Eu me chamo Carlos, tenho 22 anos, branco, 1,83m, olhos azuis, cabelos claros. Confesso que me acho bonito. E as garotas e os garotos da cidade me paqueram à bessa. Pois bem, vamos ao que nos interessa. Moro em uma cidade interiorana do Estado de Alagoas. Cidade pequena com mais ou menos 26.000,00 habitantes. Lugar onde todo mundo quase conhece todo mundo.
Era uma tarde de domingo. O centro da cidade estava quase deserto. Pois o comércio fecha as porta aos domingos e quem não tem pra onde ir fica mesmo na cidade perambulando ou percorrendo as ruas de carro ou moto.
Naquela tarde eu andava a pé quando de repente um Vectra para perto de mim. Era Dário, filho do prefeito da cidade. Ele abriu os vidros e perguntou:
- Está passeando?
- Passeando? E aqui tem nada pra vê passeando? – Respondi.
- Tem eu. – Ele disse isso e riu.
O Dário tinha acabado de completar 18 anos. Novinho, lindo, um coisa deslumbrante.
- Entra aqui e vamos dá uma volta por aí.
- Tudo bem. Estou afim mesmo de dá uma voltinha de carro novo. E quando se refere a carro de prefeito é que é bom. Falei isso rindo.
Entrei no carro e saímos pelo centro da cidade. Depois ele entrou em uma rua e saiu na outra. Em seguida me falou que íamos até uma Usina de Açúcar que fica a cinco quilômetros da cidade. Perguntei o que íamos fazer na usina. Ele respondeu que era para o nosso passeio ficar mais gostoso.
Notei que ele de vez em quando passava a mão no pau por cima da bermuda justa que ele usava. Eu comecei a gostar daquilo. E notei que um volume aumentava entre suas pernas. Ele me perguntou se eu já tinha ido até a prainha. Ou seja, uma área que fica na beira de um rio, próximo da usina. Onde o pessoal aproveita e passa horas esquecida tomando banho e bebendo, como se estivesse em uma praia de verdade.
Eu falei que não. Que só conhecia de nome, por ouvir o povo falar.
- Hoje você vai conhecer de verdade. – Disse ele.
Ele adentrou pelo canavial. Comecei a ficar com medo. De repente ele parou e disse que iria mijar. Fiquei aguardando no banco do carro. O Dário desceu, abriu o zíper da bermuda e vi uma rola branca, grande e grossa, durona, saltar de dentro pra fora. Comecei a gelar. O líquido saia grosso e firme do pênis. Ele olhava disfarçadamente pra vê se eu olhava pra ele.
Quando terminou, voltou pra o carro e saímos dali. Eu só pensava no espetáculo da rola que tinha acabado de ver.
- Olha, Carlos, faz quase duas semanas que não gozo. Meu pau vive duraço direto. – Ele disse.
- Ok. – Respondi timidamente.
Ele deu mais uma passada de mão na mala. E por incrível que pareça, eu notei que a cabeça da rola já estava quase toda fora da bermuda. Uma coisa linda. Chegamos na famosa prainha e descemos do carro. O local estava deserto. Não se ouvia uma viva voz.
- Vamos tomar banho? – ele convidou.
- Vamos – respondi logo em seguida. Afinal de contas eu tava doido pra vê-lo nu em pelo.
Ele tirou toda roupa de uma só vez. Ficou do jeito que veio ao mundo. Lindo aquele homem nu. E pensar que eu nunca tinha pensado antes naquele menino tão gostoso. Eu fiquei apenas de cueca e ele me deu uma bronca:
- O que é isso, Carlos? Tira a porra dessa cueca. Vamos tomar banho pelados. Quero ver essa bunda gostosa. Olha pra minha pica como ta... parece uma barra de ferro.
Eu tirei a cueca meio envergonhado. Minha pica tava meio bomba. Ela fixou o olhar nela e depois perguntou:
- Quanto mede essa pica, hem cara?
- 18 cm – respondei.
- 21 cm a minha – ele disse.
Nessas alturas já estávamos agarrados. Ele me tascou um beijo daqueles, enquanto me apertava a bunda. Sua rola roçava na minha. Era uma experiência maravilhosa. Um menino mais novo do que eu me dando um prazer jamais experimentado.
Ele começou a chupar meus mamilos, depois desceu e engoliu minha pica por inteiro. Parecia um bezerro mamando. Enquanto isso ele explorava meu cu, dando dedadas deliciosas. Depois quando eu quase ia gozando, ele conheceu e parou de chupar. E disse que agora era minha vez. Eu me abaixei, ele encostou-se ao capô do carro e eu dei início a uma chupada maravilhosa. Ele empinava-se todo pra frente, a cabeça da pica me engasgando. Quando eu menos esperava, recebi uma esporrada na boca. A gala do menino era adocicada. Gostosa demais. Engoli tudo. Mas ele era como um touro. O pau não baixava. Ele respirou, caminhou um pouco e já me pediu;
- Deixa eu enfiar essa pica nesse cuzinho gostoso, deixa.
- É muito grande e grossa, Dário – eu falei.
- Faço com carinho – ele disse.
- Tudo bem – respondi enquanto me virava e deitava de bruços em cima do capô do Vectra.
O Dário começou a chupar meu cu. Sentia a língua percorrendo toda extremidade traseira. Vez em quando ele forçava a ponta dela no buraquinho rosado do meu rabo. Depois de chupar meu cu por quase dez minutos, ele colocou uma camisinha na pica e encostou na portinha do meu rabo. Estremeci. Ele forçou e quando eu me retrai, ele falou;
- Tenha medo, meu Carlinhos... vou te fuder bem gostoso.
Nisso eu já senti a cabeça de sua pica atravessar a porta do meu cu e toda rola ir se agasalhando nas profundezas da minha bunda. Ele me segurou na cintura e começou um movimento gostoso de vai-e-vem. Que delícia eu senti naquele momento, sendo enrabado pelo filho do homem mais poderoso e rico da cidade. Um privilégio ser comido por ele.
Ele metia muito e não parava um só instante. Afinal de conta era uma rola de 18 anos que estava me fodendo. Só que o pau era grossão e grande. Eu já não agüentava, mais valia a pena.
Depois ele me comeu de frango assado. Me comeu no torno e de lado. Depois pediu pra eu ficar de quatro e me fodeu novamente.
- Agora vou gozar no seu cu, meu gostoso! – Ele balbuciou.
Pois nesse momento ouvi ele gemer varias vezes e estocar mais forte. Deitou-se sobre minhas costas e descansou por uns cinco minutos.
Confesso que bati uma punheta com ele ainda firme dentro de mim. Gozei gritando pelo nome dele. E ainda hoje tenho sonhos daquela tarde inesquecível.



Muito massa esse conto. Curti bastante! Abrcssss. Biólogo Bacana!!!
ResponderExcluirnoossa esse conto é demaisss mesmo...
ResponderExcluirAmeei , queria viver esse conto !
ResponderExcluirMuito bom!
ResponderExcluirum cara mi ofereceu carona e logo eli desipol minha cauca e chupou meu pau
ResponderExcluirQual cidade tu és?
ResponderExcluirSe alguem de caarapo ms quiser me comer e qie eu faça um boquete deixa o endereço de e-mail facebook ou numero do telefone!!!
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