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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Contos:Suruba no Encontro do Rio com o Mar


Conto enviado por um leitor do blog:


Meu nome é Jarlon. O que aconteceu comigo foi uma das maiores loucuras da minha vida. Sou amigo de Ednelson, que mora em Japaratinga, cidade vizinha de Maragogi, onde resido. Ele estuda no Colégio Agrícola na cidade de Barreiros. Havia tempo que não nos víamos, até porque ele estuda em outra cidade e eu não moro na mesma cidade que ele.  Era noite do dia 7 de setembro, deste ano, uma terça-feira e Ednelson tinha vindo passar o feriado com a família e resolveu passear à noite em Maragogi. Eu andava despreocupado por uma rua da cidade quando levei um susto com um siena branco que parou quase se encostando a mim. Era Ednelson, que falou: “Ah quanto tempo em Jarlon! Dalí, fomos parar na mesa de um bar em plena orla de Maragogi. Começamos a tomar uma cerveja e botar o assunto em dia. De repente, ele me perguntou: “Por que você olha tanto pra minha braguilha? Confesso que perdi todo entusiasmo. Fiquei envergonhado. Falei que não era nada. Mas ele insistiu para que eu dissesse o porquê de não tirar o olhar da sua braguilha. Eu falei que era porque ele aparentava ter um volume muito grande ali, mas que eu não acreditava que ele tivesse aquilo tudo. Ele apenas riu e voltamos a conversar normalmente como se nada tivesse acontecido. Até que depois de três cervejas Ednelson levantou e falou que ia ao banheiro. Bem sério, ele disse: “Passa lá pra conferir o que tenho na minha braguilha.” Dei um tempinho, levantei e fui ao encontro dele. Quando cheguei tinha dois caras mijando. Como o banheiro tinha três box, Ednelson estava em um deles, de contas, simulando uma mijada. Assim que os dois caras saíram, dei sinal da minha chegada. Quando ele se virou eu vi a maior maravilha! Uma rola descomunal, grande, grossa e cabeçuda. A cabeça rosada  olhando para o teto do banheiro. Confesso que tive uma ereção na hora. As pernas começaram a tremer. “26 cm” – disse ele. Fiquei abismado. Nunca tinha visto uma rola daquela. A grossura imitava um punho de um braço, muito grossa mesmo. Ele acomodou a geba na cueca com dificuldade, fechou o zíper da calça, soltou  a camisa por cima da calça de modo que escondesse o volumão e voltou para o salão do bar. Voltei depois e continuamos bebendo sem tocar no ocorrido do banheiro. Quase meia-noite, Ednelson anuncia que precisa ir embora pra Japaratinga, pois precisa viajar logo cedo para estudar. Entrei no carro com ele e desci em frente a minha casa em Maragogi. Despedimos-nos com um tchau e ele pediu o número do meu celular e me passou o dele. Na cama, comecei a pensar na visão daquela rola e bati uma punheta que resultou em um gozo demorado.
A semana passou e sexta-feira à tarde meu celular tocou. Era o Ednelson que ligava de Barreiros. Perguntou como eu estava e como tinha passado o resto da semana. “E aí, ainda duvida do volume da minha braguilha?” Ele perguntou. Falei que não, que tinha visto a prova viva e em cores. Ele deu uma risada. E perguntou qual a minha fantasia em relação a um pau igual ao dele. Falei que dependia da pessoa e do momento. Ele falou que tinha ficado impressionado comigo, porque voltamos pra mesa, não toquei no assunto, e quando entrei no carro para ir embora também não falei nada e não liguei pra ele para falar nada. E que também não dou pinta de que gosto de homens.  Que eu tinha conquistado sua confiança, que era de pessoas assim que ele gostava. E perguntou se eu topava conversar com ele em um lugar tranqüilo, e se desse eu realizaria minha fantasia com o pauzão dele. Eu topei. E ele falou: “Hoje à noite eu te pego aí em Maragogi e vamos conversar na beira do rio de Porto de Pedras. No encontro do rio com o Mar. Lá é deserto, ninguém vai nos ver.” Eu topei na hora. Estava louco pra brincar com aquela pica de verdade.
Às oito horas da noite, Ednelson ligou já de Japaratinga, dizendo que vinha me pegar em Maragogi. São uns cinco minutos de uma cidade pra outra. Ele me pegou e fomos para o nosso encontro. Chegando lá, Ednelson desceu do carro, verificou o local e disse: “Pode descer, está tudo deserto.” Desci. O coração parecia que ia sair pela boca. Em seguida, ele pegou o celular e ligou pra alguém. Disse: “Tudo ok.” E desligou. Fiquei sem entender. E perguntei pra quem ele tinha ligado. Ele riu e disse; “Eu tenho uma surpresa pra você.” Fiquei preocupado, com medo. Pensei que ele quisesse fazer alguma sacanagem comigo. Mas ele me tranqüilizou. Em pouco minutos surgiu da escuridão quatro rapazes. Comecei a tremer de medo. Ednelson falou: “Tenha calma, Jarlon. Eu preparei uma surpresa pra você. Ninguém vai fazer nada que você não queira. Esses aqui, são meus amigos do Agrícola.” E me apresentou: “Júnior, Gibson, Elton e Everton”. “Todos são roludos do jeito que você gosta.” Os rapazes se apresentaram e pareceram simpáticos. Eu comecei a relaxar e ficar ansioso pelo que iria acontecer. Todos começaram a tirar a roupa e ficaram nus em pelo. Como tava meio escuro, Ednelson pegou uma lanterna para que eu conferisse o tamanho do cacete de cada um. Uma loucura! A rola do Júnior parecia uma garrafa de coca-cola, o pau era tão grande e tinha uma grossura terrível. O Gibson tinha uma rola que parecia uma lata de cerveja, uns 18 cm, mas grossa de causar medo. O Elton o mais novo de todos, eu comparei ele como um “pelanco de jegue”, tanto grande como grossa. O Everton, das pernas grossas e forte, tinha uma rola que era um bambu e muito grossão. Fiquei de boca aberta. Ednelson disse; “Presentes pra você, escolhidos a dedos.” Eu ri.
                Daí começou a pegação com um litro de uísque passando de mão e mão. Chupei cada rola daquela. Confesso que não cabiam na minha boca. Mas fiz o que pude. Me depravei. Virei a maior puta em pleno bacanal de rolas grandes e grossas, regadas a um bom uísque.
                Quando Ednelson anunciou que iria me enrabar, estremeci. Mas já estava meio bêbado do uísque e a coragem veio à tona. Já sem roupa, me posicionei no capô do siena.  Elton abriu minha bunda e passou um creme no meu cu, introduzindo um dedo, dois, três, quatro e cinco, enquanto Ednelson me pegou por trás e encostou a cebeça rosada da rola no meu cu. Forçou a entrada e senti cada prega cedendo e ele me invadindo. Uma dor imensa me incomodava. Mas suportei cada centímetro daquela rola. E assim, os cinco cavalos acabaram com meu cu. Cada rola que me rasgava era um sacrifício. Trepamos por mais de quatro horas. Fiquei com o cu todo arregaçado. Quando o Elton encostou os pentelhos na minha bunda, senti a rola dele no estômago; O Gibson  me fodeu com estocadas firmes, sem pena do meu cu; o Júnior me arrombou pegando na minha rola e me tocando uma punheta deliciosa e o  Evertou detonou meu rabo, lambendo minha orelha e me chamando de viado do cu gostoso, a língua no meu ouvido.
                No final da putaria,  Ednelson pediu que eu realizasse a fantasia dele e dos amigos: Deixá-los gozar na minha boca e engolir cada jato de gala. Eu disse que sim. Pegaram a lanterna para ver eu engolir o gozo de cada um deles. Ednelson me posicionou  no capô do carro e introduziu a geba sem pena no meu cu, com umas cinco bombadas firmes ele tirou a rola do meu rabo e soltou um monte de gala na minha boca, engoli tudo. Elton pediu pra mim chupá-lo da cabeça à base do pau me engasgando com um rio de gala, engoli tudo. Everton socou o pau no meu cu e tirou pra gozar na minha boca,  me sufocando e me fazendo engolir aquele líquido viscoso. Gibson me encheu a boca de gala grossa e pegajosa e Júnior enfiou o pauzão no meu cu, depois na garganta e soltou um esguicho de gala que desceu para o estômago. O tira-gosto foi uma dose de uísque e marcamos outra data para repetir a dose.

2 comentários:

  1. Um conto bem escrito, com apenas um erro de português. A gente goza gostoso.Parabéns pela exposição detalhada e as minúncias na hora certa. Amei. Gozei.

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