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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Contos: Insaciável

Conto enviado por um leitor do blog:



                Essa história aconteceu na manhã de hoje. Eu acabei de sair para a aula na faculdade depois de uma noite ininterrupta de chuva. Toda a cidade estava um caos, todas as paradas estavam lotadas, o trânsito super congestionado, então decidi por meu fone de ouvido para desestressar enquanto esperava pelo ônibus.

Tenho 23 anos e sou magrinho, e muito pouco afeminado, e principalmente muito pouco corajoso para me declarar homossexual. Muito menos ter uma relação com outro homem, então apelo para os contos e vídeos da internet para bater punheta no meio da noite. Sempre sonhei em ser enrabado por um negro sarado de uns 25cm de rola magistral, bem o deus ébano encontrei.

Distraído com minha música reparei que meu ônibus vinha, ao chegar, quase toda a parada subiu no carro. Fui o último a subir, pois como já estava muito lotado, espreitava para ver se vinha outro, um pouco mais vazio. Mas, não veio. Assim que subi, ainda olhando para o fim da rua, fui puxado por um homem que me pedia para entrar logo. Quando fui prestar satisfação, me deparei com um morenaço todo molhado só de calças jeans folgada. Barriga trabalhada, na medida, e um peitoral de chamar a atenção. Congelei na hora. As portas do ônibus se fecharam e ficamos muito próximos. Tentava não me aproximar muito, mas a situação não me deixava. Até que na outra parada subiu mais gente ainda e tive que me aproximar ainda mais perto do moreno.

Sem muita posição de apoio, ele levantou seu pé e o fixou em outro degrau da escada do ônibus, o que me fez ficar empresado entre ele e a porta do ônibus e totalmente sem apoio para me segurar além de uma mão sobre suas pernas, para segurar o corrimão do motor do ônibus e a outra por de trás de mim, sobre a porta. No empurra-empurra aproveitava, discretamente, para me encostar naquele corpo moreno molhado de deus grego fazendo gesto com o rosto para me desculpar da aproximação. Até então ele não se queixava, mas foi quando o ônibus parou na outra parada foi que enlouqueci de vez, pois estávamos ainda mais próximos quase colados. Nunca me deixei levar pelas oportunidades para tirar sarro de héteros, mas ali nem se eu quisesse não conseguiria não ficar tão próximo de um homem.

Depois de alguns solavancos do trânsito, fiz com que minha mão – apoiada sobre a porta do ônibus caísse próxima a sua genitália, enlouqueci de excitação e ofeguei só com aquilo. Ele reparou e me olhou atravessado, aquilo me mornou até sentir uma aproximação de sua parte, vi que ele começava a respirar forte a cada freada do ônibus. Seu pau começou a crescer dentro da calça e eu podia senti-lo nas minhas costelas. A situação foi ficando cada vez mais quente até que ele pediu para o motorista abrir, pois seu ponto havia chegado. Com um sinal com a cabeça, me convidou a descer na mesma parada. Não pensei duas vezes. Descemos numa área em que eu não conhecia, tinha muitos muros altos e umas poucas travessias que levavam à área de mangue da cidade. Nesse momento, me amedrontei por temer pelo que poderia acontecer até que ele me puxou pelo braço e me levou para um dos becos.

Assustado ao perceber que ele enfiava a outra mão por dentro da calça, tentei fugir. Mas seu braço forte não permitiu. Me jogou contra a parede,  me pressionou com seu corpo e sussurrou em meu ouvido que não iria me deixar sair. Ele completou que estava há três meses sem sexo depois de uma missão de treinamento no exército. Meu coração disparou, era muito parecido com minhas fantasias tudo que acontecia. O que fez me acalmar mais um pouco, ele pegou minha mão e me fez tocá-lo sobre a calça, que se espremia sobre aquele volume fálico.

Fui levado até uma humilde casa – que me parecia ser de vigia -, sem nenhuma vizinhança, apenas muros e árvores enormes. Eu não conseguia falar, só me excitar pela situação. Entramos na casa e fui logo jogado sobre um sofá ele pediu para que tirasse a roupa. Sem conseguir falar uma única palavra, me despi por inteiro. Ele se posicionou perante mim e me fez lamber todo seu abdômen rígido. Eu não acreditava que finalmente realizaria meu sonho ali, e finalmente ser enrabado por um negro sarado de uns 25cm de rola magistral. Lambia seu umbigo e apertava sua bunda ainda sobre a calça. Ele foi desabotoando sua calça lentamente mostrando um corpo raspado e uma rola que dificilmente chegaria a uns 17 centímetros.

Mal deu tempo de apreciar seu pênis cheio de veias e pulsante e o “soldado” já foi enfiando em minha boca que se encaixava perfeitamente naquela jeba suculenta. Eu acariciava suas pernas e ele segurava minha cabeça com força e empurrava para eu chupar seu pau por inteiro com fortes estocadas dentro de minha boca. Eu babava de desejo. Ele foi se sentando, mas ainda me mantendo preso àquela chupeta deliciosa. O “soldado” começou a brincar no meu cu enfiando alguns dedos. Ele me deixou então mais livre para chupar seu pau como eu desejasse. Passei então a lambê-lo e beijá-lo, apenas sugando aquele sebo para lubrificar ainda mais o pau do soldado. Repentinamente, o sofá se abriu, se transformando em um sofá-cama. Fui posto de quatro e ele começou a cuspir ferozmente no meu cu.

Depois de cuspir seguidas vezes, pegou dois dedos e enfiou de vez, e foi brincando.
Delirando de prazer senti sua boca lamber minha orelha. Urrando de prazer não me preveni que ele estava prestes a socar meu cu. Foi uma dor inenarrável. Ao tentar gritar, a mão pesada do soldado segurou minha boca. Aos poucos fui me acostumando com aquela jeba dentro de mim. O soldado não fez nenhum até sentir que eu não gritaria e foi me estocando com aquele pau duraço. Ele segurava minha cintura com uma mão e meu pescoço com a outra. De repente, ele começou a me sovar fortemente sem piedade, e eu mordia meus lábios de prazer e dor. Ele começou a acariciar meu bumbum e apertar meu pescoço. Ele penetrava com muita força dentro de mim e dizia que tinha três meses de tesão para extravasar, e seria comigo. Aquela voz me ludibriava.

Ele não se saciava, cada vez mais forte e mais veloz, comecei a segurar seu quadril. Ele tirou seu pênis de dentro de mim e me deitou de bruços. Ele voltou a me penetrar violentamente. Então comecei a me masturbar. Ele sorriu e depois de um bom tempo gozei. Ele me limpou com um dedo e me deu para lamber.

Debruçou-me, segurou minhas pernas com uma mão só e me estocou novamente com seu membro quente e ainda muito rígido. Eu me encantava com aquele homem todo suado com um peitoral que reluzia toda a sua masculinidade. Seu abdômen muito bem dividido e delineado se contraia a cada estocada dentro de mim.

Sua outra mão começou a apertar seu mamilo, sua língua rodar seus lábios e seus olhos revirarem. Aquele homem, aquele corpo modelado pelos deuses me enlouquecia, me fez ter uma outra ereção, pois senti que ele iria gozar. Então comecei a rebolar meu cu diante daquela sacanagem toda Engano meu, ele de repente me pôs de bruços mais uma vez, me deitou de lado cruzou uma perna minha sobre a dele cuspiu naquela rola efervescente, brincou com seus dedos dentro de mim de novo. Foi se deitando sobre o meu corpo e sussurrou, agüenta que eu acabei de começar.

Depois de tanta estocada no cu, eu não agüentava mais, pedi para chupá-lo, ele aceitou. Eu me sentia arrebentado, e como seu pau não se sentia satisfeito da sovada que eu levava comecei a fazer um senhor boquete com muita baba. Ele me penetrava com força até que me ergueu com seus sarados braços, me virou me prendeu com uma chave de braço e voltou a me penetrar, dessa vez ainda mais selvagem. Nossos corpos suados deixavam um cheiro de sexo espalhado no ambiente me excitando ainda mais. Tirava toda sua jeba e reenfiava mais penetrante ainda, e quando estava dentro de mim, ele latejava seu mastro cheio de nervos. Comecei a urrar de tesão. O soldado então falou com uma voz rouca que eu era sua puta, que eu iria sentir toda sua pressão guardada por três meses.

O soldado começou a frear sua penetração até que me abraçou forte. Sentou-se no sofá e fui logo me encaixando em sua vara de frente para ele. Como tenho o peitoral liso, ele começou a chupar meu mamilo, de olhos fechados. Enlouqueci, chamei-o de gostoso e ele voltou a estocar incessantemente seu pau em mim, sem dó, nem piedade. Devido a essa liberdade, cheguei perto do seu rosto para tentar beijá-lo, mas uma mão forte segurou meu pescoço, impedindo a aproximação aos lábios carnudos. Não quis pressioná-lo e por toda a aquela excitação ser destruída. Me reclinei, ele me abraçou e cavalgamos por uma longa estrada de excitação.

Olhei profundamente nos olhos dele e o senti me abraçar forte, por um segundo pensei que nos beijaríamos. Nos levantamos e ele me jogou com a cara na parede, segurou forte meu cabelo e foi socando, penetrando e afundando seu falo fervente dentro de mim. Eu rebolava suavemente, ao olhar pra trás vi que ele estava gostando do que meu cu proporcionava, pois todos seus músculos se enrijeciam tensamente. Ele segurou minha cintura e foi me guiando um pouco para trás, e ao mesmo tempo me fazia reclinar minha coluna. Até começou a urrar trincando seus dentes. Ele pressionou minhas costas para baixo com uma das mãos e com a outra apertou forte meu quadril. Seus grunhidos foram aumentando e a medida que aumentava sua mão subia pelas minhas costas molhadas de suor, até chegar a meu pescoço. Ele o apertou brandamente. Com a outra mão deu umas tapas na minha bunda e enfim a segurou com força. Senti seu pênis latejar incrivelmente dentro de mim e jatos de porra aquecia meu cu, que com certeza foi esfolado nesse dia. Ele retirou se pau de dentro de mim e se deitou no sofá ofegante. Lambi seu suor contornando cada molde de seus músculos, ele tentou me esquivar, mas estava fraco de mais para isso, fui subindo cada vez mais até que finalmente consegui beijá-lo. Nos beijamos por um muito pouco tempo, pois ele foi empurrando minha cabeça para mamar sua jeba esporrada.

Depois de deitarmos um pouco, ele me apontou o banheiro e fui me banhar. Quando voltei para a sala, o soldado já não estava mais. Me senti a puta mais feliz do mundo pela experiência inesquecível que tivemos. Infeliz, por não termos trocado telefones, fui me vestindo e me retirando da casa, ainda olhando para o cenário que me proporcionou tanta excitação e prazer. Para meu espanto, ao sair da casa vi o soldado do lado de fora. Não chovia mais. Fui ao seu encontro e ele me segurou pelo braço e perguntou aonde eu estava indo e me disse ao pé do ouvido. Eu acabei de começar, volta pro sofá.

4 comentários:

  1. Insaciável mesmo. Esse, até meu cu ardeu.

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  2. Nossa insaciável mesmo rsrsrs,tambem fiquei cheio de tesao

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  3. q isso to todo molhadinhoo
    ate eu queria dar pra esse soldado.
    oo meu cú ta ate fazendo bico.

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  4. vc foi genial cara teu conto me deixou louco que soldado e este vc pegpu o numero dele

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