Naquela tarde, exatamente às 14 horas, apanhei o metrô na Estação e segui rumo a um bairro da cidade. A condução estava lotada. Não senti um segundo sequer. Numa outra estação o Metrô para e entram várias pessoas. Dentre estas pessoas cinco caras entraram e se posicionaram perto de mim. Eu estava de costas para eles. Notei quando um negrão, forte e alto se apoiou atrás de mim e encaixou a mala dele bem na minha bunda. Achei aquilo meio estranho e com muita ousadia da parte do negrão. Mas fingi não perceber e até gostei daquele volume roçando na minha bunda. O Metrô continua a viagem e para logo em seguida em outra estação. Nisso desce várias pessoas e o compartimento ficou quase vazio. Aproveitei e sentei. Logo em seguida, o negrão e os outros quatro sentam também. Pertinho de mim. Eles se entreolhavam e riam. Vi quando o negrão apontou pra mala durona. E perguntou pra mim:
- Gostou de senti-la na bunda?
- O quê? – Fiz que não entendi.
Ele riu e disse que sabia que eu tinha gostado, pois sentia quando eu empinava a bunda pra ele. E que se eu não tivesse sentado ele teria gozado na esfregação. Um dos caras que estavam com ele perguntou se eu topava fazer uma suruba com os cinco. Não sei onde fui buscar coragem, mas balancei a cabeça afirmando.
- Então vamos descer na próxima estação. Temos um local pra nos divertir.
Quando o trem parou na estação seguinte, saímos do compartimento e ganhamos a rua. Acompanhei aqueles cinco desconhecidos. Andamos uns cinco minutos numa rua normal, depois entramos em um beco e fomos passando por vários barracos até chegarmos em um prédio de três andares. O negrão disse: é aqui. Vamos subir.
Subimos três lances de escadas e fomos parar no último andar. Eu tremia da cabeça aos pés. Pois são muitas as conversas de roubo e assassinato que a gente ouce e ver na TV.
- Tá com medo? – Perguntou um dos caras.
Respondi que não. Pois queria ver até onde iria aquela aventura.
- Moro aqui – anunciou o mais novo de todos. – Moro sozinho e sempre trago bichas pra cá para traçar o cuzinho delas. Só doido por cuzinho de viado. E você gosta de pica mesmo ou é só curiosidade? Aguenta caceta de macho no cu ou não?
- A gente tenta – respondi quase sem voz.
Começaram a tomar conhaque e me ofereceram. Tomei um gole que me saiu queimando de goela abaixo.
Daí o negrão tirou toda roupa e uma rola descomunal surgiu feito uma cobra. Os outros também ficaram nus. Era cada um dono de uma rola que eu nunca tinha visto: grandes, grossas e cabeçudas. Todos bem pentelhudos. Do jeito que eu gosto. Era um quinteto da pesada.
- Você vai chupar nossas rolas, boizinho – anunciou o dono da casa.
Comecei chupando o negrão. A rola do cara não cabia na minha boca. Enquanto isso os outros brincavam com meu cuzinho. Alargando ele com um vibrador grossão. Colocaram uma solução cremosa e introduziram o maranhão. Enquanto isso eu ia revezando a chupada de pica e chupei as cinco picas naquela rodada.
Nisso o negrão anunciou:
- Rapaziada, agora vamos iniciar a comida de rabo. Vamos ver se essa putinha agüenta pica nesse cu.
Pegaram-me e me colocaram de quatro com a cara enfiada na rola e na pentelhada de um deles. Eu engolia a rola do cara com bastante dificuldade quando senti a anaconda encostar-se no meu buraco. Estremeci, mas tive que aguardar o bote. Afinal de contas eu tinha que dá o cu pra eles. O condenado forçou a cabeça da pica no meu cu e sentiu resistência. Colocou mais lubrificante e enfiou a cabeça de uma vez e foi introduzindo tudo sem pena. Senti aquele monte de nervos desaparecer no meu cu adentro e comecei a rebolar pra facilitar, enquanto me revezava chupando uma pica ora outra.
Ele tirava e botava num vai e vem de acabar comigo. Eu sentia ele roçar os pentelhos na minha bunda e sentia a cabeça da pica no meu estômago. Estava arrombado pela varona do negrão.
- Isso é que é cu – o negrão berrava me fudendo.
Confesso que nunca tinha levado uma pica tão estrompoza daquele jeito. Eu pedia pra ele parar, mas ele dizia que não. Pois quem mandava eu ter o cu gostoso e apertado. Minhas pernas doíam. Já fazia uma eternidade que ele me bombava com aquela rola de jumento. Comecei a choramingar e eles se divertindo.Ele me deu duas estocadas tão fortes que eu arriei pra frente e ele retirou a pica toda suja de feses.
- Olhem o troféu pessoal! Quando arranco merda é que fico satisfeito. Quem é o próximo?
Outro veio por trás de mim, dizendo ser sua vez. Vi uma rola que parecia uma lata de refrigerante. Me agarrou por trás e falou nos meus ouvidos.
- Tem que ter cu pra agüentar minha pica, cara. Aqui tem que cagar na rola, porque nossas picas é pra arrombar mesmo.
E me varou com sua tora. Meu cu acabou de enlarguecer. Ele bombou por vários minutos e arrastou a pica de uma vez. A Cabeça tava toda suja de bosta. Ele riu e disse:
- Ainda não vi uma bicha pra não cagar na minha pica.
Fiquei morto de vergonha. Aquilo nunca tinha acontecido antes comigo. Mas me conformei, afinal de contas eu estava trepando com cavalos. E quando o rolão grosso me dispensou, foi a vez de outro gegue me pegar e acabar de rasgar. E assim foi currado pelos cinco. Pelo quinteto da pesada.
- Vamos gozar na tua boca, ô mona! – Anunciou o dono da casa.
Me ajoelhei e eles se aproximaram de mim batendo punheta. Eu aproveitei e também comecei a punhetar meu caralho. Daí em diante comecei a receber jorrada de gala na boca e também comecei a gozar. Todos gozando ao mesmo tempo, gemendo e gritando feito gatos no cio.
Foi uma experiência muito perigosa. Mas gostei, trepei, sofri, caguei e gozei.




CAGONA. KKKKKKKKK; Faça a chuca sua besha burra!
ResponderExcluirrsrsrsrs nossa amei esse conto.nao deve ter acabado com os cheques da mona.
ResponderExcluiro meu deus nunca saio de casa sem fazer uma ducha fico louca louca tenho medo de passar um xheque sem fundo pro bofe
ResponderExcluiradoreiii esse conto , rir bastante da bicha
ResponderExcluire nem adiantaria ele toma uma ducha , pq se as rolas forem de jegue mesmo nao a cu que guente ....
aonde os negões moram..quero esses negões pra eu. sou carioca, meu email hvitor40@yahoo.com.br
ResponderExcluirCom esse conto me leibrei dum cara com pica enorme e grossa me arrombou o meu cu, ele botou forte me rasgou o trazeiro levei treis pontos o doutor riu eu vi, sacana... nunca mais quero esses caras doeu pra caramba, eu gosto é pequena delícia.
ResponderExcluiradorei este conto e o negao tambem gostaria de encontrar ele em sao paulo quero da meu cuzinho pra ele socar esta rola gostosa adoro rola morena meu orkut e silvajunor@gmail.com
ResponderExcluirquem nunca passou cheque que atire a primeira pedra kkkkkk
ResponderExcluirQuero encontrara esse quinteto quelquer dia
ResponderExcluirQuero fazer parte deste grupo. Com o tamanho e calibre da minha vara, formaremos um sexteto (kkkkk). Mas, por favor, sem passar cheque. Até porque fuder sentindo cheiro de esgoto não é legal
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