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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Contos: Exército - Foda com o Tenente Macedo

Bem nesse conto vou relatar o que me aconteceu na época em que servi o exército. Com 18 pra 19 anos tinha decidido minha opção sexual. Não ficava mais com mulheres, afinal ficar por aparência, fingir, não era comigo. Me alistei fiz todo o procedimento, tinha acabado de terminar o Ensino Médio e queria férias. Mas mesmo assim fui “obrigado” a entrar para as Forças Armadas, como já estava lá resolvi aproveitar da melhor maneira possível. O Quartel em que trabalhei ficava longe de casa, na Zona Oeste, num bairro militar praticamente, tanto que seu nome é Vila Militar, rsrs. Bem, tentava ao máximo controlar meus impulsos e ereções, afinal era 150 homens, todos da mesma idade, tinha cada pedaço de mal caminho.
Já era maio, sempre tinha escutado por alto em algumas rodinhas restritas sobre um tenente, o seu nome de guerra era Macedo, ele tinha 1.80 mais ou menos,26 anos mas parecia ter bem menos, um corpo sarado, era moreno, tinha pernas grossas, braços bem definidos e uma tatuagem no braço direito que realçava seus músculos. Ele era todo grosso, não falava gritava, sua voz parecia um trovão  rsrs e pra melhorar eu trabalhava num Setor vizinho ao dele, então sempre o encontrava pelo caminho. Foi num dia, na hora da educação física, que reparei no Tenente Macedo, com a roupa de educação física ele ficava um tesão, e reparei que ele tinha uma bunda deliciosa, não era grande, mas empinadinha, redondinha.
Mais tarde após o almoço, sempre tinha uma espécie de chamada, liam umas informações e liberavam todos pra seus devidos setores. Após a formatura eu estava seguindo meu caminho quando o Tenente Macedo me chamou, estranhei, mas fui até ele, estava sozinho. O cumprimentei e ele respondeu, me deu uma olhada rápida de cima a baixo e deu um sorrisinho de canto de boca, não entendi aquela reação. Então ele foi logo me falando que precisaria de mim, pois estava resolvendo algo mas estava sozinho no seu Setor. Fomos caminhando até sua sala, no caminho disse a ele que precisava dar satisfação de minha ausência em meu Setor, mas ele disse que não era necessário, pois já havia falado com o meu superior.
Chegamos e mal entramos na sala ele trancou a porta, estranhei mais ainda quando ele me chamou pra uma outra saleta que ficava dentro da grande sala onde ele trabalhava. Chegando lá ele acendeu a luz, fechou a porta e ligou o ar. Bem mais calmo e com uma voz mais serena ele disse pra eu me sentar, e ficar mais a vontade. Tirou o gorro e a camisa, mostrando um corpaço, todo sarado, barriguinha rasgada, peitoral grande, e a tatoo em seu braço realçando aquela delícia. Fiquei paralisado, não entendi aquela reação, perguntei em que eu iria ajudá-lo, ele então apertou a pica por cima da calça, e vi um volume que crescia cada vez mais, fiquei muito excitado com a situação. Ele então disse pra eu tirar a camisa, assim fiz e ele me olhando com uma cara de lobo mau se aproximou e passou a mão em mim, disse que desde que eu entrei ele tava de olho em mim. Mas não conseguiu me trazer pro seu Setor, então ele começou a chupar meu peito, passava a linguinha no biquinho, ao mesmo tempo apertava meu pau por cima da calça, então ele desceu até a altura do meu pau e o colocou pra fora. Deu uma cheirada, puxou a pele e botou a cabeça pra fora, disse que gostava do cheiro de pica, começou a chupar, enfiou tudo na boca, ele mamava com violência, dava uns chupões, as vezes até machucava, mas tava gostoso aquele clima. Ele tocava uma punheta pra mim e outra pra ele,  a essa altura ele já tinha colocado o pau pra fora. Não era grande devia ter uns 15, 16cm, normal, mas bem torto pra esquerda, cabecinha roxa um tesão. Ele levantou e pediu pra eu chupá-lo, comecei a mamar a rola do tenente, ele curtiu e pediu pra chupar com força, fiz como ele pediu, passeio os dentes ele gemeu alto, mamei com gosto. Ele me puxou pra um beijaço, parecia que queria me engulir, roçava a pica na minha, apertava minha bunda. Mandou que eu baixasse as calças, ele também baixou as dele, começamos a sarrar e meter o dedo um no cu do outro, o rabinho dele ewra lisinho. Ele então sentou numa cadeira, tirou uma camisinha do bolso e vestiu, passou um pouco de cuspe na rola e falou pra eu sentar. Fui sentando devagar, até que entrou tudo, quando já tava de boa comecei a sentar com força na rola do tenente, ele não conseguia falar nada só gemia, eu perguntava se tava gostoso, se ele tava curtindo o cuzinho do soldadinho, ele só gemia. Então ele levantou e me jogou debruçado em cima de uma mesa e começou a meter com força e rápido, empinei bem a bunda pra trás e mexia junto com ele, ele aumentava o ritmo da metida e eu pedia mais rola. O tenente não aguentou e gozou gostoso dentro do meu cuzinho, mas eu não tinha gozado, levantei e ele  pediu que eu gozasse na boca dele. Ainda sentado na cadeira ele mamou minha rola, com a intensidade das sugadas esporrei na boquinha do tenente, mandei ele tomar todo leitinho, assim ele fez e limpou minha rola toda. Nos vestimos e ficamos lá fazendo hora até terminar nosso horário de expediente. Entre os passatempos ficamos nos beijan do e punhetando. Esse foi minha primeira de muitas fodas com o Tenente Macedo. Espero que tenham gostado, até mais.

2 comentários:

  1. ate´que enfim alguem escreveu que deu para um cara de pau normal, pois o que mais se ve nesses contos é cara dizendo que deu pra jegue de 23cm kkkkkk

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  2. Nossa. Que delicia gozei! !!!!

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