
Conto enviado por um leitor do blog:
O que vou relatar agora aconteceu comigo quando eu tinha 18 anos de idade. Meu nome é Alexandre e meu pai tinha uma fazenda no interior de Goiás. Estávamos realizando um churrasco de inauguração do novo curral, tinha bastante gente, entre elas um assistente de um amigo de meu pai chamado César. Ele era o tipo de cara que chamava a atenção da mulherada, inclusive das casadas, e tinha fama de pegador. Solteiro, moreno claro, cerca de 1,75m, olhos castanhos, 30 anos, barba bem curtinha toda homogenea com uma costeleta bem feita que só aumentava sua masculinidade, vestia-se sempre com calça jeans que marcava as pernas e a bunda perfeitinha, camisa de manga curta ligeiramente entreaberta, o que permitia ver parte de seu peitoral com pêlos curtos bem distribuídos (a impressão que dava era de que ele os penteava) e a camisa sempre bem juntinha ao tronco e arrumada dentro da calça, o que permitia ver que era sarado. Até então, jamais tinha imaginado que ele com fama de pegador de mulheres, estava interessado naquele dia em mim. Resolvi cavalgar um pouco, até que ele me chamou e perguntou se eu poderia levá-lo para conhecer o rio que passava pela fazenda, mas que era um pouco distante da sede. Disse que sim, que eu ia pedir para o peão da fazenda arrumar o outro cavalo pra ele. Ele disse que não era necessário, e que se eu não me importasse, iria na garupa comigo no meu cavalo. Eu na minha inocência disse que tudo bem, mas ele ja sabia o que estava fazendo. No caminho me perguntou varias coisas, se eu namorava, o que eu fazia no dia a dia, acredito que para poder quebrar o gelo. Quando estávamos quase chegando ao rio, ele me perguntou se ja tinha comido alguma namoradinha minha. Fiquei meio sem jeito. Ele percebendo isto, disse pra mim que tudo bem, que ele mesmo só transou pela primeira vez quando tinha quase 20 anos, e começou a contar de suas experiências com inúmeras mulheres que ele tinha traçado, mas o que ele gostava mesmo era de comer um cuzinho apertado, e continuou dizendo que mesmo quem dava o cu, jamais queria experimentar outra coisa, de tão bom que era. Neste momento percebi que ele havia chegado bem perto de mim e senti ele encostar aquele volume de sua calça perto de minha bunda enquanto ainda cavalgavamos. Meu, senti um frio na barriga. Aí ele falou encostadinho no meu ouvido - "Quer experimentar ?". Eu fingi que não entendi a pergunta e ele disse - " Não se faça de bobo, eu sei que você estava olhando pra mim no churrasco e sei que você me deseja. Também quero você, e se você deixar, vou te ensinar o que é ter um homem de verdade". Eu disse que tudo bem, ainda sem acreditar no que eu acabara de responder. Nisto ele colou seu corpo no meu por trás e começou a morder minha orelha e pescoço e a dizer palavras obscenas que só aumentavam o meu tesão. Descemos perto de uma prainha (era comum formar praia no rio naquela época do ano de seca). Ele logo ja foi tirando a camisa e a calça, e qual não foi minha surpresa ao constatar como ele era realmente sarado e o tamanho de sua jeba, que estava ja em ponto de bala, devia ter uns 21 cm e era grossa, com pêlos curtinhos denotando que ele os raspava. Fiquei com medo, mas ele me disse pra ficar tranquilo que ele iria me tratar com carinho e iria devagar. Comecei beijando sei peito, adorei aquele cheiro de perfume que ele estava usando, e desci pra sua enorme rola. Ela era daquelas que mesmo dura, a cabeça ainda continuava encoberta e que a cabeça aparecia totalmente se você tracionasse a pele (vim a descobrir que adorava ver a pica daquele jeito, pois ela parecia ainda maior). Chupei aquele pau durante uns 15 minutos. Aí eu mesmo pedi que ele me comesse pois meu cu estava piscando de vontade de receber aquela rola. Ele me colocou de quatro, cuspiu no meu tobinha e começou a forçar a entrada. Gritei de dor e ameacei sair, ele pegou sua cueca e enfiou na minha boca e disse pra eu morder e ter um pouco de paciência que a dor iria passar e que eu sentiria apenas prazer dali pra frente. Ele tinha razão, pois meu sofrimento foi passando e quando me dei conta, ja sentia seu saco batendo no meu e seu poucos pentelhos encostarem em minha bunda. Fiquei orgulhoso de ver que consegui aguentar aquela jeba imensa inteira dentro de mim. Quando ele percebeu que ja tinha me acostumado, ele começou a dar umas estocadas mais fortes, tirava o pau quase inteiro e colocava de novo. Eu gostava mesmo era quando ele diminuia o ritmo e encostava todo seu corpo sarado e levemente peludo nas minhas costas pra chegar bem perto do meu ouvido e dizia " Tá gostando meu safadinho? Não disse que era muito bom? Vou te ensinar direitinho como é dar pra um macho de verdade! Rebola na minha pica e pisca o cuzinho que é assim que eu gosto! Geme safado, geme bastante que não tem ninguem te ouvindo, pode gemer meu viadinho! De agora em diante você me pertence, eu sou seu único macho, repete em voz alta que eu quero te ouvir dizendo que eu sou seu macho !!! " Eu obedecia e pedia pra ele não parar que tava bom demais e ele perguntava -"Quer mais do meu pauzão? Pode pedir que eu vou te dar um chá de pinto hoje moleque, que você nunca mais vai esquecer ! Agora quero que você cavalgue em mim !" Pegou a manta da sela do cavalo, estendeu na areia e deitou. " Quero que você sente na minha pica de costas pra mim. " Passou mais cuspe no pinto e fui sentando devagar até me acostumar. Meu, aquilo era bom demais, se eu soubesse disto antes teria dado meu cuzinho há mais tempo. Ele disse " Isto moleque, agora sobe e desce neste mastro que é todinho seu, sem parar e continua gemendo! " Quando eu já não tinha mais pernas pra continuar subindo e descendo, ele sentou, comigo ainda em cima dele, e de costas pra ele, e colocou suas mãos nos meus mamilos e os ficou manipulando até eles ficarem duros e começou a mordiscar minha orelha e a sussurrar no meu ouvido " Como tu é gostoso hein moleque, minha putinha ! Eu tinha certeza que você me queria !! Tá gostando ??? Fala a verdade, você ta adorando este pau enorme no teu cu, aproveita, que ele é todo seu hoje. Rebola bastante e pisca o cuzinho qu eu adoro!!!! " Ele dizia aquilo o tempo todo. Aí ele pediu que eu rodasse o corpo com sua pica dentro de mim e ficasse de frente pra ele. Ele se deitou novamente e aí eu pude apreciar toda a maravilha daquele macho por completo. Continuei subindo e descendo lentamente, fiquei apalpando seu peito maravilhoso e pela primeira vez deitei em cima dele e beijei sua boca, coisa que ainda não tinha feito até então, e foi muito bom. Depois de mais meia hora de transa, ele disse que ja não aguentava mais e queria gozar na minha cara. Sairam uns 6 ou 7 jatos de porra que me deram um banho e ele deu uma risadinha. Disse que ja fazia um tempo que não tinha uma foda assim, que comer mulher era bom, mas o que ele curtia mesmo era comer moleque da minha idade, de preferencia que nunca tivesse dado o cu como eu. "Agora é sua vez de gozar"- disse pra mim. Ele se deitou de novo e pediu que eu me deitasse sobre ele, que ele iria bater uma punheta pra mim, e foi assim que tive a melhor gozada de minha vida.Nos banhamos no rio que formava piscinas naturais de agua muito limpa e não resisti e paguei mais um boquete pra ele que ainda gozou pela segunda vez. Se eu soubesse que seria a ultima vez que o veria teria ficado mais, pois meu pai foi transferido de cidade e acabou vendendo a fazenda. Hoje tenho 35 anos, sou solteiro, nunca mais transei com homem (apesar de desejar), mas quando se trata de sexo, sou timido e não chego nos caras. Sou masculo, gosto que as coisas aconteçam de forma natural como aconteceu na fazenda e não curto caras afeminados, gosto de caras como o Cesar. Minha inesquecivel e unica transa gay.


Que maravilha! Eu teria procurado por esse peão e não o largaria mais.
ResponderExcluirInteressante,poxa isso é vero cara?
ResponderExcluirMuito bom adorei !
ResponderExcluirGozei litros depois que li isso !
ResponderExcluirfofo esse peão ainda hoje sonha com vc. vai atrás dele. Eu reencontrei o macho da minha vida 3 anos após nosso primeiro encontro.... e ainda hoje, após 10 anos continuamos muito bem... bjo, boa sorte.
ResponderExcluirOlha,quando pela p´rimeira vez encarei uma transex dotada,ele(ela) tinha uma ferramenta de 23 cm de comprimento e 8 cm dee grossura.Na adolecencia eu tinha encarado no maximo 18 cm com 6cm. Meu Deus, quando ela enfiou no meu rabo aquele pauzão, eu gritei, era muito grande, tirei com minha mão,pois não aguentei, mas fiquei louco por aquele pau delicioso. Acabei voltando, e recebi aquela magnifica ferramente bem lubrificada no meu rabo com um prazer indescritivel. Hoje só aceito dotados. É uma dor para lá de gostoso.
ResponderExcluirNÃO SEI SE FOI A MESMA TRANSEX, MAS ELA TINHA O MESMO CALIBRE. NÃO AGUENTEI DA PRIMEIRA E NEM NA SEGUNDA VEZ, SOMENTE NA TERCEIRA ELA ME ARROMBOU E EU ADOREI, AGORA AGUARDO AQUELE MASTRO COM ALEGRIA.O PRAZER DE UM PAUZÃO DELICIOSO NÃO TEM PREÇO. AGORA QUERO UM MAIOR.
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