudo. Continuei chupando enquanto ele me forçava minha a cabeça em direção a sua rola, forçando a cabeça da pica na minha garganta. Tirei a rola dele da boca meio mole, limpei o resto de esperma e senti do lado dele. Ele ria de satisfação.
Acabamos de ver o filme e fomos dormir. Ele me pediu pra dormir no meu quarto. Na minha cama. Afinal de contas minha cama é de casal. Deitamos e ele começou a me beijar. E a me alisar a bunda.
- Deixa agora eu colocar essa pica todinha nessa bundinha gostosa, professor – ele pediu.
- É muito grande e grossa, Jacó. Vai me machucar – falei.
- A gente dá um jeito e eu boto devagar.
- Tá bem.
- Tem alguma coisa pra botar?
Ele disse isso e levantou-se. Sumiu do quarto e quando voltou trazia um pote de margarina. Eu comecei a rir. E falei:
- Vai comer meu cu com margarina?
- Claro... esse pão gostoso tem que ser comido com margarina.
Ele mesmo tirou minha bermuda e arrancou minha cueca. Alisou minha bunda grandona e deu um beijo em cada lado. Abriu as bandas e começou a passar a língua no meu cu. Chupou bastante. Depois começou a colocar o dedo. Daí começou a untá-lo com margarina. Senti que o cu estava bem lubrificado. Depois de abri-lo bastante, Jacó introduziu um dedo, dois, três, quatro e cinco. Seu cacete estava em riste. Ele melou a rola de margarina também e colocou um travesseiro por baixo de mim, enquanto a bunda ficava mais empinada pra ele. Fiquei com medo da pregada, mas ele se posicionou direito por cima de mim e foi enfiando a rola devagarzinho. Doía, mas era uma dorzinha gostosa, prazerosa, tolerante.
Senti o cacete ir sumindo de cu adentro. E logo o Jacó tinha toda a pica atolada no meu cu. Ele começou um vai-e-vem gostoso. Devagar e foi aumentando gradativamente. Aquela rola imensa me invadia o interior do meu cu sem pena nenhuma. Senti que ele forçava meu cu incentivado pela ânsia de me fuder. Metia feito um desvairado. Parecia que nunca tinha comido um cu. Eu já estava me sentindo incomodado por causa do tamanho e grossura da rola dele, mas ele alisava meus cabelos, beijava meu pescoço, fazia tudo pra amenizar meu sofrimento e transformá-lo em prazer
Começou a fungar mais forte no meu ouvido. Chiava um si ai, si ai, si ai descontrolado. Socando cada vez mais forte ele gritou:
- Vou gozar no seu cu, meu professor gostoso, dono do cu mais apetitoso do mundo. Engole toda essa pica nesse cuzão gostoso, professor! Ai, to gozando.
E gozou à beça, e me encheu o cu de gala que começou a escorrer pelas minhas pernas. Parou os movimentos e ficou deitado por cima de mim, ainda com a rola enfiada no meu cu. Adormecemos naquela posição. Acordamos nus, agarrados e ele de pau duro querendo me fuder novamente.


queria un alumno assim tb
ResponderExcluirNossa, que conto maravilhoso, adorei !!!
ResponderExcluirparabéns por encontrar um aluno assim.
NOVAMENTE, CADÊ A CAMISINHA?
ResponderExcluirta no teu cu
ExcluirSem camisinha? AHHHH, um beijo pra sua DST que vai aparecer em poucos dias.
ResponderExcluirgostei
ResponderExcluirQuem pensa em camisinha na hora da tesão,só quero mesmo é gozar bonito..
ResponderExcluirQuem so quer gozar bonito e nao pensa em camisinha na hora de fuder, quer mesmo e pegar uma DST. Se ja tem, quer passa-la adiante.
ResponderExcluirisso é um conto mais aconteceu um caso assim onde eu moro. resultado o aluno contou a todos da escola o professor foi afastado e nao da mais aulas. e se vc fosse professor realmente ensinava seu aluno a usar camisinha. valeu mais foi bom o conto
ResponderExcluirpau gostoso aki, sou de são paulo:
ResponderExcluirpauu18cm@hotmail.com
NOSSA... QUERO UM ALUNO ASSIM... COM UMA PICONASÓ PRA MIM!!!! SOU PROFESSOR, MAS SÓ DE CRIANÇAS...NÃO TIVE AINDA A SORTE DEDAR AULASPARA GATOS ACIMA DE 18 ANOS!!!!
ResponderExcluirque conto maravilhoso gostei!
ResponderExcluirq historia maravilhosa,sou proferssor e tbm tenho aluno deliciosos.
ResponderExcluirfui professor em Macapá mas infelismente na minha época ñ tive essa sorte e principalmente de de pegar meu alunos!!!
ResponderExcluirNossa... eu sou profº de Inglês e espanhol, mas antes de me tornar profº, eu fiz intercambio em varios países... E no EUA eu Estava na mesma sala de um gato, maravilhoso , loiro de olhos verdes, sarado de dar agua na boca...
ResponderExcluirEu fui no banheiro do colégio, quando ele me siguio, e tivemos uma transa na cabine do banheiro...
Vontade de voltar pro EUA ver se isso acontesse de novo...
;)
Eu sou profº de Ingles e Espanhol, antes de me tornar profº eu fiz intercambio no Estados Unidos (EUA), na mesma sala tinha um aluno muito gato, loiro de olhos verdes, sarado, musculoso e com uma pica de 23cm...
ResponderExcluirEle me olhava a aula inteira, quando fui no banheiro ele me seguio e acabamos tendo uma transa na cabine do banheiro...
Acho que vou voltar pro EUA ver se isso acontece de nv!!!
queria ter um prof gostasao pra eu come ele ou da o cu pois tenho so um e nao é atarente
ResponderExcluireu com um aluno desse tipo eu dava todo dia o meu cu
ResponderExcluirmt top
ResponderExcluirAlguem me come? meu cusinho virgem pisca de desejo...
ResponderExcluirÉ voce mesmo nesta foto?professor se for vc mesmo nessa foto eu também vou te fuder tanto gostoso que vai até ser difícil de tu sentar numa cadeira hot
ResponderExcluirMesmo sabendo ser um conto (história fictícia, literatura), há a necessidade de haver verossimilhança, ou seja, algo semelhante à realidade. E é ofensivo à minha classe (professor), ver este conto narrado por um narrador-personagem "professor" com tantos erros de ortografia e de vocabulário, inclusive. Pois conste que o termo correto é "culhões", não "cunhão".
ResponderExcluirÉ o q?
ExcluirSou casado, sem experiencia, e, minha esposa só chupa no inicio do ato sexual, enquanto minha rola está sequinha ainda, quando começa a sair o melhor da rola ela já não chupa mais, quer apenas gozar e, dormir não importa a hora; quero ter uma experiencia com homem, quero sentir uma rola entrando em mim e tbm quero aprender a chupar, quero sentir o gosto de porra de outro homem, a minha porra eu não desperdiço tomo toda, acho uma delicia; quero que gosem dentro de meu rabo tbm; queria que minha esposa me pegasse sendo enrabado por uma rola bem dura.
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