quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Contos: Dei pra 5 numa noite.
Conto enviado por um leitor do blog: Era uma noite de Carnaval, a pequena cidade do interior de Mato Grosso do Sul estava agitada. Eu estava passeando na casa de um amigo meu e nos preparamos para sair. Na saída encontramos mais dois amigos e fomos festar. Quase no fim da festa encontramos um quatro rapazes, entramos todos no carro do meu amigo e fomos para casa dele. Dentro do carro foi um fervo, quatro gays com quatro heteros. Na casa, cada casal foi para um canto. O rapaizinho que eu catei era lindo, pele branca, olhos verdes, um corpo magro definido, sua pica era boa. O álcool já havia subido a cabeça da maioria que estavam ali, o sexo foi ardente, forte, gostoso, pena que não durou muito, ele logo gozou. Fiquei meio triste porque meu fogo ainda estava alto, eu queria mais, mas fazer o que né? Fui para sala deitar no sofá, esperar que todos meus amigos terminassem de atender, mas de repente sai um rapaz pelado de pau duro, assustei e perguntei: “ cadê meu amigo que estava com você”, “desmaiou na cama”, então caridosamente tive que dar pra ele, para que ele não ficasse triste sem meter. Dei ali no sofá mesmo, todos os rapazes eram bonitos, esse outro que catei a pica era maior e mais grossa, para mim foi uma felicidade, gozamos gostoso. Sentado no sofá, meu amigo dono da casa saiu do quarto e me vendo vestido pediu para que eu levasse um dos rapazes até a praça central, porque sua namorada havia ligado no seu celular e ele precisa estar lá urgente. Peguei minha moto e levei o moço até o local indicado. Na vinda haviam dois rapazes sentados na calçada numa rua clara. Parei a moto e fingi pedir uma informação, querendo puxar assunto com os garotos, não foram mais que duas palavras trocadas catei um dos meninos e levei para casa do meu amigo. Que gracinha de menino, devia ter 17 ou 18 anos, trepamos loucamente na varanda do fundo, eu sentava e rebolava naquela pica gostosa. Tive sorte porque todos que havia catado até o momento eram picudos. Aquele menino tinha uma geba imprópria para sua idade de tão grande que era. Terminamos de transar e tive que levar o menino, meus outros amigos já haviam ido embora e só estava o dono da casa dormindo. Deixei o garoto no mesmo lugar que havia pego ele, e na volta perto da casa do meu amigo havia um negão caminhando sozinho, passei perto e ofereci uma carona, ele aceitou e montou na moto, perguntei onde era pra deixar ele, ele disse que não queria ir embora agora, me convidou para irmos para outro lugar, fiquei todo animado e sugeri a saída da cidade, que era perto dali, eu conhecia um lugar bem legal, onde poderíamos ficar a vontade, e ele concordou. Chegando perto da saída demos de cara uma blitz policial, era umas 5 horas da manhã, o policial me parou, pediu meus documentos, o documento do negão, olhou bem em mim e depois de checar os documentos nos mandou prosseguir. Paramos numa entrada de fazenda, encostei a moto, o rapaz encostou nela e comecei a mamar aquela rola negra giganta, eu sentia sua pica latejar na minha boca, ele me pôs de quatro apoiando na moto e começou a bombar quase rasgando meu cú, não sei o que houve, mas acho que ele deu uma bombada muito forte que cai por cima da moto e ele por cima de mim, embolados no chão de terra vermelho batida. Depois de boas risadas e bater a poeira do corpo terminamos de meter. Minha porra só saia uma aguinha, depois de gozar pela terceira vez. Na volta, na entrada da cidade a blitz ainda continuava, e novamente o mesmo policial gostoso me abordou, pediu para que eu descesse da moto e o acompanhasse até o camburão, “to ferrado!!!” pensei. Chegando na viatura o policial disse: “Hora que o senhor levar o rapaz na casa dele, me encontre em frente a praça dessa vila, estarei te esperando lá!” Levei um susto pela proposta, pensei que eu ia me fuder e acertei.... era foda mesmo! Deixei o negão em frente da casa dele, o dia já estava raiando, e fui ao encontro do policial. Cheguei ao lugar combinado, tranquei a moto e entrei no camburão da policia, fomos para uma serra na saída da cidade que dá para umas fazendas. Meu cú já não havia mais pregas, “se esse policial num tiver uma pica grande nem vai ter graça, já ta quase anestesiando meu rabo”, pensei meio apreensivo com o que eu ia encontrar dentro da farda do seu polícia. Ele tirou o revolver guardou no porta luvas, e me puxou para atrás do camburão, ele era forte, devia ter uns 30 anos, branco, cheirava macho, dava umas pegadas fortes, me abraçava sentindo o cheiro do meu corpo, que eu nem sabia se era meu, pois depois de dar pra 4 homens. Mas isso parecia que excitava ele ainda mais, eu já não continha a curiosidade de abrir seu zíper e ver o tamanho do seu cassetete, mesmo se fosse pequena eu teria que dar, pois como eu ia voltar a pé pra cidade. Ele estava sem camisa, só de calça e coturno. Quando apalpei o recheio da calça minha boca encheu d’água, que rola enorme, grossa, cheia de veias, os primeiros raios de luz do dia iluminava a beleza daquele policial sacana, as veias de sua rola brilhavam com o molhar de minha saliva, apenas abri o zíper, queria dar pra ele daquele jeito, ele estava muito gostoso. Depois de muito meter, bebi leite quentinho tirado na hora. Esse dia foi e será inesquecível.
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Nestes contos nunca se ve falar em camisinha, essas transas são sem camisinha?
ResponderExcluirOlha eu já dei pra mais de 10 garotos(uma turma enorme).Foi numa noite em um campinho de futebol perto da minha casa onde tinha muito mato ao redor.
ResponderExcluirSó saí de lá depois que o último me comeu.Os pintos variavam de tamanho e faziam fila.Uns gosavam outros metiam e punhetavam e esporravam na minha cara e boca. Os primeiros que me comeram punhetavam assistindo o resto trepar.Chupava os que já tinham trepado foi uma loucura total.Eu tinha 14 anos e dou até hoje mesmo sendo um coroa casado.Como diz o ditado quem provou duas o mais picas com uma só ele não fica.
Sou de BH-MG, coroa safado e louco pra dar no mínimo pra 4 caras ao mesmo tempo.Adoro dar em grupos é a minha tara.
e-mail: blr2372@yahoo.com.br pra você e amigos que tiverem a fim de suruba em grupo.