Conto enviado por um leitoer do blog:
Adoro Forró e Festa de Peão, e aqui no interior de Goiás é o que há. E assim aconteceu em uma Festa de Peão numa cidade vizinha. Após a montaria sempre tem um barracão com Forró até amanhecer o dia, e sempre nessas festas o que sobra é HOMEM, tem pra todos os gostos e tipos. E foi numa dessas festas que eu e um amigo conhecemos dois rapazes, um negão alto, forte, cheiroso e seu amigo branquinho, moleque, usando roupa de peão bem colada, e um bonezinho virado para trás. Combinados com eles de ir para a casa do negão, pois ele morava sozinho, acabado de divorciar-se. A casa era de madeira, mas bem arrumadinha. Na hora de decidir quem fica com quem, decidi ficar com o negão “que eu particularmente adoro” e meu amigo ficou com o branquinho. Cada um foi para um quarto da casa. Fiquei no quarto do negão, na cama de casal e meu amigo foi para o quarto ao lado. O negão trancou a porta do quarto, e me tacou na cama, subiu em cima de mim, beijando e mordendo meus lábios. Nem vi quando fiquei pelado, ele passa sua boca pelo meu corpo inteiro, sugando o aroma e o néctar que saia do meu corpo já suado de uma noite de verão, enquanto ele me beijava, me amassava, e me mordia, ia tirando sua roupa até sobrar um cueca branca, destacando ainda mais sua pele negra e um quarto meia luz. Sua pica saltava para fora da cueca de tão grande e grossa que era, minha boca salivava de sede e desejo, uma pica linda, enorme e retinha. Engasgava-me ao saborear a vara daquele negro delicioso, daquele deus ébano. Rolamos abraços na cama, entrelaçando nossas pernas, ele era bem maior que eu, me senti como um garoto virgem, ansioso, trêmulo, aguardando a hora de sentir pulsar as veias que saltavam de sua rola invadir meu corpo. Ele me colocou de quatro na cama, beijou, mordeu minhas costas, mordiscou minha orelha, eu sentia sua respiração no pé do meu ouvido. Ele lambeu meu rabo, enfiando sua língua no meu cú, eu gritava de prazer pedindo, implorando para ser penetrado. Depois de deixar meu rabo bem molhadinho, senti a cabeça do seu pau sendo empurrada pra dentro de mim, era mais grande do que grossa, eu sentia um misto dor e prazer, parecei que tocava o fundo do meu corpo de tão grande que era. Perdi as contas de quantas posições fizemos, na casa parecia uma disputa de gritos e urros entre eu e meu amigo no quarto ao lado. O negão me deitou debruço e me penetrando deitou-se por cima de minhas costas, molhando-me com seu suor, senti seu peso todo sobre meu corpo. De repente ele me virou de frente e enchendo a mão com sua enorme pica, masturbando gozou dentro da minha boca, fui obrigado a beber tudo, pois ele me tomou com um beijo, saboreando sua própria porra. Após gozarmos, meu amigo ainda não tinha terminado de transar, então fui até o banheiro que ficava do lado de fora da casa, perto da entrada, deixei a porta entreaberta, quando vi e ouvi uma mulher entrando e gritando: “Quem é o viado que tava dando pro meu marido?!” Sai correndo do banheiro e fui pra fora da casa, mas parei no meio do caminho pois meu amigo ainda estava dentro da casa,foi quando meu amigo saiu fechando o zíper da calça e dizendo: “Corre amigo, ela quer te matar!” Sai correndo no meio da rua, sem saber onde esconder, corria de um lado para o outro, perdido. Foi uma situação gostosa e muito engraçada.



não sei pq em todos os contos os ativos são sempre lindos, perfeitos e com uma rola que eu nunca vi de tao grande e grossa. sem contar que eles transam loucamente e por horas. fazer o que. acho que to com recalque.
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